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Full text of "Micro Sistemas - Ano VI No. 072 (1987-09)(ATI)(BR)(pt)"

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ANO VI N? 72 - SETEMBRO - 1987 - Cz» 75.00 



mm 



A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MICROCOMPUTADORES 



! TT" 



A INFORMATICA 
. NA EDUCACAO 

OS SEGREDOS DA FILMATION II 
A ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DO APPLE 







o 









<^*■^ 



EDUCACIONAIS 

APLICATIVOS 



29StI^«' 



'S^^^ 




CVfrso DE BASK p3r3 to(3os OS comput3dores, 3utchexpiiC3tm passo a passo. para todasasidaOes. em fita ou Oisca 

UHHA EDUCACiONAL (em fita) 

lUten^tics 1 ' Cnu • Conjuntos ■ operates Basicas ■ Cranaezas Proporcionals - EQuacdes ■ Sistemas ae 

EQua^ • Ceometha Cerai ■ Trisnguios ■ A rea de Poiigonos 

Itatemitia 2 " Crau ■ Fun;des - Trlgonometri3 ■ Progressoes A ritmetlcas ■ Progressoes Ceometricas ■ 

Ceometria Sspaciai ■ L imites e Derivaaas - Ceometris a naiitica e Numeros Complexes 

Ma ■ MOV. Retilineo uniforme ■ Mov Recilineo uniformemente variado ■ Mov Circular unt forme ■ Mov. 

Harmdnico Simples ■ ChoQues Mecanicos e owes de Movimento ■ iancamento Obliauo ■ Energia Mecmtca ■ 

Otica ■ Eietrostattca ■ Circuitos Eietncos i ■ Circuiros Eietrtcos ii 

Cuimica ■ Leis dos Cases ■ \ivei5 ae Energia ■ TaPela Periodica • 

Compostos lonlcos ■ Fun0es Organicas ■ iBoria Cin^tica dos Cases 

APLICATIVOS 

Or^amento Domestico ■ Topografia iEr)g Civil) ■ Cor)trole de EstoQue ■ 
Mala Direta ■ Contasa Pagar/Receder- Or^amento de Odras 



mL^/Qfk 



LANCAMENTO 



mCESOn TBCNOLOCIA HA IHFOmAVCA LTDA. 

OiSO? ■ Av. RepuDlics ao UDano. 2.071 - Tei (Oil) 549-9788 
C3txa Postal 42055 - ao Pauio - SP 



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Distribui(3on3Cioralno5mag32ines lom 



. J. , iu.v.Lmm 




Alicro 



ANO VI N- 72 - SFTEMBRO - 1987 



OmETOR-TECNiCO: 
H«njto Oegiovani 

EorroRA: 

LuCMCAtKW 

CPO: MSfCKj Hannque Aie»andre Costs, PeOto 
Paulo P.nio Sanros 

REOAQAO: Ufinica Aionao Uoncores lOefe de 
rettScSol, Carlos Alberto AMvadO. ba Sorgman, 
Luis AIMtto Mot a PiacU. Man Marirtaro 

COLABOR ADORES: Ar^dnro Cosi^ Pereiia. An 
tonio Carlos SalgaOoGuimartes, ClaudiodeFiei 
lal B Billencouri . Cliudio Jos4 Cosia, D>vino C 
R LnlAo. Ciangiacoino Ponio Neio, Lms ^ Mo- 
raas. ^4e<K>^ N S Santos. Roborio Our<o de 

SsnlAnra 

SECRETARIA: liMa Caria Fain, KAtii SilvadeCw- 

Aim: FMno da Siva IcDcvdwiMo/pnxkt^So gri- 
(Ical: Laonanlo Santo* Idtoannwciol; Myrian Sa- 
hMM iimae Iraviiiol; WaHngton Slhwa* (wta-fi- 
nal): Dilma Usnazes da Siiva (SacrsUnal. 

AOMINISTRACAO: Tcfck) GalvSo 

PUBLICIDAOE: 

Slo Paulo: 

Gani dot Santot flobano 

Contato Paulo Gomide: Luoa Silana da Silva 

Tri» I011I8S7 3229. aaT-3l&2 

Rio da Janairo. 

Ehiabeih Loos* (tos Santot 

Coniaios Pegina Gimeris;, Gaorg>na deOhvaira 

Porto Alagra 

COMUNICACAO AS5ESS0HIA E REPRESEN- 

tacOes COMERCIAIS 

Rua do& Andradas. 1 1SS - Salat 1B06/ 1607 

T* 10512126-0839 



CmCULAQAO E ASSINATURAS: 
Ademar Baton Zoctiio <RJI 

Nord*ata: 

Mticio Auguaio das Navaa Viana 

Av Conda da Bos Vnta. 1389 Itrrao 

CEP 50000 Racfo 

Tat.: (Oeii 222 6519 

fealo Hortionta: 

Mana Fernanda G. Andrada 

Caiaa Pcatai 16B7 

T»l 10311 334-4076 



COMPOSICAO: 

Studio Atta. Coopxn 

FOTOUTO: 

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IMPRESSAO: 

JB industrtas Cfftflcat 

OlSTRIBUIpAO: 

Fainando ChinagliB Distribuidora LtdB. 

Tal. (021)26B-91t2 

ASUNATURAS 

No pais: 1 »r>a Ctl 750.X 

Filiada ao 



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ca a exdusfva doi autom. Todot ot direitot d« 
raprodu(:h3 do contaudo da revista eslSo resarva- 
do* • qualque' 'SOroducSo, com fmalidade CO- 
mafcialoijr^flo, (6pod«rt»e<feitamad>aniaaulo- 
rinpio |M*v«. Trantcttcdat parc4aa da irachoa 
para comeniaiio* ou rsfartnciat podam tar faitaa, 
dawla qua aaiam manciorMdos os dados biblio- 
VrMcoa da MICRO SI5TEMAS A leviaia nto 
■oain malarial pubHciiark) Que potta se< confun- 
ddo com malAna redacional. 



mi 



MICRO SISTEMAS « uma publicaclo mania! da 

AnMtaa. Ta4aproeaaaamanto a Informiiica 

EdXora Lida 

Endara^oa: 

Rua OKvwra Diaa. 153 Jardim Paulitta Slo 

PmIo/SP- CEP 01433 Tala : 101 1) 853-3800 a 

B8VSaiB<radacBol 

Av Pfw. Wibon. 166 - orupo 1210 Caniro Rio 

daJanwroflJ Tal..(021l2aZ-e30G 



Comunicado ao leitor 



A revista MICRO SISTEMAS completa agora, em outubro prdximo, seis anos de 
ex/stencia. Foram seis anos de lutas e muito empenho para levar ate voce o melhor da 
informMica. Cremos que a resultado deste esfor^o pode ser considerado, sem falsa 
mod4stia, como muito bom. 

Entraremos, pois, no ano VII e estamos trabalhando desde jii para dar a vocS, 
leitor, um produto cada vez melhor. Para isto, vamos promover uma mudanpa estrutural 
na revista que, acreditamos, iri adequa-la ao mercado atual. Estamos aperfei^oando 
MICRO SISTEMAS para que haja uma interface, entre o micro e o usuario, muito mais 
eficiente. 

O nosso objetivo 6 fazer um produto mais crltico e ao mesmo tempo mais 
informative, inovador e gerador de tendencias. 

Assim, estamos reunindo umaequipe tecnica do mais alto gabarito. SSo profissionais 
dedicados integralmente a inform^tica e a sua integra^ao na sociedade moderna. Alem 
disso, estamos ampliando o espafo dedicado ao leitor, principalmente voce, que ja faz 
parte do mundo do computador. O autor nacional tamb^m ter^. naspaginas da nova MS. 
um fdrum de debates e divulga^ao do seu trabalho. 

Vamos criar uma serie de novas sefoes, colunas e serviQos. Espa^os como Clube do 
Leitor. Aid Aid Fabricante, Llnfia Direta, Ponto-de- Vista e outros mais que estio sendo 
projetados especificamente para o contato direto com voce. 

E nSo pretendemos parar por ai. Estamos reformulando as se^oes de anilise de 
software e fiardware, a fim de expormos as novidades do mercado de uma forma mais 
crftica e objetiva, repassando a voce a opiniao de quern efetivamente usa taisprodutos. 
Voce participarA de diversos concursos e promo^oes, com esses emuitos outros produ tos. 

Enfim. Micro Sistemas entra de fato numa nova etapa de seu desenvolvimento, 
mantendo a criatividade como a sua maior caracterlstica. Voce ir^ conhecer todas essas 
mudan^as ao longo deste final de ano. Contamos com a sua participaqao. 

A partir de agora a revista MICRO SISTEMAS est^ sendo coordenada editorialmente 
por Lucia Cabral que, anteriormente, coordenava o CPD de MS. Boa sorte a nossa nova 
editora. 

"-'' Renato Degiovani 

^ " DIRETOR-T^CNICO DA ATI EDITORA LTD A. 



Neste Numero 



ANIMACAO GRAFICA NO TKQOX - Claudio Bittencourt 6 

SEGREDOS DA FILMATION II - Renato Degiovani 10 

EDUCANDO COM A INFORMATICA - Reportagem 14 

PROJETO MSXBUG - Andr4 Fernandas Medeiros e 

Andre Luis P. Castro 



22 



ZX COPYWRITE - Andre Whittick Nasser 24 



ESTRUTURA OE ARQUIVOS NO APPLE DOS 3.3 ~ Daniel Quadras 



28 



PROJETO BUG90 - Coordenacao de M^rcio Costa 



INFORMATICA-87 - Reportagem 



J2 
34 



TRATAMENTO de ERROS no MSX - Daniel Burd 38 



PROGRAMANDO O TECLADO DO IBM-PC - Antonio Salgado 
Guimaries 



42 



BANCO DE SOFTWARE 

PACOTE EDUCATIVO PARA TRS-80 46 

FORMATADOR 49 

GRAND PRIX 50 

IGUALETRA 52 



Secoes 



CartM 4 Indie* di MunciantM 56 

Bt» 18 DicM 56 

Software 20 Livrcu 58 



CAPA: Ingrld Von St«r«r e Gllberto ZavarezI 




mil 



cartas 



MUDANDO ATRI8UT0S 



Sendo usu^rjo de um PC XT e tendo 
ainda acompanhado as edH;des de MICRO 
SISTEMAS, achei excelente as publica^oes 
que traiam da maniputacao de tela. Fui 
usudrio do Sistema operacional SIM/DOS, 
da Itautec. mas senti a necessidade em traba- 
thos com desenhos em vfdeo, da mudanca 
do atrlbuto e alguns outros recursos, tais 
como; limpar a tela e colocar o cursor na 
posicao (1 .1 ). 

Tentei a troca de atrlbuto com este siste- 
ma, utilizando uma rotina Assembler, por^m 
s6 consegui no modode vTdeo 5 (baixa reso- 
lu^ao), mesmo assim somente os atributos 
de alta, mMia e baixa intensidades; os atri- 
butos para vi'deo reverso, piscante e subli- 
nhado nao foram possfveis. 

Tomei conhecimerito destes recursos 
atravis da MS n9 68 lmaio/87). no Artigo 
"Driver ANSi.SYS". Mesmo utilizando o 
sistema operacional SIM/DOS, da IBM ver- 
iSo 3.1 . nao consegui os referldos atributos 
nos modos de vi'deo baixa e alta resolupOes. 
Desta forma, gostarta a ficaria muito grsto 
le vocAs pudessem indicar uma satda, ou 
seja, como poderia conseguir estfls atributos 
neste modo de vi'deo. 
Jos* Arlindo Sertoli (Marinffi-PR) 

Prezado Jos4 Arlindo, nosso Consu/tor- 
Ticnico para a linha PC, Antonio Carlos Sal- 
^do GuimarSes, esclareceu da seguinte for- 
ma sua solicitapio: 

"Infelizmente, as funpdes de troca da 
atributo que vimos naquele artigo somente 
f undone para telas de texto e nBo para telas 
grificas. 

Se tfoc^ der uma olhada em algum livro 
que fale sobre a tela grifica, ver4 que a de 
alta resolu^o grdfica (640 X 200} somente 
permite o uso de duas cores — a de fundo da 
tela e a cor dos caracteres ou linhas que apa- 
recem. Ji na tela de m6dia resolu^Mo, sSo 
permitidas mais cores, por^m, como vooS 
mesmo afirmou. nao permitem grandes efei- 
tos. 

Antonio Carlos Salgado GuimarSes (Riode 
Jarwtro-flJ) 



KNOW HOW ESCLARECE 



^ 



De acordo com o texto publicado na 
Se^o Bits sobre a empresa Know How 
Informdtica, na revista MICRO SISTEMAS 
do m*s de maio. nP 68, a f irma se compro- 
metera a mandar uma c6pia do mbdulo de 
um produto chamado Gelicob. Oesde entSo, 
interessado no mesmo, mandei uma carta 
para ela, solicltando unrta para o meu uso. 

A carta foi enviada no dia sete de julho 
patssdo e atA entjo nada me foi enviado, 
assim gostaria de saber o que houveafinal; a 
•mpresa ficou de fornecer a cdpis e nada. 
Depots de ter passado mais de um mAs, re- 
solvl escrever a voc^s para que possam con- 
tactA-la a flm de que se possa dar unw res- 
posta nao sA para mim, mas para outros in- 
ter essados tambim. 
Pedro Jos4 Pimentel tSanto Amero-SP) 

Prazado Pedro Jos6. enviarrujs sua carta i 
empresa Know How Informitica, que nos 
enviou a seguinte resposta: 

"Conforme correspondSncia de julho de 
1987, a Know How vem esclarecer o seguin- 
te: a solicitB(:ao efetuada pelo Sr. Pedro Jos4 
Pimantel foi por n6s racebida. De acordo 
com o tBxto informativo. veiculado por este 
rt¥itt§. • Know How ofereceu aos interessa- 
dos a cdpia do mddulo Gelicob gratuitamen- 



re. Acontace qua nossa empresa possui 
como base instalada vArios equipamentos da 
linha PC e, apesar de possuir fontes para 
Apple (o equipamento que o Sr. Pedro 
declarou possuir), a conversao para tal linha 
implicaria em custos de conversio externa, 
que nSo poderiam ser repassados ao interes- 
sado. 

Assim sendo, e levando em considera^o 
o grande numero de solicitafdes para a linha 
PC. a empresa estS dando prioridade em 
atender a este segmento. Co!ocamo-nos 4 
disposi^o do Sr. Pedro e dos demais interes- 
sados para o fomecimento do GelicoD em 
tal versSo atrav^s dos nossos telefones (0211 
71 7-9597 e 717-3521. 

JoiA Rafset Sommerfeld — Diretor-T#cnico 
da Know How Informitica (Nit«r6i-RJ) 



SUBSTITUINDO IMPRESSORA 



/ 



PosMiO uma impressora Epson FX100. 
Gostarta de saber se o motor que movimenta 
o cilindro de borracha da Epson A compatf- 
vel com o da Grafix, que parece s«r do mes- 
mo modelo. 

Caso nao exista nenhuma para substituir, 
pe^o a irKJicapao de firmas que trabalhem 
com esie lipo de impressora. 
Felipe T. Nogueira (BrasOis-DF) 

Prezado Felipe Nogueira, encamlnhamos 
sua carta d empresa Scritta E/etrdnica, fabri- 
canta das impressoras Grafix, que nos fome- 
ceu a seguinte resposta: 

"Informamos que, infeliztrtente, o rrmtor 
que aciona o avan^o do papel na irrtpressora 
Epson modelo FX100 nSo 4 compatfvel 
com o utilizado na linha de produtos-Grafix. 

No Brasil. nSo tamos confiecimento de 
algu4m habilitado para solucionar seu pro- 
blerrw. " 

Ivaldo Cezar Betitto - Garente-Geral da 
Scritta (SSo Pauto-SP) 



INTERFAX-20 



y 



Lendo MICRO SISTEMAS de julho (MS 
n9 70), que ali^s, de todasque '\A adquirl, foi 
a unica revista de informdtica a atender mi- 
nhas expectativas. por se tratar de uma plu- 
blicacao sdria e objetiva, verifiquai na Se^o 
Cartas um texto no qual o Sr. Paulo Cesar 
Appezatto, Gerente de Marketing da Bytex 
EletrOnica, menciona o sistema lnterfax-20. 

PartirxJo desse princfpio, gostaria de 
obtar nulores informagSes sobre a lnterfax- 
20, e ainda quels os perifdricos necess^rios 
para a utilizagao do referido sistema e onde 
poderei adquirl-lo no meu esiado (Rio Gran- 
de do Sul). t. pelo que entendi,o aproveita- 
mento da Praxis-20 como impressora num 
TK90X? 

Mais uma vez, aproveito o momento para 
parabenizd-los pela excelente qualidade de 
sua revista. 
Maurfcio Bom (S8o Louren^o do Sul-RSI 

Prezado Maurfcio. enviamos sua coloca- 
pio ao Sr. Paulo Cesar Appezatto, Gerente 
de l^arketing da Bytex EletrOnica, que nos 
remetauas seguintes informacOes: 

"Inforrrtamos qua o nosso produto insta- 
lado na miquina de escrever eletrOnica Oli- 
vetti Praxis-20 ou ETP 50 opera com o 
TK85 e TK90X. Entretanto. vod e todos 
aqueles usu4rios interessados na linha Sin- 
clair, de fabricapio da Microdigital , devem 
possuir ou procurer adquirir a interface 
paralela padrSo "Centronics" de safda da 
impressora do mesmo fabricante. 

Caso exista dificuldade em se obtar a 
interface de safda de impressora, desta em- 
presa, nos ravendedores habituais. o leitor e 



todos OS usuSrios com esta mesma necessida- 
de, segundo informapdes da Microdigital. 
podem adquirir diretamente do fabricante 
atrav^s do seguinte enderepo: Assistincia 
T4cnica e Venda de Acessdrios Microdigital, 
Rua Tagipuru, 209, Perdizes, Sao Paulo-SP. 
CEP 01 156; Tel.: (Oil J 826.4266. 

Entretanto, vocS deveri observer que o 
TK90X e OS com^tfveis sio limitados para 
edipSo de texto, por nSo possui'rem os carac- 
teres da Kngua Portuguese, pois operam com 
o conjunto ASCII. Vod poderA, contudo, 
acessilos atravts de comandos aspecfficos 
na Praxis-20 com a lnterfax-20. 
Paulo Ceser Appezatto ■- Gerente de Marke- 
ting de Bytax El«tr6nice (Slo Paulo-SP) 



informAtica no cinema 



/ 



Possuo um micro Apple II Plus com 176 
Kb, unldade de disco e monitor. At* ai". 
ludo bem. No entanto, estou ingressando ou 
tentando ingressar no "mundo clnematogrd- 
f ico". Como? Oras! Eu tenho o que preciso: 
uma cdmera. trip4. iluminador Iprojetor de 
luzl, vldeocassete e um computador. Sei que 
aInda falta muito (e muito mesmo) pera me 
tornar um profissional, mas chegarei \A. Por 
enquanto, faco o que posso, usando meu 
mlcrocomputador como um gerador de ca- 
racteres, com o auxTllo de um utilitdrio. 

As grandes produtoras tAm aparelhos 
prdprios para gerar caracteres, e conseguem 
com facilidade colocar as letras (caracteres) 
numa imagem em agffo. Por exempio, esid se 
raalizado um jogo de basquete; af no cantc 
do televisor aparece o marcador: sSo as le- 
tras sobreposias d imagem que estd se desen- 
rolando (o jogo). 

Dessa forma, gostaria de saber se com o 
meu Apple II Plus conseguiria fazer alguma 
coisa parecida, porque jd f iz caracteres sobre 
furtdos coloridos, com letras e figures, mas 
nunca com imagens. 

Aproveitarxjo a oportunidade, pe^o aos 
usudrios de computadores compatfveis com 
o Apple, possuidores de programas de ani- 
m&;So. "geradores de caracteres" e efeitos 
especiais que entrem em contato comigo 
atravte da caixa postal 1078 - CEP 11075. 
Marcus Vinicius Dia* Ferraira (Santos-SP) 



ADVENTURES 



^ 



AtravAs deste espaco. proponho um alo- 
gio ao artigo "An^llse de Adventures" (Se- 
qS'o Software, MS n° 691, pois faco parte de 
um pequeno grupo que troca jogos e infor- 
ma^Ses sobre a linha MSX e, como nSo po- 
dTamosficar de fora, antra mos nessa. 

Estamos tentando fazer um jogo do tipo, 
mas falta-nos algo pera concluMo. Pe^o A 
MS que reserve um espago para expllcar a 
lodos n6i, amantes do novo estilo, como se 
desenvolve um Adventure. Gostarfamos 
ainda de aprender dices para transformar-se 
um jogo simples em emocionante e criativo. 

Para flr>alizar, pa^o a ajuda de todos que 
estivarem lendo esta carta para se comunica- 
rem comfgo atrav^s do enderego: Rua Santa 
Liicla. 65/402 - CEP 54000. 
Di6genas d« Souza Laio Filho (Candaias-PE) 



MS AGRADECE 



y 



^ com satisfacSo que escrevo, pela pri- 
meira vez. a esse revista. Conw usu^rio da 
um TK85 e, mais recentemente, de um 
TK90X, venho acompanhando. hd uns dois 
anos, esta que < a melhor revista brasilelra 
de informdtlca. 



MICRO SISTEMAS. setembro/87 



Tenho somente a agradecer at excelentes 
matfriss e programas que live oportunidade 
da Iw e, ao mesmo tempo, parabenizar 
todot OS integrantes e colaboradores da 
MICRO SISTEMAS pela dedicacSo e en- 
tutiasmo por eles dispensados. t claro, que 
per conseqiJAncIa, como rscompensa v*-se 
um trabalho bemfeito, sArio e abrangente. 

Tive a oportunidade de ler siguns dos 
prlmeiroi numeros de MS, nos quais notei, 
tm compara^ao com os ulTlmos numofos, a 
flvolucSo das malarias apresantadat, ou ma- 
Ihor. da raviita em garal. 

Isto posto, aprovaltando o atpa^o, gosta- 
rla da ma corrasponder e trocar programat 
com OS utudrios do TK85 e TK90X. Se al- 
gum possuidor do programs Colossus Chats 
(xadrez) tiver ai Instfu^Ses desse maravilho- 
so jogo de xadrez, desejaria queentrasse em 
contato comigo, palo ervdereQo: Rua Hamil- 
ton Navarro, 93 - CEP 36.200. 
Warner da Cotta Tavarei (Berbscana-MQ) 



ot usudrlot da Linha MSX e, em particular, 

para mim. 

Editon Amaro da Silva i Flanan6polit-SC ) 



E OS BUGS CHEGARAM.. 



^ 



Parabint e obrlgado pela publicac^o do 
Projeto MSXBUG. Ele vem ajudar muitos 
utudriot qua, como eu, preclsam da ferra- 
mentss para manipular a mem6ria, traba- 
Ihando com linguagem de mdquina a depu- 
rsr>do programai em BASIC. M no sagundo 
die da use, o MSXBUG auxiliou-ma no 
"contarto" de tr4s proyamas. Agora esparo 
que, tic logo saja possTvel, publiquem um 
mddulo Assembler. 

Fol unrw Otima Id^ia tamb^m fazar uma 
reportagem lobra o Software Naclonal. 
Realn^anta, davamos aprerKJer a valorizar o 
qua 4 nosso, pois tamos progran^as t?o bons 
quanto os importados e, na maioria das ve- 
zas. supehom; por^m ocorre uma verdadai- 
ra discriminacSo do soft teito no Brasil. Tar- 
minando, esparo que osbrasllelros consigam 
mostrar sau valor frented dominagao estran- 
geira no mercado. Contatos e outras Infor- 
magSas; caixa postal 411,Sffo Paulo -CEP 
1 2900. 
Fradarico Dantallo (Braganca PaulJtta-SP) 

Aproveito a oportunidade para parabeni- 
z6-loi por sua conceituada revista e pelo Pro- 
jeto MSXBUG, em fase de implanta^iSo, o 
qual acredito que serd de grarxje valia para 



SOS AOS LEITORES 



/ 



Halo! Estou de posse de um Expert e de 
um teclado Yamaha OX-100. PantAiticosI 
E agora, como posso usd-los juntos? Nin- 
gu4m, qua eu conhapo, soube dar notfclas 
da axistAncia da uma interface, mesmo uma 
importada. 

Jd que eu sou meio bobo no assunto, 
solicito dicas ou outras informacdes a respai- 
to da teclados. Mau endara^o 6: Rua Jorge 
Rudge, 89-BI.II,aptoi103- Vilalzabal, 
CEP 20551. 
Jolo Prista (Rio da Janairo-RJ) 



correspondCncia 



y 



Gottaria da me corresponder com afic- 
clonados em microcompu tad ores MSX para 
troca de programas e Informacdes sobre As- 
sembler. Cartas para a Rua Oswaldo Aranha, 
59A- CEP 93010. 
Alexandra Tazza (Sio Laopoldo-RS) 

PonuO um TK3000 e desejo ma corras- 
pondar com pessoas que queiram trocar 
progrannas da linha Apple. Os interessados 
podem ascrevar para a Rua QuAnia, 82, 
Cariru,CEP 35160. 

Marcalo Migualeno da Andrada (Ipatinga- 
MQ) 

Tenho um Expert e muitas duvkjas sobre 
a parte da som deste micro (comarKlos 
SOUND a PLAY am programas). Assim sen- 
do, gostaria de receber dos leitores interessa- 
dos informacoes sobre o uso dcsses conrtan- 
dos. Cartas para. Av. Presidante Vargas, 
2903 -CEP 97500. 
Qiovanni O. Zacchini {Uruguaiana-RS) 

Sou usu^rio da linha TRS-Color e meu 
principal passatempo i explorar suas quali- 
dades sonoras. Por isso. pa^o Ai pessoas que 
disponham de partituras copiadas para o 
"Miisica 11" ou o programa "Syncher 77" e 
desajam trocar por jogos ou utiliidrios. que 
se comuniquem comigo. pots disponho de 
mail da 150 tftulos. Meu endere^o 6: Rua 



Carlos Vasconcelos, 1503/04 - Aldeota. 

CEP 60000. 

Carlos Eduardo Franklin Bazarra (Fortalaza- 

CE) 

Sou usudrio da um MSX a gostaria de 
trocar programas am fita e disco com outros 
da masma linha. Os interessados podem en- 
trsr em contato comigo pelo seguinte ande- 
rago: Rua Dasmons, 29.*), Coelho Neto - 
CEP 21530. 
Nai Eduardo Lima (Rio da Janairo-RJ) 

Datajo entrar em contato com usu^rios 
da linha ZX Spectrum; draas da interessa 
BASIC e Assembler. Cartas para Rua Ajura- 
tuba. 150, 81. D apto. 103 - CEP 20731. 
Anisof Olivaira (Rio da Janeiro-RJ) 

Dasajo entrar em contato com usudrios 
do programa HOT-ASM (versd'o 1.0) para a 
linha MSX, pois estou tendo problemas com 
o mesmo. Av. Araujo Pinho, 124 (Ed. Man- 
sSo do Canela)/1902 - CEP 40140. 
Marcalo 06as Alves da Silva (Salvador-BA) 

Aldt leitores de MS, comunico a todo 
murKJO que me escrave que troquei de linha 
de equipamento: hoje estou progran^rxjo 
num CP 400. Dessa forma, gostaria que 
usudrios de compatfvels comuniquem-se 
comigo atravAs do endarego, Rua Lafaiete, 
593 -CEP 1401 5. 
Samuel Alaixo Miguel (Ribairlo Prato-St>) 

Gostaria de fundar um clube de usudrios 
da linha MSX, onde todos contribuiriam 
com sugestSes sobre o que gostariam de ver 
em prdtlca. Maiores InformacOes. Rua Ma- 
ruim. 501/303 - CEP 49000. 
Omar Silas Colocci (Aracaju-SE) 



Of sorttados desta mAs, que 
receberao uma auinatura anual da 
revista MICRO SISTEMAS, s3o: 
AntdnJo Simoes O Anjo Neto, do 
Rio de Janeiro-RJ; e Edison 
Assumppio TacSo, de Curitiba-PR. 



Envie sua correspondAncia para: ATI — 
AnAlise Teleprocafsamanto a InformAtica 
Editora Ltda.. Aw. Presidante Wilson, 
165/gr. 1210. Centro, Rio de Janeiro/ 
RJ, CEP 20030, Seglo Cartas/ Red acio 
MICRO SISTEMAS. 



TURBO "MIKROS" XT 





O COMPATIVEL com IBM' PC XT COM 

O MELHOR PRECO, QUALIDADE E 

GARANTIA DO MERCADO 

100% COMPATIVEL COM IBM*PC XT 

COMPRADO EM OEM 

(velocidade da procassamanto 70% maif rdpida qua o original) 



• 640 Kb RAM 

• 1 porta paratela 

• 2 portas serials (RS-232) 

• CLOCK 4.77 e 8 MHz (TURBO) 

• Rel6gio-caiendirio c/bateria 

• Interface para jogos e Mouse 



2 Drives face dupla e dupla densidade 
Monitor de alta resolu(;ao 
Manual em portugues e softs de brinde 
Winchester de 10 a 40 Mb opcional 
Oferecemos total assistencia ao cMente 
para implantapfo de software 



Mikros 



LEBLON - Av. Ataulfo de Paiva, 566 s/L 202 
FONES(021) 511-0599 e 239-2798- 
<021) 205-4346 e 285-5950 



■Matca tegisi'.m.i 



Nesta quinta li?ao apresentamos o editor de modelos, ferramenta 
imprescindivel para quern deseja desenvolver programas animados. 



Animacao grafica 
no TK90X 



k4t L-^»- 



Claudio Bittencourt . 



Antes de abordarmos o tema 
central desta li9io, vamos 
expor alguns conselhos liteis, 
visa n do os programadores de 
linguagcm de maquina, que. com a li^ao 
de hoje. ja podetSo "sair rachando" em 
materia de animai^So. Sao indispens^veis 
k elabora9ao de programas animados de 
ni'vel profissional: um pouco de criativi- 
dade. alguma dose de esforfo e muita 
paciencJa. Sera necessdrio dispor tam- 
b^m de um bom programa assemblador. 
como sSo chamados. mas esses encon- 
tram-se no mercado brasileiro literal- 
mente a pre<;os de banana. 

Eu disse "alguma dose de esforijo" 
porque desenvolver um programa que: 
gerencie uma por^So de figuras (cada 
uma com os seus modelos e respeciivas 
mascaras), verifique colisSes quando 
necessdrio, entre com os dados certos 
nas rotinas de anima^^o, atuatize esses 
dados a todo memento, refat;a paisa- 
gens. leia o teclado, emita algum tipo de 
som e execute oulras fa^anhas comuns 
em programas animados, n3o e exata- 
mente o que se pode chamar de larefa 
simples. Mas tambem nao € impossivel, 
como o atesta a infmidade dejoguinhos 
incrivelmente animados, que a gente 
encontra por ai'. E se os ingleses podem 
faz£-los, por que voc€ n9o pode tam- 



bem? Lembre-se que tudo resume-se ao 
"loop" descrito na primeira li^ao do 
nosso curso. publicada em MS nP 68. 

Paciencia i outro requisite indispen- 
sdvel ao programador, pois ha que se 
fazer e refazer. vezes incontaveis, as 
mesmas passagens do programa, ate que 
se obtenham os efeitos desejados. Isso 
ocorre freqiientemente quando se trata 
de controlar tempo e velocidades. para 
OS quais s6 contamos, muitas vezes. com 
o nefando m^todo de tentativa e erro. 

O tempo e um dado cn'tico em pro- 
gramas animados e recomenda-se gasta- 
lo com verdadeira avareza. Haveri casos 
em que sera inevitavel diminuir o grau 
de sof]stica<;ao do programa. eliminan- 
do-se. por excmplo, a paisagem de fun- 
do ou o uso de mdscaras em proveito do 
tempo. Se, a despeito de todos os cuida- 
dos. a animacao do seu programa mos- 
trar-se demasiadamenle lenta. restrinja a 
a^ao a um unico setor de tela, que. por 
ser um leri^o do todo, reduz proporcio- 
nalmente o tempo na hora de refazer a 
paisagem ou limpar o arquivo de co- 
lisdes. 

Quanto d velocidade de deslocamen- 
to das figuras, um recurso muito usado 
e aumentar ou diminuir o passo, manei- 
ra simples e eficiente de se exercer o 



controle sem inlerferir nas demais a^Oes 
do programa. 

Mas, se voce nao esta a fim de se des- 
gastar inutilmente, deixe por nossa con- 
ta e aguarde a publica^ao. a partir do 
pr6ximo nOmero, do SGA - Sistema 
Gerenciador de Animacao que vai re- 
duzir tudo isso a umas poucas instrut^Oes 
em linguagem de alto ni'vel. 

Bern, mas deixemos de conversa fiada 
e passemos logo ao tema central de hoje, 
que i o... 

EDITOR DE MODELOS 1.0 

editor de Modelos 1 .0 (EM 1 .0) t 

especialmente voltado para o SGA. po- 
r^m nada impede que outros programas 
fa^am uso dos modelos por elegerados. 
Pelo contr^rio, esses modelos sao colo- 
cados em vari^veis alfanum^ricas do 
BASIC justamente para facilitar o manu- 
seio por outros programas. 

Digite cuidadosamente o EM 1.0(lis- 
tagem 1) em um equipamento com 48 
Kb de memoria e tecle RUN 9900. para 
montar algumas rotinas em linguagem 
de maquina na linha 9999. Se nenhum 
erro for acusado. apague as linhas 9900 
ate 9913. inclusive, e grave com RUN 
9000. Caso contrdrio. corrija o erro e 



MrCRO SISTEMAS. setembro/87 



S5 



• Claudia di F, s. Bitttncourt * 

• nice 9ii\ta»s - itt ' lOS* • 



s DBF rn tivj.Bccf ■.a56*pee»' 

t'S LET «rfN I .S362-' -2':'B 
S BORDER S Cl! POINT POPER 
S. "*****••*•* CD-nOD i.e *••*•• 
•«•<« Cliudis dt P. e. Bitttncsu 
rt ** Micro Siiitxi - ttt 19 

•7 •***«**•* *•**...•**»»•>* 

' •••• ' 

ftS PBIt4T PAPEO 6. 'CBiaP e^ITCiP 

■■."PfiOjerae duplicbb . flOBCOfip 

■ .'CRRResAD IN'^eRTCB . ' RPACBP 
. eSPCLMSR . MUtXW TITOLO , MOMT 
RB nODCLOS " . "GRR<^D" "HOnTRB MAS 
C00A5" 

?B POINT POINT FOR '■! TO 

11 ROINT CHOI ((.9ei,"l -."Hf 
.CHR« ii.ieTi.-i ■■.xilfUli nBji 

f * 

73 POINT se SPRCe >i>d* funcio 

LCTRR I >tcuta 

■r* PRPBR a otieo i print ot b 

q. BRlCrfT 1, 

75 LET a*«tp»I.S*q &OUN0 .1 3 
-36 

76 LET I»«IN^CV• LET fuCO&C I 
(-96 

76 IF H'--» «ND If<«"v THEN 
POINT RT letn-ai RNS mill ,16 
RnC r. 11 FLOS" 1, QT ai.O, 

iount^ .0909.30 QCTo i0e<o-«e0 

90 IF IJ. THEN GOTO 76 



.P-* LET s.ilft ONO q>9l 

97 GOTO 74 

l«e REn rtil«i!«l(cl curior 

lie POKE S361" 

i2« POKE asese « 

130 RETURN 

a00 PEN CS^vt-t* <1l.liqu«r t 
ai0 POfE FN I (236371 *9.n>96 
BE FN ' 'a:63-i *1- ri*96 

aao cm >ii>Le>< >>< let ■■>»• 

230 LET niCOC'C aiasi 
240 LET viCOOE ■■>14i 

a«s betvom 

250 OEM convtnt ■■ tB quaiquc 
360 POKE FN ( iS3«37j.5.n.»e PC 
".E FN ( •Si6^-': il*,n+96 
370 CIH IdLEN •■! LET l***fl 
200 oeruBN 

300 REM RDtini d* «<-ro 
310 BOND U5R 3*36 POINT «0 «l 

R5N i.Toe 7, 'ooeRBcao inurlic'^ 

. FLASH 0; "API rt* ijai t(CLi Pi'- 
* rt tor n»r ■ 

330 SOUND 1 -34 

330 IF INf.Ev*' ■■ TMEN GOTO 33B 

340 PRUSE GOTO 60 
1300 REn Ed 1 >. ■ r 

1201 IF rini.0 TMCN GOTO 1820 

1202 G05UB S0A 

1306 LET i>14>C0Cie aaoitntv 
laoo LET !■■ NflO- IF nini.3 tnE 

t- LC' !«■ SIH ■ 

1310 cl; OBIHT bt 3.11, -RElRto 
RIO" CMR9 io»96i,-i -.itini 

'OURNTIORDE nODBLOS '.CODE ■ ■ ' 

3> CIMBNSOeS 1 tiOOELO -.iTB* 

h, ■ > ■ , STOi V . > -, Kfv ■ ■ •TEN no 
SCAAAS ''_' , II TRnRNHO TOTRl DA 

_. _ . __ . H T 

MEN ^ET !••' BOINT AT 16.3 Fl 

R8H I nao rode SER EDITADO ■ 

1214 PRINT S0. RPEBTE euRLO 

UBB tbcla- pause 

1315 IF li. . TMEN GOTO 60 

1316 ClS band USB H»3i SOTO 
1400 

1330 Input nok d* fifur* lati 

10 U>r«i< .1) G0SU6 100 IF 

tt' THEN GOTO 60 

122S LET >|ln>ax| PRINT - •>■ 

ini 

1330 INPUT "Di*«n»l« KoriiOTMti 

■ ■ byltt ll • 4i ".h G06ue 

1*0 
1240 IF h/1 00 n.4 TMEN SOTO 133 

1350 INPUT DiacniiO vfriicii il 

■ 221 '.V COSUB 100 

1260 IF v'l OR V 33 THEN GOTO 13 
SO 

1365 DIH moxv*!*! 

1267 ;,eT ■»b-iNr <t.»v^a56' 

1366 LET Ut<-h*v-3Seta>t> 

1370 LET tfi TO 14>.CHOt iJttCH 

R* iIC'CnRt l>CNBt 1*CNB1 4.CnBt 
d-tCNBt 0tC1B« O'CHEI S64CHB( S4 
.CMBt il36-4th. .CMRi iGO-k- S'lCH 
at htCHBt -J 
12S0 LET n (fl. -1 Cl5 
1400 O'JtB 1 RARER 0. INK 9 
1410 FOR f«0 TO v-1 
1430 PRINT ul' TO KtSI 

1425 NC'T ' 

1426 DRINT lO.iInRI in*eAi,"i " ^ 
( >ri I BETORnRR O" 

1430 LET ..INT (K*4' LET y.INT 

1433 GOTO 1437 

1435 IF C'vO THEN POKE 22Sa6*>'< 
38tuv <■ 

1436 PRINT RT 4V >>'CHR> 146 

1437 POINT RT #,..CHR9 145 
1440 SOUNCl .0005,35 

1442 LET ir>' LET UVaU 



1449 RRU6E O LET z (PEEK 33960 
LET !.7..«9 AND I i361 

1446 IF t>93 THEN LET Kz-16 LE 
T CO 

1447 GOTO It 1450 
1457 GOTO 1445 
1456 GOTO 146? 

1499 GOTO 14B0 . 

1460 GOTO 1466 

1461 GOTO 1469 

1466 GOTO 1449 

1467 LET >>i-t>>0> GOTO 1435 
1460 LET vauXW'V-ll GOTO 1435 
1469 LET w-{u>0l GOTO 1435 
1490 LET .•1*11 'ht6-II SOTO 143 
9 

1*97 GOTO 1445 

1406 SOUND .0009,30 BAND U9R <« 

*9> GOSUB 350 SOTO 60 

1909 GOTO 1445 

1600 REH duFtiCir 

1610 IF nin>pO THEN GOTO 60 

1620 PBIHT BO, AT 1,0 "T(<(t » It 

trt d* dupucal* 10 rttarn* 

' ■' . . 

1030 PAU9E LET ■■CODE INKEY>- 

96 

1040 IF ■<! OB xaa OR am THEN 

COTO 60 

1645 IF nial'ilB THEN GOTO 60 

1650 PRINT RT O.a-'ll AND a>ll> . 

16 RNC Bill. 08IOMT 1, ■ 

1999 SOUND .1.24 

1660 INPUT "Noat d4 duplicat* 

",Z9 COSUB 109 IF !•■"" THEN a 

OTO 60 

1665 LET xliaiaii LET nialal 

1670 OOSUe 800 

1660 LET n >• 

1690 SO SUB 290 

1700 SOTO 60 

aaOO REM 'Ota 

3010 IF n inJ , .0 tmeN GOTO 60 

3030 INPUT MOa« at figura ou EN 

TEB '.!■ 005UB 100 

3059 CL5 

3027 IF I». ■■ TMEN PRINT BO, Pf 

ocur»nao ' :» 

3030 LORD :• DRTR asii 

3040 GOSUB 290 

3050 IF it> TMEN SOUNO .1,34 

INPUT "NDit at liiurt ".!■ GO 

SUB 100 SOTO 3090 

3060 LET .tin. >ia 

3M0 IF CODE ■■131 il THEN LET ni 

01 '1 GOTO 60 

2090 LET n in I 13 

8100 IF ICOOE «fll> tSSStCODE ■■< 

81 ) *C0OE atOKlliLBN ■« THEN LE 

T n ini -3 

alio GOTO 60 

3400 REH dtttiar 

8410 IF fiin>-0 THEN GOTO 60 

3420 POINT >0 RT 1.0 FLASH 1, "A 

BACRB ' xacni, ' ■'-. FLA6H O.TAO 

27. - ti,-nr- , . 

3430 LET tflNKCrS 

8440 IF ia>"n THEN eOTO 60 

2450 IF z»< ■ t THEN COTO 3430 

3460 LET ninii0 LET lOlnl-"" 

2480 DIM *a I ll 

3490 GOSUB 850 

3500 GOTO 60 

3000 REH audir tituio 

2S10 IF n>nla0 THEN COTO 60 

2020 INPUT NOVO noa* MO GO 

SUB 100 JF !•■' " THEN GOTO 60 

2630 LET Ktin) ■!■ 

2640 GOTO 60 

3800 REH SAVE aodalo 

3810 IF n<n)'a THEN GOTO 60 

3830 QOSUB 200 

3889 BRNO USB 3436 

3230 SAVE xtmi DATR H|n 

3239 CLS 

3840 BPtNT ao. Procurando '.■■m 

I 

3845 PRINT RT 6.0, ' UOUt ( 'll 

a pari o ucri'v " print prin 
T " e> C*>0 d( trro SOTO 1" 

,AT 0.0. 

3890 SOUND .1,34 VERI^Y >•!») 
ATA ■ a I I 

3860 COTS 60 

3600 REM Projitar 

3610 IF nrni>0 TmEN GOTO 60 

3612 GOSUB 300 

3615 CLS PRINT O/q (tela ania 

• ' t '■txorntr" 

3630 POHC ■•9O.n>108 

3630 BAND USB >«4911 

3640 PAUSE 

3690 IF INKEf*' 0- TMEN GOTO 36 

30 

3655 LET ••i4i>CHRt 1 

3657 QOSUB 290 

3660 SOTO 60 

4000 CCH »4rtgir 

4010 IF nmi.O THEN GOTO 60 

4018 IF ri'nl ;1 THEN GOTO 300 

4019 S0SU8 800 LET x«.aa 
4030 PRINT ao.RT 1.0, "h hon:. 

V vft . Or* torn*' . . 

4029 SOUNO .1,34 

4030 LET t.CODE INHEya 
4040 IF ii>4g THEN GOTO 60 

4090 IF t.>104 RNC ('>116 TMEN ^ 

DTD 4030 

4099 LET *a7*INT (I'lSi 

4097 PRINT 00, AT 0,10. l't4ORIZ0NT 

RL AND UlS't.'ueBTICRL" AND n 

141 

4060 PRINT ae.RT 1.0."T<Cl* • It 

tra dD igrtgtdo , O rdorn*",. 

4069 SOUND . 1.84 

4067 IF INHErao -' THCN SOTO 406 



4070 LET n-CODE INKEV)-9e 

4075 IF fl.-48 TMEN GOTO 60 

4060 IF n<l OB n,33 THEN GOTO 40 

70 

4000 IF n(ni.0 TMEN GOTO 4070 

4093 IF ninl>l then 60T0 300 

4095 PRINT RT O^n-ril AND n'll< , 

1*116 AND n>lli, BRIGHT 1." 

•100 COSUB 200 

• 109 LET •■■41-3* ll>l<i 

4110 IF ■•'•i<>I(ltl THEN QOTO 3 

00 

4119 LET d>CODE *|ilii*caDE Ifiii 

4120 IF d>38*ll60 ttHtf t>14i THEN 
GOTO 300 

4150 LET M.CODE ia(13l LET vl. 

CODE :9<14< 

4155 POINT ao.RT l,0."T*t(* ■ It 

vra do produto 'inti o rttorni 

4157 SOUND .1,34 

4160 LET n-CODE 1NKEy«-06 

4163 IF nm-46 THEN COTO 60 

4165 IF n'l OB ri>83 THEN GOTO 41 

60 

4170 IF ninii'.O THEN GOTO 4160 

4171 PRINT AT 9*n- 111 RND n I 111 , 
16 AND nm. FLR9M 6. PAPER 5 . ■ 

4173 SOUNO .1.34 

«17S INPUT Noai do arsauto (ina 

I ".■ami GOSUB 100 

4180 LET fl ini .1 

4165 LET ia>i(<as<l5 TO ) 

4190 LET It It I aCHR* d 

4193 LET dda96-d/3 

4109 IF 1*14 THEN GOTO 4319 

4197 PRINT ao.TAB 12 FLASH I. a 

GUARDE" 

4800 FOB Isv.l TO STEP -1 

4810 FOB 9*Kl TO 1 STEP -1 

4320 LET It I !*• r t (>i<hl I *i I sza < 14 

*l thl*ei 

4230 NEXT a 

4840 NEXT J 

4390 FOB f>0 TO v-1 

4260 FOR g>M«l TO d 

4270 LET I|<14*r tdt(i ■■Sil«*r th< 

9-nl. 

4360 NE^T « 

4390 NE'T * 

4300 LET dd<186-d*4 

4310 DIM aaiLEN III LET ■•■zt 

LET II. ■ ■ 

4330 LET ■lit-aiiCHRI dd 

4330 COSUB 350 

4340 GOTO 60 

4400 BEH invtntr 

4410 IF nini-0 Then goto 60 

4415 IF n<fii .1 then goto 300 

4430 PRINT ao.RT 1,0, FlRSH I, t 

NUEBTER ■■.lO'Pi'," ■>-. FLRSH O.TA 

27, ■ urni ". , 

4430 LET IlalNKEVI 

4440. IF I|-"n OB ZS>"N' THEN GO 

TO 60 

4490 IF II-' ■ ■ J ■ AND III 1 'S- THEN 

GOTO 4430 
4499 SOUND .1.34 PRINT 10 . RT 1. 
0.TB9 12, FLASH 1. ■RGURBOB ■. FlO 
SM 0. 

4*60 GOSUB 200 
4*70 FOB Fa 15 TO LEN ■! 
4480 LET •iiti.CMBI 1359-CODE ■• 

4*90 NEI^ ' 
*90O GOSUB 350 
4910 GOTO 6« 

*eo0 REN tip* inar 

*609 IF ninliO THEN GOTO 60 

4607 JF nini )1 Then GOTO 300 

4610 PRINT 10, aT 1 .0, hlnDriz . 

nt v«f t . Oi rtxornf 

*619 GOSuB 300 

4630 LET I|>B| 

4635 IF INK.Evl. ' ■ TNEN GOTO 483 
9 

4630 LET I .CODE INKEl'f 

4640 IF t .46 THEN GOTO 60 

4650 IF 1.86 OB i.tie THEN GOTO 

4000 IF I o72 AND ■')104 THEN CO 
TO 4B30 

4870 SOUND .134 PRINT 10. AT 1. 
22. >l0RJI0NTaL-.TR9 12. FUA8H 1. 
'RGUARDE . FLASH 0. 
4080 FOR '.0 TO «-l 
4089 LET >. ■14*n«r 
489B FOB 9.1 TO K 
4900 ..ET t .0 

4910 ..BT ..CODE l|il»h-9»li 
4926 FOB .i>l TO 6 
4S30 LET i-INT i/8 
4940 IF i.jINT t THEN LET ■,■■421 

4990 NEXT J 

4960 ..ET nil k<gi aCHBI » 
*B"6 NC>T g 
4060 NE-T ' 

4900 GOSUB 250 GOTO 60 
5000 SOUND .1 2* PRINT BO.RT 1. 
24 '.PERT ICRL . TAB 12 . FLASH 1 . fl 
GUARDE FlRSM e 
9010 FOB ( .0 TO • -1 
5030 FOR 9'1 TO r. 

5030 LET ■•Il*t9*t*ni az|i 14*94 lu 
-t-li thi 
9040 GOTO 4970 
9200 BEH Hont*' acdaio 
9210 IF nifii'iO THEN GOTO 69 
5830 INPk/T Digit* uat stqirincif 
d* Boatioi d* idlnticat diaanif 



IF n in I I > I TMCN 



11 



11 



52*0 SOSUB 100 

5350 IF lEn II-3 TMEN GOTO 300 

9260 LET a.n 

5270 LET l.LEN Zl Din I'll 

9860 FOR (-1 TO I LET IKiaCODE 



II" I -96 NEXT r 
5300 FOB r al TO I 
5310 LET naiifi IF niniiil Then 

GOTO 300 
5320 GOSUB 200 

5329 IF fal THEN LET Z|a«( LET 
Kl.h LET vl.v COTO 9390 

5330 IF hl'iFi OB ul'iv THEN GOTO 
300 

5340 LET I|>I|4«S<19 TO 1 
5350 NEXT r 
9360 LET I|i3i aCHRI L 
5370 DIM >tiLEN III LET vl-II 
5360 LET fiaa COSUB 350 
5390 LET n mi af 
5399 SOUND . 1 , 84 

5*00 INPi/T ElCDih* ua noai par* 
carijunto aortado ":io IP i 

•a THEN GOTO 9400 

5405 LET 'Sini ■!• 

9410 GOSUB 100 

9420 GOTO 60 

9600 BEH Honta'- aaieari 

5610 IF r>in>-0 THEN COTO 60 

5619 IF riinia3 Then GOTO 300 

9620 GOSUB 300 

9629 LET t-COOE aSISi 

9630 InPuT 'D191I* utt l*qu(nc 
I* d« *5TR| 14CHRI 134'*oattQ* 
•atic*!*! dt diain*ft*f '4CHBI 13*S 
TBI n4-'4STB» v.- Ml 

96*0 IF LEN II' 'L THEN GOTO 300 

564! LET hl.R i.ET via. 

9650 OIH (, I ll 

5655 LET Ban 

5860 FOB 'al TO 1, LET I ' M aCOOE 

II I < > -96 NE»T ( 

5870 LET Ilasf 

9680 FOB 'al fo 1 

5690 LET n.l If I 

GOTO 300 

9700 SOSUB 209 

9716 IF hi., ft oe «H)V TMBN GOTO 

300 

5730 LET I|>Z04B|I19 TO I 

9739 NEXT ' 

5735 OIH aliLEN 101 LET ■•■II 

5~*0 LET riaa 

5-90 LET mm ■S 

!'6B SOSuS 850 

5 — a SOTO 60 

9000 CEH sa^;e iiapa 

9010 ClERB 

9020 DIM ni2a> OIH ■|i83,10i 

9100 OEM SAVE coa v»i-iavtii 

9110 SRi^E ED-MOD 1.0" LINE 9120 

STOP 
9120 UDC O REM OBitir t(t* liih 
a no SPECTRUM 
9ia9 RESTORE 9170 
9130 FOB r.O TO 15 READ 4 POKE 

USB »"4( .4 NEXT ' 
9140 DIM vli33< FOR fal TO 38 
LET ^|>n.CHR| 144 NEltT ( 
9150 LET p.* LET qaO 
9160 GOTO 60 

9170 DHTn 855 129. 129, 129. 129 12 
9,139 355,0. 0.0. 24. 2*. 0.0.0 
9000 REH Honta9ca dat rotinai 

9901 LET (.FN '1836871-200 LET 
I'O 

9902 ClS PBInT RT 10,13, IF P 
EBi- i*-li 234 Then PRINT flash 
1. Er-'O n* .,inm 9999" STOP 
90O3 PRINT FlRSM 1 "OGURBOE" 
0904 RESTORE 9009 

9905 FOB ' aO TO a--8 RERD • ROK 
E f*f a LET |at4* NElTT ' 

9906 ClS PRINT RT 10.0 

9907 IF Ia3831S THEN PRINT "Linh 

a 9994 peontt STOP 

0906 PRINT FLASH LECfO d* 

di9it*cIo CKt^ui •* tinhal DAT 

A" 

B909 CATR 13.128.119,36.13.33,35 

3.255,167.34.4,33.2*7,399.99.337 
.91,93,93.313.249,9,34.93.02,309 
, 1 76 . 40 , 1 , 10 , . 9 , 76 , 39 . 70 , 62 , 4 . 1 

45.33,33 

0910 DRTB 23.09,38,0.331.33,9.60 
.2*1.62 7.2*9,197.39,6.8,345.56. 
9. 203. 6. 46. 3. 321. 119, 0.34, 6. 231, 
190,0,63.303 22.821,39,8*1.16.23 
3.13.33.337,221.25 103,8*1.16.21 
9.335 34,93.93,201 

0911 C'RTR 42,79.98.126.864.128.2 
00.354 193. 40. 6. 20s, 16*. 29. 239. 3 
4.3*2.17.16.0 29.04,39.66 39.76, 
39.70,35.389.331,235.313.231.136 

.345.345.321 .190.2*4.96. 1,175,60 
.331,119.2*9,241.231.04,243.321. 
66.8*3.3*. 1 29.61.33.358.339.331 
.229.300.239.197.845,135,230 7.6 
0,71,241,107,14,1,803,9,16.358.6 
3 

9013 C^RTR -.164:6.3,203.60,303,6 
1,16.350,349.12* 19.19 19 230,22 
*, 161 . Ill , 12* .2>e.24 .246 64 103 
2*1.160,103.131.309.303,30,337.6 
8,09. 193, 107.339 .66 . 197 . 175 . 70 .8 
21 . 126 

9013 DRTR 9,33.31.803.35.16,351, 
71 , 123 166 . 176 , 110 35 . 183 .47. 166 
.177.119.103.331 39 13.32,337.38 
5.184,15.15.15.196 32,2*5 7,7 7 
103,241,*«.1S 125,196.32 111*6 
0914 DRTR 13.13* 108,8.103.330.3 
4 .894 . 34 . 33 . 2 . 172 , 103 . 193 , 16 . 186 
.801 
9900 REH Nao a* apiou* naa adita 

XXXXKXXXXJfU^KXlOIXKKXKXXXKKXXKXXl 
XXXKXXXXXKNXXXXXKKXXXKXKXXXXXKxa 
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXKXNKXXXXXIS 
XXXXXXXXXMXaxXXXXKXXXKIXKXXXXX(4 
XXXXXXXXXKXXXIXXXXXXXXKKKXXXIX>9 
XXXXKXXXXKXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX6 
XKXXNXXKXMXXXXXXXXKXXXXXKXXXXXX? 

xxxxxxxxKXxxxxxxNxxxxxKXXxxxxMKo 



repita a operagao. 

Ao ser carregado no micro, o EM 1 .0 
apresenta a tela principal, mostrada na 
figura 1, onde podemos destacar dois 
campos: o de fun^Oes e o de figuras, 

Cada figura ^ associada a uma letra 
do alfabeto, de a at^ v, e recebe um no- 
me. ^ escolha do usudrio,.de no mixlmo 



10 letras. Pode-se trabalhar com ate 22 
figuras de cada vez. 

Um cursor em BRIGHT move-se no 
campo de fun^Oes. acionado pela tecla 
"SPACE". Ao ser pressionada a tecla de 
uma letra, a fun^ao em destaque, case 
seja uma opera^So vdlida, 6 aplicada ^ 
figura referente a essa letra. Caso a fun- 



?ao nao seja compati'vel com a letra es- 
colhida, a ordem sera ignorada. 

Figuras sem mascara, constitui'das de 
um linico modelo, sSo per n6s chamadas 
de "figuras simples". Ao serem criadas, 
todas as figuras s3o simples, e assim per- 
manecem al^ que sejam montadas, jun- 
tamente com outras. formando figuras 



m. 



MICRO SISTE MAS. M»mbro/87 



ANIMApAO GRAFICA NO TK90X 



de vinos modelos, com ou sem mascara. 
Os modelos de uma figura. bem como as 
suas mascaras, se houver, devem ter, 
necessariamente. as mesmas dimens5es. 

ARMAZENAMENTO 

Cada figura, seja ela simples ou nao, ^ 
armazenada em uma varidvel definida 
pela instru^ao DIM. do BASIC, com 
uma dimensSo. Ex.: DIM a$(x). onde x 
6 o comprimento, em quantidade de 
caracteres, da varidvel aS. A vantagem 
de um armazenamento desse lipo € cris- 
taUna: qualquer programa. seja em 
BASIC ou Assembler, tern grande facili- 
dade de acesso i variavei e ao seu con- 
leudo, podendo ler, escrever. gravar em 
fita ou carregar, sem maiores complica- 
?5es. 

Os 14 caracteres iniciais da variivel 
sac reservados aos parametros da figura, 
que sac informaijOes originalmente des- 
linadas ao SGA. mas que podem ser 
liteis a qualquer programa que manipule 
o modelo. Tomemos. como exemplo. 
uma variavei aS, na qual tenham sido 
armazenados dois modelos com dimen- 
sOes 3x10. Essa varidvel ter^ sido cria- 
da pelo EM 1.0 com a instrucao: DIM 
a$ (14+2* 3*10), tendo portanto 74 
caracteres de comprimento. 

Do caraclere 1 at^ o 14 teremos os 
parametros; e do 1 5 em diante os mode- 
los. um apos outro, armazenados na for- 



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CEP 20001 -RiodeJaneiroR) 

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ma mostrada na li?3o 1 (MS nQ 68). Se 
forem inclui'das mascaras, elas serio 
colocadas logo ap6s os modelos, e o 
comprimento da variavei crescera para 
134, pois ser^ necessirio abrigar mais 
2*3*10 caracteres. Observe que.se uma 
figura possuir mascaras, elas existirao, 
obrigatoriamenle, na mesma quantidade 
dos modelos. 

Por hora, basta que saibamoso signi- 
ficado de alguns parametros. Aprovei- 
tando o exemplo anterior teremos: 

CODE a$ (1) =30 ... byte menos 
significativo do taraanho de um modelo 

CODE aS (2) = ... byte mais signifi- 
cativo do tamanho de um modelo 

CODE aS (3) = 2 ... quantidade de 
modelos da figura 

CODE aj (13) = 3 ... largura de um 
modelo 

CODE aS (14) = 10 ... altura de um 
modelo 

Repare que, uma vez criada a figura, 
OS conteiidos desses parametros nSo po- 
dem mais ser alterados. pois referem-se i 
quantidade e as dimensOes dos modelos 
constituintes da figura. Os demais para- 
metros contem informa^fies diversas 
para uso das rotinas de anima^So, po- 
dendo ser alterados pelo usudrio. Esses 
serao vistos na proxima li(;3o, com o 
SGA. Nenhum parametro indica direta- 
mente se uma figura possui ou nSo mas- 
caras, mas isso pode ser facilmenle veri- 
ficado comparando-se o comprimento 
total da variavei (LEN a$)como que se 
esperaria em fungao da quantidade e 
dimensOes dos modelos que a compOem. 

F UNDOES 

As fun?5es do EM 1 .0 foram prepara- 
das de forma a serem auio-explicativas 
para o usuario e, o que 6 mais importan- 
te, com dispositivos de segurani^a contra 
operatjOes desastradas. Todavia.'convem 
que comentemos aqui algumas das fun- 
90es disponi'veis: 

Criar/Editar - esta dupla fun^So cria e 
edita figuras simples com dimensOes at^ 
4 X 22, al^m de emitir um relatbrio so- 
bre qualquer figura existente. As teclas 
de edi^ao sao as mesmas do UDG 2 do 
TK90X; 

Projetar - esta fun(;ao projeta o(s) mo- 
delo(s) de uma figura no arquivo de ima- 
gens. permitindo verificar a qualidade da 
animaijao; 

Agregar - permits juntar duas figuras 
simples na horizontal ou na vertical, des- 
de que tenham, respectivamente, a mes- 
ma altura ou largura - com isso obt€m- 
se figuras simples com dimensOes maio- 
res do que os limites de edifao (4 x 22), 
podendo-se atingir os limites da tela, 
que sao 32 x 192; 

Inverter - inverte os bits de uma figura 
simples: 

Espethar - iransforma uma figura sim- 
ples na sua imagem especular, segundo 
uma das alternativas: 




h-^rizontal 




vertical 





^i 



Montar Modelos - esta fun93o reune os 
modelos de diversas figuras simples, de 
iguais dimensOes. para compor uma figu- 
ra n3o simples, ou seja, uma figura com 
mais de um modelo: 
Montar Mascaras - esta reune figuras 
simples para compor as mascaras de uma 
figura nao simples. E importante obser- 
var que sSo exigidas tantas mascaras 
quantos forem os modelos dessa figura. 

Como o esperto leitor deve estar per- 
cebendo, a i^cnica de utiliza^ao do EM 
1 .0 consiste em criar uma por^So de 
modelos e mascaras de modelos, na for- 
ma de figuras simples, com dimensOes 
de attf 4 x 22, e depois ir compondo os 
modelos grandes e as figuras nao simples 
com as funijSes Agregar, Montar Mode- 
los e Montar Mascaras. 

Duas funv'oes do EM 1 .0 permitem 
armazenar as figuras em fita e recupera- 
las. Sao: Canegar e Gravar, que usam as 
instru(;fies LOAD ... DATA. SAVE ... 
DATA e VERIFY ... DATA, descritas 
no capi'tulo 23 do manual do TK90X. 
Quando se esta trabalhando com muitas 
figuras, essas fungOes tornam-se ledio- 
sas, pois tratam delas uma-a-uma. Mas 
podemos evita-las gravando. de uma s6 
vez, o EM 1.0 com todos os seus arqui- 
vos. Para isso, pare o programa com 
BREAK e tecle GOTO 9100. 

E, finalmente, uma informa^ao im- 
portante: se, por qualquer motivo.o seu 
EM 1 .0 parar, jamais tecle RUN ou 
CLEAR. Coloque-o novamente em fun- 
cionamento com GOTO 1 . 

Por aqui ficamos, amigo leitor, dese- 
jando encontra-lo no pr6ximo numero 
de MS, quando apresentaremos o ja tao 
esperado SGA. Atd la! 

m 



Claudio de Fraitas B. Bittancourt 4 formado 
em engenharia metalurgica e Professor de pds- 
graduafio am engenharia nuclear do IME, Ins- 
tituto Militar da Engenharia, no Rio de Janei- 
ro. 



MICRO SISTEMAS, MI«fTibro/87 




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2001 CONTAS A PAGAR'RECEBEH Czt 268.00 

Cofnp(«to controle de contas a pagar/rec«ber, con) vArias op;0«s de pesqulsa, inclu- 
sAo. exciusfto. 

2002 FINANCAS Cit 268 M 

Programa Que Integra orgamenlo domfistico e coritrole de emissfio de cheques. 26 
calerorias delintveis pelo usu&rio, e controle simult&rieo de al6 quatro contas &anc&- 
rias. 

2003 CONTROLE DE ESTOQUE Cl* 268.00 

Este proQiania t um complelo sislema de conlrol* de materletB. MovJrrwntoi d« en- 

bwta • dt ufds. Emiie lislaaens. 

SM- DATABANK Cf$ 286.00 

O programa DATABANK 6 um vers4t)l banco de didos. com multas OpcOes de arma- 

zenamenic, procure e impress&o de dad<W. 

2006 SUPER TEXTO C/$ 268 00 

Procassador de texts de simples ulitlzacBo. Permlle uOllzar todos OS recuraos de im- 

prcwtD, como por exempio: Subscrlto, Subllnhado, Negrito, etc. 



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2030 - SIMULAOOn DE VOO 737 - Ex- 
celenle simulaQao da pllotagem de um 
Boing 737. 

2031 - XADREZ - Tradicional jogo de 
xadrez para a \\riha M5X. Permite a se- 
le^ao de 7 niveis Ce diliculdade. 

2032 • AVENTURA SUBMAR1NA • Explo- 
re interior ae ur> navio naufragado, 

2033 ■ HYPER SPORTS t/HVPER 
SPORTS 2 

2034 - FISCAL DE ESTOQUE/ MACACO 
ACAD^MICO 

2035 - AVErfTURA ANTARTICA/ARVORE 

hAgica 

2036 - keystone kapers/super 

COBRA 

2037 - ROAD FCHTER/PfltDtO AS- 
SOHBRADO 



2038 ■ TURBOAT/PFTFALL n 

2039 - HERO/FROGGER 

2040 ■ PATRULKA LUNAR/PADEIRO 
MALUCO 

2041 - COLUMBIA^GALAGA 

2042 - RIVER RAID/OECATHLON 

2100 - SPOOKS A LADDERS / COSMOS 

2101 ■ SIBERIA/THESEUS 

2102 - JACKIE CHAN/mAxIMA 

2103 - POLAR STAR/DIZZY BALL 

2104 - NURSEMAN / JUMPING RABBrT 

2105 - SHARK HUNTER/FLtPPER 

2106 - CANNON FIGHTER/ 
HOT SHOE 

2107 - LE MANS/ COLPAX 

2108 ■ PIRAMID WARP/3D BOMBER 
HAN 

210ft - STAR AVENGER/HNO 



SENSACI0NAI5 LAN? AMENTOS: CzS 265.00 - SPECIAL MSX (FIT A) 



SE-01 • FLKSHT DECK:Voc6 6 a comandanle de um porta avtOes nuclear. Sua mis- 
sjio 6 deslruir uma base lerrorlsla. Jogo que alls agSo e eslratAgia. 
CHILLER: Recoiha todas as crutes, evile conlalo com os zumbis e as ararttias e llque 
de o>ho na sua cnergia. 

SE-02 ■ KUNG FU I: Seu desafio 6 com as artes marclais. Voc6 6 o Lee enlrentsndo 
OS cincc lutadores da gang de Chop Suey. 

KUNG FU H: Aqui a lula contlnua. VocO como (Mho de Lee tem de enfrentar a garm de 
Yen Pei, Nfio b IftctM 

SE-03 - SEA HARRIER: SensscionaJ slmula^So com o jato que tanto sucesso lez na 
gusrra das Malvmas. Voc6 poderd: decolar e lluluar sobre a platalonna de pouso, 
acelerar para longe. perseguir e destru» aeronaves miniigas, depois relornar para 
uma suave aternssagem vertical no Porta-aviOes, Um simulador de v6o complete com 
manual detalhado (14 pdginas), 

SNOOKER ■ Perleita simula^fio de uma partlda de sinuca. Sensaclonal. 
SE-04 - FUTEBOL: A mais perleita e sensaclonal simula^io de um jogo de Futebol. 
Dispute uma partlda completa alacando, deternlando, lazendo passes, ctiutando a 
go I, etc. 

PING PONG: Um qrande desaflo para as suas cortadas. 

SE-OS - HYPER SPORTS 3: Parlicipe de 4 sensacionais modalldades esportlvas: C^ 
clismo. Salts triplo. Curling e Salto com vara. 

ZAXXON: Pilole sua nave cspacial e deslrua o castelo do Zaxxon. Perlelto eteito Ir>- 
di(T>ensionai. 

SE>IM - JET SET WILLY II: Enquanto se recuperava no Hospital de uma grande quo- 
ds de escada. Willy chamou os empreiteiros.Ele achou estranho que eles tivessem a 
pele de cor verde, mas, pediu-lhes que removessem os degraus cujas bordas esti- 
vessem deteituosas. O problema 6 que eles acrescentaram 6 nova casa muiio mals 
obras do que lore traiado e nOo quisoram cobrar. Ajude Wlliy a contiecer a nova 
mansdo. Manual completo com exclusivo Guia das 1 39 salas do |ogo. 
PAST FINDER: Pasi Finder A o nome de um seleio niimero de pessoas que no ano de 
S878 de nossa era vivem aven iu r a d e grandes exptorafbes. Voc6 pode panicipar das 
saploragftes com o vefculo LES^BR por uma terra desconhecida e habitada pelo ex- 
cesso de radia^Ao. 

SE-07 - KMGKT LORE: Voc6 6 projetado como um simples rrwHal que se transforma 
num loDisomem quando o sol se p6e. O ilnico meio de resolver seu dilema 6 procurer 
o leijicei'o Melkhior, que esid escondido nas prplundozas do Casteio Knight Lore. 
Jogo tridimensional. 

EXERION: Hum pianeta dislanle, destrua os Inimigos que se aproximam. 
SE-08 - ALIEN 8: HA multo. muilO tempo... num planatadlstante, o filtlmo dos guar- 
dibes prepara sua nave estelar para sua viagam Mnal. Todos os arguivos e connecl- 
menios loram armazenados a bordo da nave )unlamenle com sua raga preservada 
criogentcamenie. Passam sftculos. entflo, de repenie. o compulador central o acorda 
com a inlormacao de que a nave loi invadida por alenlgenas e o sisiema de manuten- 
;Ao Oe vida cst3o daniticados. Em lorma de um robA vocA lem a tarela de consartsr o 
ststema de manulen^ao. Jogo iridimerisional. 

GRAN NATIONAL: Aqui seu desafio 6 com uma corrida de cavalos com obstAculos. 
SE-09 - TWIN SEE: Voc6 6 um astronaula, voando e destruindo seres que vem ctie- 
garvdo. Um programa emocionanie, 

BUCK ROGER' Leve sua nave atrav6s das barreiras eletrOnicas. destrua as naves 
inimigas. levanie v6o e destrua a rtave mAe. 

5E-1D - HYPER RALLY: Paritcipe de um rail por cenArlos espetaculares- Vocd terft 
gue entreniar 1 3 estSgios, inclusive uma lerrlvet tempestade. Jogo tridimensional. 
CHOROC: Que tal montar utn tusqumha'^ NSo 6 t&o (icil assim. 

SE- 1 1 - RAID ON BUNGELING BAY: Sua missAo 6 piloiar um helic6plero, dsstruir as 
bases mimigas que estSo situadas em vArias ilhas. 

SPELUNKER: Voc€ terd que enlrenlar um incrfvel lantaama. Multa afSo e movlmento 
num logo mullo animado. 

SE-12 - KNIGHT HARE: Voc^ vat peneirar num mundo encaniado. Seu objetivo, 
checar al^ a ramha, destrumdo lodos as demOnios. 
CIRCUS CHARLIE: Ajude o hetdi a Iranspor lodos obsiAculos circences. 
SE-13 - NORT SEA HELICOPTER: Nort Sea Helicopter « uma simula^ao de salva- 
meniocom rielic6ptero. 
MAGICAL KID WIZ: A|ude o mago destrulr os dragtoa « aatvar a princaaa. 



MSX - DISCO 



MDA 31 CONTAS A PAGAR'RECEBEB Cwi 660 00 

Completo controle de conias a pagar/receber, com varies opfAes de pesqulsa, Irtclu- 

s&o, sxclusbo. Permiie e aelini^fio peio usudno das cores da tela 

UDA.32 FINANCAS Ci* B60.m 

Progtama que Integra orcairtenio domistico e controle de emlseflo de ctiequos. 26 

calagonas delinkeis pelo usu&rio, e controle simult&neo de at6 quatro contas bancft- 

rias 

MDA.33 CONTROLE DE ESTOQUE Czt 680.00 

Este programa 6 um completo sistema de controle de matsrlais. Movimentos de an- 

trada e saFda. 

S£RIE GAME COLECTION: 6 JOGOS P/ DISCO: Cil B30.O0 

HOJ-01 GAME COLECTION 1: Hyper 

Sports 1 - Hyper Sports 3 - Kung Fu 1 - 
Kung Fu 2 ■ Decathlon 



MDJ-03 GAME COLECTION Z Ping- 
pong - Futebol - River Raid - Cotum[>la ■ 
Galaga ■ Super cobra 
MDJ-03 GAME COLECTION 3: Fiscal de 
Esloque - Arvore Mftgica - Aventura A.n- 
tSnica - Prfidio Assombrado ■ Padeiro 
Maluco - Jumping Rabbil 
MDJ-04 GAME COLECTION 4: Road 



Fighter - King's Valley - Esquadrao Alia 
- Keystone Kapers - Super Cobra - Flip- 
per 

HOJ-05 GAME COLECTION 5: Gonnles - 
Past FIrvJer - Piramid Warp - Lunar Ro- 
ver - Theseus ■ Cosmos 
II3J-06 GAME COLECTION 6: Xsdrez - 
Turboal - Pillall II - Spoohs & Ladders - 
Heto - Frogger 

MDJ-07 GAME COLECTION 7: Hyper 
Rally - Zaxxon II - Twin Bee - Snooker - 
Columbia II- Ezerium 



TK 90X / TK 95 / SPECTRUM 



901 CONTAS A PAGAR E RECEBER 48K Czl 200 00 

902 SOFGRAF 48K: O mais poderoso o completo programa grdtico para esia Unha 
Cit 200.00 

903 SOFTFILE 48K: Um poderoso banco de dadot, numerosas op90es diaponrvals. 
Cit 21B.00 

904 FINANQAS 48K: Controle auas flnan^as de manelra Btmptet e endenle. Cat 
Cii 200,00 

JOOOS ESPECIAIS 

920 SIMULADOR DE VdO 48K: Sensaoonai e realfstica SimulacSo de vAo. Czl 
200.00 

921 XADREZ 48K: O toqo tfoi rela em varalo com 10 nTvels. Cti 158.00 

922 PORTAL DO TEMPO 48K: Sensaclonal guerra nas estrelas. VArlos nrveis de din- 
cuidade. Cis 200,00 

923 GUERRA NAS ESTRELAS 4aK: Slmulatflo 3D do filme 'Guerra nas Estrelas". 
CiS 1S9 00 

B24 KARATEKA 48K: Sensaclonal adi^ao do (ogo Karateka do Apple. Czt ISS.OO 

GAME PACKS: Ci» 153,00 

940 GAME PACK 4SK: Knight Lore - Ma- 949 GAME PACK 4SK: Attc Atac - Ad 



nic Miner 

941 GAME PACK 48K: Psytron - 
Kong 

942 GAME PACK 48K: Peneirator - 
Chequered Flag 

943 GAME PACK 4aK: Futl ThrotUa - 
Zoom 

944 GAME PACK 48K: Cavelon - Mr. 
Wimp 

945 GAME PACK 48K: Android 2 • Lu- 
nattadt 

946 GAME PACK 4aK: Tornado Uw Le- 
vel - TutanKamun 

947 GAME PACK 48K: Decathlon 1 - De- 
cathlon 2 

948 GAME PACK 4SK: Pyjamarama - 
Jungle Trouble 



Astra 

950 GAME PACK 48K: Lunar Jetman - 
Warloc ol Firelop Mountain 

951 GAME PACK 4aK: Moon Alen - Jet 
Set Willy 

952 GAME PACK 4aK: Undarwurtde - 
Scuba Dive 

953 GAME PACK 48K; Fighter Pilot - 
ComOal Zone 

980 GAME PACK 18K: CooKle - Centt- 
ped 

981 GAME PACK 1SK: Jet Pac - Setddab 
Attack 

982 GAME PACK 16K: Pssst ■ Thrusta 

983 GAME PACK 15K: Enduro - Pinball 

984 GAME PACK 16K: Oeathchase - 
Jumping Jack 



CP 400 / TRS COLOR 



ROO SOFTCALC S4K: A planiltia mais perleita e de maiores recursos atA tw|e deserv 
volvida. Cit 270,00 

601 CONTAS A PAGAR/RECEBER 64K: Controle de contas a pagar/receber. Emito 
relalfirros impresses. C/l 200. W 

602 CONTROLE DE ESTOQUE 64K: Movimentos de entrada e safda. busca por no- 
me, estoqufis abaixo do mfnimo e por cftdigo. CiS 200.00 

603 SOFT FILE 54K: Banco de dados prAUco e muito simples de ser usado. CiS 
200.00 

604 SOFTERM 16/64K: Programa para Comunlca^ao. Acasso ao Clraitdto. (300 
bauds). Cil 364.00 

605 SUPER TELA 1S/64K: Programa que transforma a tela orlglrMi para 51x24 Ih 
nhas. Czt 200,00 



JOOOS P' TRS 

GAME PACK 200 - 32K: Zaxxon - Super 

Nova 

GAME PACK 201 - 32K: Donkey King - 

Birds 

GAME PACK 202 - 32K: Moon Hopper - 

Delons© 

GAME PACK 203 - 32K: Esqui - G0II - 

TSnis 

GAME PACK 204 - 32K: Cashman ■ Ca- 

te/pillar - Color Ped 

GAME PACK 205 - 32K: Lunar Rover 

Patrol - Doodle - Bumpers 

GAHE PACK 206 - 32K: Bagman • Gran 

Prix - Moon Sutle 



COLOR: Cz* 159.00 

GAME PACK 207 - 32Ki Trapfal - CutMr 

- Polaris 

GAME PACK 208 - 32K: Speed Racar - 

Shamus ■ Tuis Tomb 

GAME PACK 209 - 32K: Buzzard Bald - 

Demon Seed- Zero G. 

GAME PACK 100 - 16K: Chopper - 

Shark 

GAME PACK 101 - lOK: Astro Blast - 

Frogger 

GAME PACK 102 - 16K: Moon Suttte • 

Defense- Color Ped 

GAME PACK 103 - t6K: Birds - Bumpers 

- Super Move 



290 SIMULADOR DE v60: Segue Ampio manual, com 10 Mapas de VOo. Crt 200 n 

291 MARINHEIRO 64K: Ajude marlnheiro a conqulstar Elsie. Cz4 ISS.OO 



Faqa seu pedido por carta relacK>nando o cOdigo dos produ- 
tos.quantidades, valor unitdrio e total. Nao esque^ de infoimar o 
local para remessa. Anexe cheque nominal i SOFTMARK LTDA, ou 
se pretehr. Vale Postal pag^vel na Agencia Central dos Correlosein 
Sao Paulo. PRAZO MAXIMO PARA ENTREGA: 10 CHAS UTEIS. 

SOFTMARK LTDA 
R. BtAs Cubas. 360 - CEP 04109 ■ Fone: (Oil) 575-0991 - S. Paulo - SP 



Se voce possui equipamentos das linhas 
ZX Spectrum, MSX, TRS-Color, Apple 
ou mesmo um IBM-PC, entao nao pode 
deixar de ler este artigo sobre gr^ficos e 
anima^ao no microcomputador. 



Segredos da 
FILMATION II 



Renato Degiovani 







^rzffigS. 




% *" I S? *' ^" 

"> — 1 — I — I — I — I — I — I — r 




Acria9ao de jogos em computador i uma atividade 
extremamente excitante. Ela nos obriga a uma s^rie 
de pesquisas e discussOes t^cnicas que, se n3o sSo 
encaradas com mator seriedade pelos "puristas da 
programa^ao" pelo menos nos colocam frente a um mundo 
onde a criatividade i essencial e o inesperado uma constante. 
Apesar disto, ou lalvez em fun9ao disto, bons textos t^cnicos 
ainda sdo escassos, principalmente na Ifngua nativa. 

Por tr^s de uma coloca^ao como esta tsXi a apresenta93o de 
um estigio de desenvolvimento, das t^cnicas atuais de constru- 
^So de jogos e animate grdfica, que pode ser considerado 
como uma tecnologia avan9ada em questOes de criatividade. 
Nada do que serd visto neste artigo, por^m, constitui-se em 
uma grande descoberta. O m^rito maior est^ na originalidade 
que, baseada num casamento de t^cnicas e conceitos eficazes, 
produz um resultado pelo menos exuberante. 

Qualquer usuirio "mais velho" concordari que, apesar dos 
fabricantes de hardware, os criadores de software est3o ai para 
provar que tudo € poss/vel. Talvez, quem sabe, ati mesmo 
colocar 8 bytes em um bit. 




TiiTzi 



^ 



.---#=Sfl 



rCS 



- lii^" 







-I — > — I — 1 — f — r 



Ficj ± : Mbdtilas est.rut,urais de cum 
t.rucSn das certar i as . 



O QUE £ FILMATION 11? 

Projetar um jogo para o computador sempre envolve uma 
questSo de compromisso entre disponibilidade de membria e 
diversidade de elementos. De fato, qualquer que seja o tipo de 
jogo, dos arcades aos adventures, o programador devc estabele- 
cer um limite a partir do qual o seu projeto passa de possivel- 
mente realiz^vel k loucura total. 

A busca por uma melhor performance da rela93o espa^o/ 
desempenho tern levado muitos pesquisadores ^s raias da para- 
ndia total. Sendo um pouco mais realista.eu diria que ha mui- 
to equfvoco passando atestado de descoberta fant^stica, mas € 
inegivel que, nos tiltimos tempos, imia t^cnica sobressaiu-se a 
todas as demais. Trata-se da FILMATION II. 

Ela surgiu em meados de 1985, na Inglaterra, por intermi- 
dio dojogoA'n/g/ir/ore da Ultimate e foi imediatamente descri- 
ta como um processo que garante uma a^So instantanea em 
tr«s dimensOes, usando-se grificos de alta complexibilidade. A 
industria do marketing entrou logo em a^So e brindou-nos com 
a seguinte dcscri5ao: ADVANCED HOME COMPUTER 
ACTION ADVENTURE SIMULATION. 

Exageros k parte, a t^cnica mencionada € realmente um 
novo conceito em cria^flo visual para games. Lindos, maravi- 
Ihosos e simplesmente fantdsticos, os efeitos criados em 
FILMATION U sao para ingles nenhum botai defeito. Isso 
tanto i verdade que a FILMATION II introduziu uma nova 
classifica^ao para os jogos: o arcade adventure. 

Na verdade, esta t^cnica permite aexistSncia, em computa- 
dores de pouca mcm6ria e sem drives, de jogos que sao um 
mito de adventures com o que hA de melhor em animafSo grl- 
fica. Apesar disso ela nao opera milagres, mas os jogos comer- 
ciais que t£m surgido desde entao ja estSo sendo apontados 



10 



MICROSISTEMAS, »l«n*ro/87 



como as melhores produpOes de todos os tempos (bcm ao csti- 
lo Hollywood). 

Jogos como Knightlore, Gunfright, Movie, Sweevo's World, 
Nightshade. Rasputin, Alien 8, Pentagram, Batman, Heavy on 
the Magick, Greyfell, Nuclear Countdown, The Great Scape e 
o incrfvel Failight nos dSo prova mais que suficiente que o 
assunto em questSo merece, por baixo, uma aten9ao toda espe- 
cial. E i justamente isso que faremos aqut. 

A CONCEPCAO DA FILMATION II 

A cria?ao em FILMATION 11 pressupOe um mundo real a 
ser projetado, onde existirSo objetos e seres que devem ser 
dcscritos como fisicamente possiveis. Explico melhor: supo- 
nhamos, por exempio, a existincia de uma "cavema labirinti- 
ca" (na falta de um termo melhor fica este mesmo), onde exis- 
tem morcegos, pedras, um riacho, todias, mesas, bolas, baus, 
sarc6fagos, ratos etc. (nSo me perguntem o que uma mesa faz 
numa cavcma). Todos esses elementos podem ser representa- 
dos por um desenho real tridimensional. Mas isso nSo i tudo, 
pois devemos considerar tamb^m como elementos as paredes 
da cavema, o mato na entrada dela etc.. 

A criatfSo deste mundo imaginirio deve ser de tal forma que 
OS desenhos em alta resolu^So dos elementos nSo roubem o 
espafo das outras fun^Oes do jogo. Isto significa que se uma 
tela em HI-RES, considerada como uma esptfcie de cendrio, 
normalmente ocupa 6 Kb de mem6ria, entSo em 48 Kb i pos- 
sfvel colocar apenas e, tSo somente, oito telas. Assim nosso 
jogo s6 teria oito lugares para se ir e nSo haveria espa90 nem 
para a fun93o de mover-se de um lado para outro ou nenhuma 
outra fun^ao. Nao haveria nem mesmo lugar para o nosso 
nome na apresenta^So do jogo, simplesmente porque n8o have- 
ria espa^o para a apresenta9ao. 

As t^cnicas de compacta?ao de imagens, que floresceram 
antes da FILMATION II, permitiam na melhor das hip6teses 
elevar o total de posi^Oes de um jogo a um miximo de 30 ou 
40 locais. Em FILMATION 11 fala-se em quantidades por volta 
de 1000 a 2000 lugares, ou cenSrios, possfveis de serem cons- 
truidos. DeUrio de grandeza? Nao, e a resposta € muito sim- 
ples: modularidade. 

A natureza € prbdiga em constru^Oes simples e eficientes 
onde a organiza9ao dos elementos, que compOem uma forma, 
€ um arranjo inteligentemente estruturado. O raciocinio huma- 
ne muito cedo foi acordado para o fato de que uns poucos ele- 
mentos, bem escolhidos, podem proporcionar uma variedade 
quase infinita de formas. O pr6prio computador nos fornece um 
exempio defmitivo em que um conjunto de oito elementos, 
com uma vaha^So para duas formas 1 e 0, pode fornecer 256 
combina^Oes absolutamente distintas. 16 elementos nestas 
mesmas condi95es fomecem 65536 formas distintas. Calculem, 
a tftulo de curiosidade, quantas formas proporcionar iam 32 
elementos. 

Mas na natureza, bem como na constru9ao de jogos, nem 
todas as combina95es resultam em formas coerentese inteligf- 
veis. Vejamos um caso literiirio onde o objetivo € construir 
frases com as palavras homem, vinho, bom e niim. Como 
exemplos coerentes terfamos: 

O HOMEM BOM FAZ VINHO RUIM 

O VINHO BOM £ DO HOMEM RUIM ^- . 

O BOM HOMEM FAZ VINHO 

VINHO £ RUIM ^ ■ > r:, 

O HOMEM BEBEU O VINHO RUIM ^. , 

O HOMEM e BOM 



=a 







-^. 



I— I — J— 1 — r — 1 — I — I — T — I — r-*i — I — I — I — 1 — 1 — I — I — T~"i — I — I — I — I — r- 




^k 



3 



— I — 1 — I — I I I — r " 1 " I — r— n — r~r "i — t — i — r-i — r— r— r— i — i — r 
ric4 3: ExE>mialn dE canstrucclD. 




'"^^i^ 






1^===. 




1 — 1 — I — I — I — I — 1 — p — 1 — t—r-i — I — T"! — I — r T — 1 — r— 1 — i — t — i — r 

Fiia 4 exGfrtpiD de canstruc^D. 







r 



t^- 






^^._. jli^^ 15 



T- r T— T — r-|-T 1 — I — t— 1 — r— 1 — i — r 



T — I — I — I — r 



Fiqi B ; E:-:Bril»3lD dE cnnStrucSa. 



MICRO SISTEMAS. Mtsmbro/S? 



11 



SEGREDOS DA FILMATION II 



e como exemplos desconexos terfamos: 

O HOMEM £ VINHO 

ORUIMfiHOMEM 

BOM FAZ RUIM 

A modularidade estabelece, entSo, que para um dado con- 
junto de elementos hi uma s^rie de combina^des coerentes e 
de expressividade )6gica. A quantidade de formas obtidas pela 
combina^ao 6 diretamente proporcional i qualidade e quanti- 
dade de elementos que estao k disposi^So. Isso significa que 
quanto mais simples e claro for o elemento. mais formas po- 
dem ser constnifdas. 

Construir uma forma a partir de elementos fornecidos i 
relativamente ficil, uma vez que podemos aplicar o m^todo da 
tentativa e eiro, por^m retirar de um dado universe a ser repro- 
duzido OS elementos modulares 6 um trabalho que exige algum 
trcino e muita visflo espacial. 

Os artistas, desenhistas, escritores e pintores normalmente 
usam a sua acentuada capacidade de retirar do todo o detalhe 
para irem construindo as suas obras. Um romance, um quadro, 
etc., nada mais sSo do que a reconstrufao, parte por parte, de 
um universo que serviu de modelo. 



•HCa I i£> 



CONSTRUINDO NO COMPUTADOR 



^; 



If *" I _ 





Fig V Pl6cJulOB dCDS jDcjas KNIGHTLDRE 
e RLIEM a. 




Fiq B: nbciuias das jagns rniRLlGHT 



if II f^ $ . 

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I — I — r—\ — I — 1 — i~i-i — r-T — n — r~r- i — i — i — i — i i r i i 
Fig g mddulDS da Jaga BRTWRN. 



Para ilustrar esses conceitos, vamos ver um exemplo no 
pr6prio computador. Como objetivo teremos a constru^So de 
uma s^rie de salas de um antigo casarSo, ao estilo daqueles 
construidos no Brasil pelos imigrantes que aqui aportaram na 
^poca da coloniza99o. N3o haverd muito rigor no trago dos 
desenhos, pois a referenda i apenas informal. 

Nossa primeira preocupafSo 6 quanto aos elementos estni- 
turais. Janelas, portas e paredes devem ser esquematizadas de 
forma a proporcionar um resultado visual satisfat6rio. Estes 
elementos transpostos para o computador na forma de figuras 
ou shapes resultariam num banco de imagens (figura 1), que 
poderfi ser manipulado de forma a permitir a constru^So das 
salas em questSo (figura 2, 3, 4, 5 e 6). 

A partir das salas construi'das vamos fazer algumas observa- 
(Oes: note como uma parede, que tecnicamente ocupa um espa- 
90 visual grande, ^ construida com poucos tijolos expostos. Es- 
te i um truque de sintese visual bastante utilizado no desenho 
em quadrinhos. Note tambtfm como a porta foi projetada para 
existir tanto aberta quanto fechada. O batente i o mesmo para 
OS dois casos. 

Outro ponto importante tf a disposifSo especial dos elemen- 
tos. Note como em alguns casos o mesmo elemento t mostrado 
com um angulo e, em outros casos, o angulo de vis3o foi altera- 
do. Isso para a FILMATION II € fun^So da rotina de imprcssSo 
das imagens e nSo do desenho propriamente dito, ou seja, exis- 
te um determinado shape e vSrias formas de imprimi-lo no 
video. 

Outra regra fundamental, que comanda a FILMATION 11, € 
a de que uma forma nSo deve ser vista como um todo, mas a 
sua imagem deve ser fracionada em tantos elementos quantos 
sejam necessaries para a construfSo do todo e tamb6m de ou- 
tras formas. Consegue-se dessa forma uma grande otimizafSo 
do espa^o de armazenamento das figuras na mem6ria. Nas fi- 
guras 7, 8 e 9 voce pode observar os shapes de alguns dos jogos 
mencionados anteriormente. 

No nosso exemplo, construi'mos cinco saJas que se fossem 
telas armazenadas gastariam aproximadamente 30 Kb de RAM. 
Todos OS shapes para compor as salas nSo ocupam mais do que 
300 bytes e cada sala casta aproximadarrwnte 18 bytes. A f6r- 
mula i a seguinte: para cada elemento da sala n6s temos um 
byte para designar qual € o shape a ser usado, dois bytes para 
indicar a linha e coluna onde se dar^ a impressSo do elemento 
e mais um para indicar como seti essa impresslo (normal, in- 
vertida, espelhada, mixada. sobreposta, apagada etc.). Cons- 
truir formas com essa metodologia tf quase como se cstiv^sse- 
mos construindo realmente uma casa. t uma boa oportunidade 
para o programador deixar aflorar o arquiteto que existe den- 
tro dele. 

que vimos at^ aqui esti relacionado com os elementos 
estruturais que compj^ uma forma, ou seja, os elementos que 
normalmente, mas nSo essencialmente, sSo estiticos. Eles com- 
pOem o chamado mundo ffsico base, do jogo, que garante e 
defme a existfincia dos outros elementos, ou seja, os elementos 
dinamicos. Tais elementos sflo as pe^as e objetos que ir9o dar 
vida ao jogo, pois a anima9So grdfica normalmente se concen- 
tra netes. 

O processo de impressSo dos elementos dinlmicos € extre- 
mamente diferente do processo que viabiliza a disposi93o dos 
elementos estruturais. A prindp^ diferen9a tst& relacionada 
com o fato de que os elementos dinfimicos n3o permitem uma 
planifica9ao unica de sua existincia, pois um bom jogo deve 
partir do princfpio de que um dado elemento poderia estar em 



12 



MICRO SISTEMAS, at«nibro/87 



qualqufr ponto da forma. Assim, enquanto uma jancla € sem- 
pre coiocada do mcsmo local, uma mesa poderi estar ati mes- 
mo no teto da sala. Mesmo que isso pare9a ftsicamente impos- 
sivel, o sistema que controla o jogo tern que ser Mbil o bastan- 
te para prevcr uma situafSo que, per mais duvidosa que seja, 
possa acontecer. 

O problema da impressSo dos shapes dinamicos esti na sua 
complexidade e no detalhamento da sua forma. Todo shape, 
seja ele criado no computador mais simples ou no mais com- 
j^to sistema grifico, teri sempre uma distribui9ao bidimensio- 
nil de sua estrutura, ou seja, comprimento e largura. Na figura 
10 temos o esquema de uma mesa e suas zonas de defini9ao de 
imagem. Um ponto a deslacar i o fate de que as zonas mortas 
nflo devem se constituir em um obstdculo i forma5ao da ima- 
gem na tela do vfdeo. Quando um shape i enviado ao vfdeo, 
todos OS seus pontos sSo impressos. Para que a zona morta de 
um determinado shape nSo cause o branqueamento do que ']i 
havia sido impress© anterionnente, faz-se necessdria a criafflo 
de uma mfiscara especial. ^- ■ - 

Esta miscara obedecc rigorosamcnte ao contorno do objeto 
que se definiu no shape. A figura 10 ilustra a mesa e sua res- 
pectiva mSscara. processo de impressSo i devcras simples: 
em primeiro lugar, a miscara ^ enviada ao video com uma 
operafSo AND e logo a seguir o shape i impresso com uma 
opera^So OR. Isso, meus caros amigos, usu^rios, programado- 
res e leitores, constitui o grande segredo da FILMATION 11. 
Tudo o mais i perfumaria. 

Na pritica, o que acontece € que quando a miscara € im- 
pressa ela apaga uma irea id^ntica direa do objeto. Nem mais, 
ncm menos. Desta forma, quando o objeto for mixado com a 
tela, ele nio causari o apagamento do que estiver ao seu lado. 
Veja na figura 1 1 diversos elementos impressos numa sala. 



'.no 



CONCLUSAO 



Trabalhar com FILMATION II i uma atividade de progra- 
ma5ao extremamente simples. Nao requer grandes conheci- 
mentos t^cnicos e nem mesmo grandes computadores como 
suporte. Mas nao se iluda, meu caro leitor, pois fazer um 
Knightlore € muito, muito, muito, mais do que simplesmente 
criar e imprimir shapes. 

£ claro que a ajuda de um bom editor grifico i fundamen- 
tal, al6m disto, os programas de apoio i programa^So. tais 
como editores Assembler, monitores, debug, etc., tamb^m tfim 
a sua importancia. De qualquer forma, o esscncial € ter uma 
metodologia de cria99o, sem a qual nada do que foi dito aqui 
tem utilidade prltica. 

Observa^Oes 

• Os shapes e as figuras desta materia foram criados com o 
editor grdfico GRAPHOS III, em um MSX; 

• Os shapes dos jogos foram obtidos com a utilizafflo do utili- 
tlrio PRO KIT scanner para MSX; e 

• As ticnicas e retinas de impressao de grificos podem ser 
vistas com detalhes na s<rie "Anima93o grifica no TK90X". 



/i»n»to Otfiomni 4 gutor dt divnos softwrwi corrmrciait, dnacando- 
t» o Jogo Amaxdnia, um Editor da Advmtum • o Editor Gr4fico Gn- 

phot in. 




llii^^^ 



T — I — r — I — T — I — I — 1 — r 



Fig ±0: R prESEnca dE Dbjet-as^ no 
CEn^r iD, nSo constitui um proiale- 
rna intranspanivel - 






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Pica 4.1. : Det.alhE! doB abje- 
tDES e Baas rntlJEiti^Br'aB » 



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Buperpasta and ar 


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Fig ±B ■■ ExEmplDB dE irnpressaa de 
DbjEtas, 



- 






■■■■■DHHBBOHanBB 




■□nGQRDaaaHaaHHB 




aMaaaHMHHHHnDQHH 




DflDDBHDnGDBHHDB* 




■nnHDBaDaDBnflaBH 




■■■nHDHaDaHDHDaH 




■■■■nBDDGnHDBnaH 




■■■■aBBDnnBDaaaB 




aaaanaaaDaaDaDBB _^^ 




BBBBDaaGDoaanaaB r- ^ 






aBBBGBGGaGaaaBBB 


- 




F 


iq 13 t DEtslhE da mascara dE 


um atajEta. 



MICRO SISTEMAS. Mt*mbro/87 



M 



V. 



Educando com 
a informatica 



O ingresso do microcomputador na sala-de-aula representou 

urn novo passo no ensino de primeiro e segundo graus, 

colocando d disposi^ao do professor e do aluno uma importante 

ferramenta de trabalho. Dentro deste contexto, nada melhor 

do que conhecer algumas experiencias de quern partkipa 

desse processo como o professor e o aluno ate as empresas 

responsdveis pelo desenvolvimento de software educativo. 



Nos ultimos anos o microcompu- 
tador invadiu praticamente to- 
das as areas de atividades hu- 
manas, seja de forma espeta- 
cular, como na ciencia e tecno- 
logia, seja de forma mais discreta, mas 
nem por isso menos importante, como 
no ensino de primeiro e segundo graus . 
Em vdrias institui?Oes de ensino, o mi- 
cro vem executando desde o gerencia- 
mento administrativo e acompanhamen- 
to academico-pedag6gico (notas, faltas e 
relatdrios sobre a eficiencia do aprendi- 
zado em todas as mat^rias), at^ as ativi- 
dades de ensino propriamente ditas co- 
mo aulas de refor^o para a recapitula^So 
de materia por disciplina. 

Vista por alguns como uma solu93o 
para os problemas basicos da escola, 
como repetencia e baixo rendimento 
dos alunos e por outros como apenas 
um modismo, a informatica aos poucos 
conquista o seu espa^o nas escolas do 
Brasil. Ao contrdrio de outros pafse^ 
(Fran9a, EUA e Inglaterra) onde ja se 
consolidou, em nosso pafs, algumas difi- 
culdades pecuUares flzeram com que a 
infonnati2a9ao do ensino piibHco esti- 
vesse em atraso com relafSo ao das esco- 
las particulares. 

A informatica nas escolas piiblicas i 
coordenada pelo Minist^rio da Educa- 
9^0, sendo que atualmente o programa 
elaborado pelo govemo est^ em fase 
final de gesta^o com o treinamento dos 
professores que ir3o atuar nos CIEDs - 
Centres de Informatica e Educa^So. Ne- 
les serdo alocados os recursos a ni'vel de 



hardware e software que estarSo a dispo- 
si93o dos alunos das escolas publicas dos 
estados e municfpios. 

Fora e dentro da tutela govemamen- 
tal, a informatiza9So das escolas brasilei- 
ras esbarra ainda em dificuldades que 
come9am na indeflni93o da metodologia 
a ser aplicada (softwares educativos ou 
LOGO?), passam pela falta de recursos 
e carincia de professores para operar e 
instruir os alunos no uso da nova ferra- 
menta educacional e terminam em pro- 
blemas conjunturais como greves de pro- 
fessores por melhores sal^rios e at^ mes- 
mo uma indefmi93o quanto ao padr3o 
de micro a ser adotado pelas escolas 
(MSX. Apple, Sinclair ou IBM-PC?). 



RELA^AO PROFESSOR-MICRO- 
ALUNO 

A rela9ao homem-m^quina sempre 
foi tema para ardorosas discussOes, dis- 
cursos apaixonados, preo.cupa90es e en- 
tusiasmos. Esta relafSo fica ainda mais 
tensa quando se fala na introdufio do 
microcomputador na rede de ensino re- 
gular. Pois quando se fala em educa93o, 
fala-se tamb^m em crian9as e adolescen- 
tes e como lembra Sergio Am^rico Bog- 
gio, Diretor-T^cnico do Col6gio Bandei- 
rantes, que iniciou seu projeto de infor- 
matiza93o em 83 e cujo sucesso gerou a 
Bandeirantes Informatica (empresa de 
Softwares educativo e industrial), nSo 
se pode esquecer que os grandes traumas 
e preconceitos sSo gerados nesta faixa 



etlria. "Temos que agir com responsabi- 
lidade, sem fazer experimentos com as 
criantas", ressatta. 

Taivez por isso Joel Lamiral.responsi- 
vel pela informatica na Funda93o Liceu 
Pasteur, que hi sete anos foi introduzida 
na irea pedag6gica da institui93o de en- 
sino paulista, defende para uma adequa- 
da e tranquila imp)anta93o a necessidade 
de um ambiente propfcio, diretrizes pre- 
estabelecidas e, principalmente, o apoio 
de todos - professores, alunos e pais. 
"Existe uma grande diferen^a entre assi- 
milar e memorizar conhecimentos. Edu- 
car nao 6 pura transfer€ncia de informa- 
90es, 6 fundamental estimular a crian^a 
para anilise dos fatos", afirma Joel, 
apontando inclusive a linguagem LOGO 
como ideal para este tipo de estimulo ao 
raciocinio infantil. 

Ji a Coordenadora de Informatica do 
primeiro Grau do Coltfgjo Pueri Domus, 
Regina C^lia Andrade Silva de Souza, 
lembra que al^m deste estfmulo, o com- 
putador auxilia ainda ao aluno no dsta- 
belecimento de conceitos como laterali- 
dade e o deslocamento no espa9o, asskn 
tamb^m atuando como ferramenta para 
que aluno concretize o que imagina. 
"O abstrato se transforma em concrete 
para ele", revela. Para Ana Valeria, tam- 
bdm Professora do Pueri Domus, outro 
aspecto importante da rela9ao micro- 
aluno 6 a maior uni3o das crian9as. 
"Eles se uniram mais, pois trabalham em 
dupla, aprendem a respeitar os projetos 
do colega. Todos querem mexer no te- 
clado, em geral n3o encontram dificul- 



14 



MICRO SISTEMAS, set*mbro/87 



dades, mas acham que estSo fazendo 
algo muito diffcil", conta Ana, revelan- 
do ainda a existSncia de casos onde alu- 
nos rejeitados peia turma passaram a ser 
bem aceitos ao conseguirem bons resul- 
tados com o micro. 

Segundo Sergio Boggio, do CoMgio 
Bandeirantes, todas estas vantagens ji 
criaram uma nova mentalidade entre os 
estudanles: "hoje na hora do recreio, no 
p^tio, eles n3o 'batem mais figurinhas', 
trocam disquetes", relata Boggio, dizen- 
do inclusive que 6 mais fScil ministrar 
cursos de informitica para essa garotada 
do que para adultos. A verdade desta 
afirma^So pode ser exemplificada pelo 
ocorrido no Coltfgio Integrado Objetivo 
que, em 1979, ministrou seus primeiros 
cui^os de inform^tica para coordenado- 
res e docentes mais antigos. 

"Nao tivemos problemas de implan- 
tH}So do micro no ensino, apenas a ex- 
pectativa de que os Professores se tor- 
nassem programadores nao deu certo. O 
caminho encontrado foi quase natural, 
onde OS mestres explicavam o que que- 
riam e a equipe de programadores do 
Centro de Pesquisa e Tecnologia desen- 
volviam os softwares" conta Almir Bran- 
dao, Diretor da Escola. Segundo ele, 
hoje seus professores fazem um roteiro 
do programa que desejam, o qual depois 
de desenvolvido 6 aprovado per pedago- 
gos, psic6Iogos e pelo pr6prio professor. 
Contudo, Almir afirma que os educado- 
res n3o v6em esse trabalho como uma 
carga a mais, porque se envolvem, aca- 
bam gostando e se interessando ao a- 
companhar a cria9ao do produto. 

No Institute Abel tamb^m o proble- 
ma inicial foi o treinamento de professo- 
res, pois - segundo Jorge Rodrigues de 
Mendon^a Fr6es, Coordenador do Setor 
de Informatica Educativa do col^gio - 
nSo havia gente capaz de supervisionar 
OS alunos durante as aulas de LOGO, lin- 
guagem adotada na escola. Este probte- 
ma foi superado com o treinamento 
ministrado pelo pr6prio professor Fr6es. 
Altfm dos alunos do Institute Abel, 
crian9as do CoWgio Estadual Guilherme 
Bhggs, do Rio de Janeiro, tamb^m parti- 
cipam do projeto educacional envolven- 
do o computador e a linguagem LOGO. 
trabalho dos professores deste cottfgio 
piiblico fluminense i voiuntirio, ou seja, 
eles nao recebem qualquer tipo de ajuda 
pelo que fazem. 

Disposto a canaiizar o imenso poten- 
cial dos alunos com excelentes notas do 
CoWgio Objetivo, os chamados "super- 
dotados", a escola instituiu cursos de 
Microeletr6nica e Rob6tica para estes 
alunos, em 1985. Na ocasiao foram con- 
tratados professores especiais - jovens 
programadores - para trabalharem com 
esse grupo. Fernando Di Genio Barbosa 
foi um desses orientadores e conta que o 
inportante fd a rela^ao aberta pnsfes- 
sor-aluno, que permitiu aprender muito 
com eles. porque nao sabendo respondcr 



"Educar nao e pura 

transferencia de 

informagoes, e 

fundamental estimular 

a crianca para a analise 

dos fatos". 



4s indaga^Oes dos garotos, la trabalhan- 
do e descobrindo as respostas junto com 
eles. 

Para Boggio, do Col^gio Bandeiran- 
tes, o importante 6 a transparencia do 
sistema para o usudrio. "NSo 6 possfvel 
colocar algo na mSo do professor exigin- 
do que se transforme em analista de sis- 
temas. Ele apenas tem que aprender 
uma nova linguagem. oulra forma de 
expressar seus coniiecimentos usando 
teciado, grSficos etc", afirma ele, iem- 
brando ainda que da mesma forma a 
id^ia nao € preparer os alunos como fu- 
tures profissienais de infermatica, mas 
que estes cheguem k idade adulta bem 
entrosades com o mundo informatiza- 
do. E fmaliza; "A informatica serd tae 
importante no future que ou voce sabe- 
ri utilizar seus recursos ou sera um novo 
analfabeto. fi uma questae de livre arbi- 
trio". 



CRltlCOS X ENTUSUSTAS 

Como nao pederia deixar de ser, o 
micro na escola tamb^m tem seus crfti- 
cos e entusiastas. 

De lado crftico esta o Professor Val- 
demar Setzer, do Institute de Matemati- 
ca e Estatfstica da USP. Ele 6 radical- 
mente contririo ao emprego de compu- 
tadores em escolas publicas e particula- 
res de primeiro grau, fundamentando 
suas id^ias nos ensinamentos de pensa- 
dor Rudolf Steiner. implementados atra- 
v^s da pedagegia Waldorf. 

Com base nos argumentos de Steiner, 
defendidos de Setzer, o indivi'due passa 
per tres fases ou setenios de sua vida. E, 
no segundo setenie, que cerresponde ao 
primeiro grau e vai dos sete aos 14 anos, 
e pensamento 6 imaginative e nao abs- 
trato "devendo o ensine favorecer ativt- 
dades artfsticas e o contato com a natu- 
reza, sem expor o aluno precocemente a 
intelectualiza^ao". Ele reforfa afirman- 
do que a crianga cujo desenvolvimente 6 
acelerado com uma intelectualiza^ao 
precece deixa de ser infantil, e "perde a 
chance de passar por um perfodo neces- 
sario para tornar-se um adulto equilibra- 
do no future, e nao apenas uma cabe^a 
ambulante cheia de pensamentos abstra- 
tes". 

Segundo o professor da USP, o micro 
esta chegando a sala-de-auta nas escolas 
particulares como um chamariz, e no 
Brasil "ainda sao poucos es col6gios que 
nSo veem a educa^ao como uma ativida- ^ 
de que vise lucres". £ 



Hardware nas escolas: 
seu futuro esta nas redes 



O MinisUrio da Educagdo ndo chega a re- 
comendar a linha de equipamentos mais in- 
dicada para a drea pedagdgica de primeiro e 
segundo graus, mas estabelece algumas ca- 
ractertsticas bdsicas que estes devem possuir: 
estrutura robusta, teciado nUido e em por' 
tuguis. mesa de digitagao. caneta 6tica, re- 
cursos ^ficos de alta resolufdo com possi- 
bilidade de animagSo. monitor cohrido, me- 
m6ria de aproximadamente 64 Kb, permitir 
iigag6es com mouses e outros perifiricos, 
conlar com softwares bdsicos e. principcl- 
mente, com interface de comunicafdo. 

Conlar com a possibiiidade de Iigaf6es e 
dispor de softwares bdsicos sao caracterfsti- 
COS do equipamento que podem definir o 
sucesso ou fracaao da iniciativa, segundo 
Joel Lamiral, Responsdvel peia Informati- 
zagdo do Liceu Pasteur, em Sdo Paulo. O 
Pentigono e Pueri Domus, escolas paulistas, 
ossim como o Liceu, consideraram o soft- 
ware desefado para determinar o equipamen- 
to, as trfs iniciaram com o Apple. O Liceu 
atualmente trabalho com oPCeo 1-7000 da 
Itautec, mas a intenfdo 4 adotar o MSX, li- 
nha para a qual fd migrou o Pentdgono, 
"aUm de contar no momento com o melhor 
programa de linguagem LOGO, a mdquina i 
mais acessfvel e flextvel que o PC. oferecen- 



domaiores recursos que o Apple". Mas hd 
quem siga fiel ao Apple como o Pueri e 
quem ndo pretenda passar pelo MSX como o 
Objetivo, "iniciamos com o Apple, hd seis 
anos. para o qual desenvolvemos iniimeros 
programas, agora para optarmos pelo MSX 
ter(amos de iniciar da estaco zero. A idiia 4 
aguardar a chegada do PS-2 ". 

Estabelecer um padrdo para o equipa- 
mento a ser utilixado no ensino ndo t a in- 
tenfdo do ME, afirma o Ministro Jorge 
Bomhausen, "ndo poderfamos incentivar a 
padronizafdo pois estarfamos criando car- 
tas ". Para Lamiral, a questdo ndo 4 a priori- 
tdria, "o mercado deve sim inteirar-se das 
necessidades educacionais tendo em vista os 
cinco, dez, pr6ximos anos que provaveimen- 
te serdo das redes de corminicaf6es. Qual- 
quer que seja a equipamento escolhido, se 
este operar apenas individualmente i 100 
por cento invidvel sua implanlafdo, as infor- 
rnap6es necessdrias sdo inumeras e a cada dia 
serdo maiores". As recomendaf6es de Lami- 
ral ndo se limitam a mdquinas baratas, robut- 
tas e eficientes mas, principalmente. que 
estas permitam ligaf6es com concentrador 
ou servtdor para assim compartilharem de 
diferentes perifiricos e, finalmente, estarem 
Hgadas a uma mdquina maior. 



MICRO SISTEMAS, MttrT^ro/87 



IS 



EDUCANDO COM A INFORMATICA 



Aos entusiastas da linguagem LOGO, 
Setzer contrapOe que qualquer lingua- 
gem de programa^So € pobre, sendo a 
chatividade na matemStica extremamen- 
te limitada, e na computa(3o mais ain- 
da. *'Conio afirmar que o LOGO e o mi- 
crocomputador em geral estimulam a 
criatividade da crian^a, se exigem um 
pensamento l6gico, formal, Umitado a 
um espa^o restrito, seguindo especifica- 
(^Qes predefinidas, semelhantes ^s de um 
programa de computador?" - questio- 
na. 

Aos educadores que defendem o uso 
do micro na sala-de-aula, para estudo de 
mat^rias, diz "quero que algu^m me 
prove que o micro fomece melhores re- 
sultados na educa^^o do que qualquer 
outro mfitodo de enslno." Segundo Set- 
zer, nem e!e, nem os defensores do mi- 
cro t£m como provar suas teorias agora. 
"Quero ver estas crian^as daqui a 20 
anos. at poderemos saber se o micro- 
computador trouxe resultados positivos 
ou nSo". 

Discordando da opiniSo do Professor 
Setzer est4 Sandra Tamure, Professora 
de primeiro e segundo graus do Instituto 
ORT e de virias outras escolas do Rio 
de Janeiro. Adepta da filosofia LOCO, 
Sandra defende o sistema afirmando que 



"0 software 

educacional deve 

conjugar o livro com os 

recursos audiovisuais e 

sonoros que o 

microcomputador 

oferece". 



quando 6 usado corretamente nio i uma 

tentativa de enstnar pura e simplesmente 
programa^ao: "nas minhas aulas procu- 
re estimuiar a criatividade das crian^as 
mostrando a elas que este hor^rio^ antes 
de tudo ludico". 

Para que o micro e a linguagem esco- 
Ihida rendam o miximo na opiniSo da 
professora, "6 mais importante o uso cria- 
tivo da linguagem com os alunos estimu- 
lando-os com desafios e ativtdades ao 
alcance da capacidade cognitiva de cada 
um" do que usar o LOGO inconseqijen- 
temente, pois "o LOGO nSo 6 um obje- 
tivo 6 um meio" — afirma. 



Como exemplos de atividades, San- 
dra leva periodicamente os seus alunos a 
passeios para que eles atentem e regis- 
trem detaJhes como motives de azulejos, 
formates geom^ticos de grades etc., e os 
transfiram para o micro usando a lingua- 
gem LOGO. Ela tambim aproveita os 
acontecimentos importantes como a 
Copa do Mundo e a Constituinte onde 
propOe aos seus alunos representar no 
micro motives como as bandeiras des 
pai'ses parti cipantes, regras do futebel, 
sfmbolos nacionais etc.; "o resultado foi 
excelente, os alunos fizeram dezenas de 
trabalhes de boa qualidade". 

Embora prefira o LOGO, Sandra 
Tamure tamb^m nSe descarta a validade 
dos softwares educacionais que ensinam 
mat^rias como biolegia, quimica e ou- 
tras, embora ressalte que estes progra- 
mas devem ser complement a res ao LO- 
GO e, principalmente, ler uma grande 
riqueza visual de detalhes "cenjugande 
e livro com os recurso audiovisuais e 
sonoros que e microcomputador ofere- 
ce". 

1 

ReporUgem de Carlos Alberto Azevedo, Lia 
Beigmann e Mari Muinaro. 



Software educativo: instrumento de doutrinacao? 



Produzir software de qualidade hoje no 
pats i um desafio, e o software educativo 
nSo foge d regra. No entanto. alim dos pro- 
blemas comuns a esse universo, ele enfrenta 
outras dificuldades. A comeqar peia evidente 
contradifdo entre o inleresse das escolas em 
implantar micros no ensino de primeiro e 
segundo graus, em especial as que atendam 
is classes socials mais privilegiadas, e o fato 
de que ainda sdo pf>ucas as que efetivamente 
utilizam o computador como ferramenta 
complementar ao aprendizado de disciplinas 
curriculares. 

Segundo proftssionais ligados ds dreas de 
educagdo e de informdtica, o motivo 6 a ca- 
rincia de recursos para investir na modemi- 
zafdo do ensino, o que afeta a demanda de 
software, embora ele seja a parte menos one- 
rosa do processo de informatiza^o. For ou- 
tro lado. diversas escolas passaram por expe- 
riindas frustantes, aos adquirirem progra- 
mas e equipamentos inadequados, que aco- 
baram sendo encostados. 

Hd portanto um mercado promissor. po 
rim complexo, que se ressente tambim do 
alto investimento necessdrio d criafdo de 
programas sirios em termos pedagdgicos, 
pois envolve equipe de desenvolvimento 
composta por professores, programadores e 
pacdlogos. Isso explica porque muitas soft- 
houses dedicadas prioritariamente ao setor 
tenham sido criadas por professores, com 
larga vivincia no magistMo, e forma^o em 
informdtica, podendo servir de interface 
entre a escola e a softhouse, e entre os pro- 
fissionais das duas dreas, que falam lingua- 
gens diferentes. 

Nesse grupo se inserem a Datamestre, do 
Rio. e a Softed, de Sdo Paulo, que tiveram 



seus programas premiados no I Concurso 
Nacional de Software Educativo, promovido 
peio Ministirio da Educagdo. Fundadas em 
1985. ambas produzem programas de pri- 
meiro e segundo graus, para micros da Unha 
Apple. 

A Datamestre comercializa quase 40 
softwares atravis de contrato anual com a 
escola, que recehe cinco programas /mis, ao 
prefo de 15 OTN cada, alim de suporte 
pedagdgico, e opfdo de assessoria para com- 
pra de equipamentos. Jd a Softed vende 
pacotes prontos. para reforgo em matemdti- 
ca, cUncias, geografia, custando Cz$ 1 mil e 
200 o original e CzS 300.00 a cdpia, ou 
desenvolve software sob encomenda, acom- 
panhando sua implanta(do e uso. 

Caminho diferente foi escolhido pela Mi- 
croarte, que criou em 1982 o MLOGO. 
adaptando os dois programas exittentes no 

mercado intemacional d crianpi brasileira. e 
vim aprimorando-o ati hoje. O MLOGO 
estd presenie em 70 escolas, como Pueri 
Domus, Sdo Lufs (SP). Escola Polim (RJ}. 
rodaitdo em micros Apple, e a empresa pre- 
tende langar versdo para PC, devido d procu- 
re dos coligios, e em especial de pais e pro- 
fessores, que representam 60 por cento de 
seus clientes. 

Alguns coligios, como o Bandeirantes. 
opiaram por desenvolver seu prdprio soft- 
ware. Ele emprega o Tutor - Sistema de Ins- 
trufdo Complementar Avangado -, para 
refoTfo das matirias, fomecendo feed back 
ao professor das dificuldades da classe, e rea- 
limentando a qualidade do ensino. Um dos 
mddulos do EAC - Ensino Assistido por 
Computador, foi produzido pela Bandeiran- 



tes Informdtica, responsdvel pelo setor de 
computafdo do coligio. estando disponfvel 
para terceiros. 

Sergio Boggio. Dire tor- Ticntco da em- 
presa, alerta para a dificuldade de padroni^ 
zar o software educativo, "informatizar as 
escolas segundo um padrSo significa crer que 
lodos ensinam da mesma forma e que as 
criangas aprendem igualmente, independen- 
te do segmento societdrio a que periencem, 
ou de caracleristicas individuais". Beatrix 
Jakobowicz, da Softed. concorda. exemplifi- 
cando "as dificuldades de aprendizado da 
crianga da rede piihlica sdo diferentes das da 
escola particular, e mais ainda no caso das 
localizadas na periferia, e quem produz soft- 
ware educativo tem que considerar isso". 
Embora ainda ndo tenha desenvolvido pro- 
gramas para escolas estaduais, explica que se 
o fixer lerd que char softwares especificos. 

Desenvolver software educativo (ferra- 
mentas e aplicativosj e definir seus pardme- 
iros sdo algumas {rentes de atuafdo do Pro- 
feto Educom, do ME. cabe porim ao Con- 
curso Nacional de Software Educativo, que 
se realixa pela segunda vez este ano, avaliar o 
que Jd existe no mercado. Os 21 programas 
premiados no primeiro concurso constardo 
do Catdlogo Nacional de Software Educati- 
vo. Segundo Ari Cangafu de Mesquita. Se- 
cretdrio de Informdtica do Ministirio da 
Educagdo. "s6 iremos adquirir para a rede 
pUblica softwares conaderados de qualidade 
por n6s. mas rtSo podemos impedir que os 
demais sefam comprados por outras pes- 
soas". Porim, qualquer que seja o soflware^ 
"o importante i que o aluno comande o 
processo, sem ser doutrinado atravis dele, o 
que seria altamente prejudicial e perigoso ". 



16 



MICROSISTEMAS. S8terrbro/87 




^i^t 




SET-BIT 

INTERFACE DIGITALIZADORA PARA APPLE 

KIT : PLACA + DISKETTE + MANUAL 

7~^V^ I Agora o seu Apple {Unitron, Dismac, TK 

- ' 3000, Exato, DGT-AP e outros) ganhou 

outro sentido: a visao. O Set-Bit e uma 

interface digttalizadora de sinais de video 

que proporciona a transferencia de imagem 

^\^^- para a p^gina grafica de alta resolup^o do 

\' microcomputador. Voce poder^ utiliz^-lo no 

*^'- vi'deo cassete, ultra-som, camaras de VT e 

. vi'deo, camaras de circuito interno, etc. Com 

y multiplas aplicagoes, voce dara asas a sua 

"^ imaginapao.TamWmcom duplaalta resolu<;3o. 



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Tel.: (0211 262-4235 



A informatica a servico 
da medicina 



Sistema Computacional Ginecologia 



O iistemd (Je ultra sonograi id foi inicialmente desenvolvido para 
.■■'nputadores compativeis com a linha APPLE II, utiliiandose o 
.'litf/na operacional DOS 3.3 ea hnguagem BASIC. Entretanto, este 
sistema pode ser facilmente adaptado a qualquer microcomputador 
.jiif suporle OS equipamentos necessJrios. 

U iistfina pusiui quatro mddulos que consistem : 
Cadastramento de Clientes 
Exame Oostetrico 
Exame Cmecoldgico 
Exame Medicina Interna 

u sislvma ulilua inicialmente cinco disquetes, sendo que urn dis- 
iiucte mesire do sistema mais um para cada mddulo. Este numero 
:fj jumentando proporcionalmente ao numero de exames e clientes. 

.:.' Cadastramento de Clientes: esse mddulo foi desenvolvido de 
"odo a poder ser utilizado por outros sistemas, comopor exempio 
,Vfj/d Direta. O cadastro de clientes constituise basicamente dps sc- 
guintes dados: 

numero do paciente — idade 



endereiio 
telelone 



— estado civil 



tniretdnio. esses itens podeni ser /jcilnwnte alterados de acordo 
i:om as necessidades e interesses de cada usuJrio. 
Cada disquete poderi conter aproximadamente 1 100 clientes. Para 
obten<;So de maiores detalhes sobre este novo Sistema de Diagnos- 
(•CO. solicite "portfdlio" que contem todas as mforma^des de como 
ulihzar fSre equipamt-nlo 



Este mddulo permite a elabora{:§o de tabela de diagdsticos diferen 
ciais, em ordem de frequencia das diversas entidades patoldgicas 
alem de permitir reproduzir na tela do computador as imagens ul 
trasonograficas, cirando novo sistema de documentai:ao das imagens, 
tambem utiliiado nos outros modulos. 

Medicina Interna 

Na 4rea de medicina interna 4 utilizado para avaliat;ao do fi'gado. 
sistema biliar, pSncreas, rins, ba^o e aorta abdominal; juntos ou se 
paradamente. 



Obstetricia 



A Ultra Sonografia atraves de Sistema Compatadorizado foi desen 
volvida para avaliar. com maxima precisSo, a idade gestacional. ■.> 
crescimento fetal e deteci^ao do crescimento intra-utermo retards 
do de forma mais segura e precoce. Uma avalia^;ao de suma impor 
tSncia nos casos de gravidez de alto risco. 



Este sistema foi desenvolvido no Brasil pelo Dr. 
Flavio A. Prado Vasques e a Pius Info a partir de 
pesquisas na DivisSo de Ultra Som do Departamento 
de Radiologia e Ciencias Radiologicas do "The 
Johns Hopkins Hospital, Baltimore. USA. 



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T«l.: 10211 262 4235 



Drive de 31/2" 
no mercado 



Um Isn^smento que promete 
fTWxer significativamente com o 
mercado de micros 6 o drive de 3 
1.'2 polegadas. desenvolvido pela 
Technoahead Magn^ticos Ltda. A 
empresa. iradicional fabricantede 
cabfl^as magntittcas para drives, jd 
conta com a aprovac^o da SEI 
para a fabricapSo e comerciallza- 
cao do novo perifdrlco que desti- 
na-se Ai Linhas PC, MSX, Apple e 
ao Macintosh. O drive de 31/2, 
com veiockjade de 300 rpm (que 
conta com o modelo DT-300, face 



simples, e DT-350, face dupia) i o 
resultado dos esfor^osda empresa 

principalmente. no sentido de 
lornar o USX efetivamente um 
poderoso micro pessoal, expan- 
dindo seu horizonte de aplicali- 
vos. Preparada para uma demanda 
de at6 5000 unidades/m6s a 
Technoahead iniciou com uma 
produc^o .de 500 pegas/m*s a par- 
tir da apresentacSo do drive na In- 
formdtica 87. Informapfies pelo 
lelefone (01 1 ) 264-5600. 



Nova revenda para o FPC XT 



) 



A FPC Informatica, fabricante 
do FPC XT, estd disposta a for- 
mar a sua rede de revenda. Atual- 
rrwnie em tase de negociai^ao com 
revendedores de vdrias pragas do 
pals, a empresa pretende imple- 
mentar uma nova polftica de co- 
mercializacSo via-representantes. 
Etta nova pol'tica se faz sentir 
atrav^ da extingao do sistema de 
cotas por revenda ("o grande em- 
pecilho nas relacSes entre fabri- 
cantss e revendedores"). 

Segundo Paulo Frank, diretor 
da FPC, a id^la b^sica dos contra- 



tos serct eliminar as obrigatorieda- 
des, lanto a nfvel de colas quan- 
to de exclusividade. "Ndo hd inte- 
resse em pressionar ninguAm", 
garante Frank. Neste novo esque- 
ma de revenda. o n3o cumprimen- 
to da "expectativa inicial de ven- 
da" gerard apenas muita conversa 
e uma melhor an^lise do mercado 
como um todo. A iinica exigfincia 
que a empresa fard a suas revendas 
diz respeito A prestacao de assis- 
tftncia t6cnica que deverd s«r for- 
necida pela prbpna revenda ou 
por firma iddnea do local, indica- 
da pelo representante. 



Interfa\-20, da Bytex 

Visando oferecer ao mercado uma solugSo de baixo custo para 
processamento de texto de qualidade, a Bytex. empresa paulista lie 
TelecomumcacOes e InformSiica, apresenta ao mercado a lnterfax-20, 
uma placa baseada em microprocessador Z-80, que permite integrar 
micros de 8 ou 16 bits como Apple, TRS-80, Sinclair, MSX a outros ds 
mdquinas de escrever etetr&nicas Praxis 20 e ETP 50, da Olivetti. Para 
isso. 4 necessirio que o equipamento possua sai'da paralela para impres- 
sora padrao Centronics. 

A lnterfax-20 atende As normas de caracTeres da Abicomp, ABNT e 
ASCII, e OS comandos enderecados pelo computador podem faz6-la 
passar de um padrSo a outro. Sua instala^lfo, gratuita, deve ser feita por 
pessoal especiaiizado, em um dos 80 pontos de assistfincia tdcnica 
conveniada A Bytes, em todo o Pafs, com isso a mdquina nSo perde sua 
garantia. 

kit, com placa, manual, e acessdrios de instalac^o, distribufdo pela 
MSX InformAtica, pode ser encontrado em loja< especializadas e maga- 
zines ao preco mMio de Cz$ 5 mil e 500. InformaQdes pelo tetefone 
(011)543-4939, 



Chegou o 
PC Mania 

Um novo ponto de encontro 
para os usudriot da linha IBM/PC 
acaba de surgir no mercado: 6 o 
Club PC Mania, criado pela 
ETHOS Informatica que atua nas 
^reat de Desenvolvimento, Asses- 
soria e Treinamento em Microin- 
formdtica. Integrando os usudrios 
IBM/PC, o novo Club se propCe a 
fomecer a seus associados relatd- 
rios atualizados com os ultimos 
lancamentos de software e hard- 
ware, assim como qualquer outra 
informacSo adicional. Os interes- 
sados deverSo encaminhsr unrta 
carta solicitando sua inscrigSo, 
gratuita, d Rua Topizio, 319 cj. 
62 - AclimacSo/SP. CEP 04105. 



Sid: chip 
para a Microtec 

A Sid Microeletrdnica estA 
desenvolvendo novo chip, deno- 
minado MC3, englobando em uma 
pe^a unica 55 componentes. 
projeto, encomendado pela Micro- 
tec, terd investimenios de 100 mil 
ddlares, e desenho da Venice, 
empresa de Campinas, ligada h 
Sid, e mascara e protdtipo final da 
firma americana AMI. Em mar^o 
de 1988 a Microtec tenciona ho- 
mologar o circuito integrado. que 
passard a utilizer em seus micros 
de 16 bits. Para o usu^rio final o 
novo chip trard reducio de defei- 
tos e necessldade de manutencSo, 
altim de diminuipSo no pre^o final 
do equiparrwnto. 




Engetexto para MSX 



Engetexto i mats novo edi- 
tor de texto, para micros MSX, 
disponfvel no mercado nacional. 
O sistema. criado pela Engesoft, 
visa auxiliar o uSuArio na digitacao 
de cartas, relatbrios, tabelas e ou- 
tros. Permite trabalhar com 64 
colunas e 22 linhas no video, che- 
gando a um total de 50 linhas, 
possuindo controle automfttico de 
tabulacSo, alinhamento e inser^So 
de linhas. 

Atravds de comandos via tecla- 
do, o texto pode ser movido. acei- 

Compucenter: 
cur SOS para IBM 

Pela primeira vez em 70 anos 
de atividades no pal's, a IBM Brasil 
transtere a condugao de seus cur- 
sos para terceiros. Dos 50 m6du- 
los de educa^So que a empresa 
possui, inicialmente, 17serSo mi- 
nistrados pela Compucenter. "Tal 
prdtica da IBM indica um passo na 
intenpSo de expandir sua parceria 
com empresas nacionais, utilizan- 
do a libera^So de seus recursos 
para o desenvolvimento de cursos 

mais avancados e atendimento de 
um maior numero de usuirios", 

afirmou Silmar El-Beck, vice-pre- 
sidente da Compucenter, Segundo 

ele, a IBM manteri a mesma filo- 
sofia com rela^^o aos cursos. que 

forem raalizados nas instalacOes 
da empresa na regiSo Sul do pais. 



tando novas colunas e palavras, e 
margem em qualquer espaco, derv 
tre as 64 colunas, possibili tando 
tambtim reunir textos de dois ar- 

quivos diferentes. O use de grdfi- 
cos 6 definido de acordo com a 
impressora a ser utilizada. As duas 
versSes. em fita. ao prego de Cz$ 
420,00 e disco, por CzS 500,00 
iSo encontradas em magazines, 
lojas do ramo, ou na Engesoft, d 
Av. Republica do Lfbano, 2073, 
CEP 04501. tel. 1011) 549-9788. 

Imares em 



expansao 



O Grupo Imar^, ampliando 
suas opcSes de services e produtos 
ao clienie, traz como novidades a 
criapSo da Oivisffo de Consultoria 
e Sistemas e o infcio da comercia- 
lizac^o do supermicro SP-32, de- 
senvolvido em conjunto pela Pro- 
Idgica e o Laborat6rio de Subsis- 
temas Integrdveis da Escola Poli- 
tftcnicada USP. 

Venda e manuten^So de equi- 
pamentos, apoio para o desenvol- 
vimento de centres de informa- 
gSo, consultoria, planejanwnto e 
elaborapSo de pianos diretores de 
microinform^tica serSo as princi- 
pals atividades da nova divis^o. 
AI6m da conwrcializapSo do SP- 
32, ficou estabelecido, em acordo 
com a Prol6gica, que a Imares e a 
MS Eletrdnica serSo responsdveis 
tambtim pelo desenvolvimento de 
softwares especfficos a assist<ncia 
tunica permanente. 



CRT entre sucessos e acusa^oes 



A CTR - Consultoria e Repre- 
sentacio em Tetein format ica foi 
alvo recentemente de situagOes de 
suCessos e acusagOes O sucesso 
veio da assinatura de um acordo 
de exporta<;So. em regime de 
draw-back, do seu microcomputa- 
dor de 32 bits para os EUA. cujo 
proie'o estima-se render mais de 
US$ 60 milhSes em exportagdes 
por ano. O acordo. assinado entre 
a CRT e a Award Software, prevd 
a fabricacSo dos micros CRT 386 
(baseado no processador INTEL 
803861 e perif4ricos. 

Enquanto ainda atsentava a 
poeira e a euforia deste acordo, a 
CRT tinha a sua falAncia requeri- 
da pela Basic Eletr6nica, empresa 
especializada na venda de compo- 



nentes em OEM. que alegavs ser o 
CRT-XT cdpia de seu microcom- 
putador Diginet XT, alftm de uma 
"alta dfvida n5o-honrada". PorAm 
a soluc^o veio rapidamente: um 
acordo foi firmado entre as duas 
empresas. Para Rafael Maroniene, 
presidente da CRT, a a^So intenv 
pestiva da Basic foi devido aos 
problemas de capital da giro que a 
empresa paulista sentiu com a 
queda de 70% em suas vendas. 

Prometendo honrar seus dtfbi- 
tos e sonhando com melhores 
dias. a CRT acaba de protocolar 
junto a SEI seu novo computador, 
o CRT-XT Super Turbo, 120% 
mais rdpido do que o computador 
atual da CRT (o Diginet XT da 
Basic comprado em OEM). 



IS 



MICRO SISTEMAS, tetembro/87 



Urn PC-XT diferente 

A Hardware, ampresa formada 
por ex-itenicos, engenheiros e analls- 
tss d* tistsmas de empresas como a 
IBM, Burroughs, Labo e Prolbgica, 
esii mgressando no mercado de 
eguipamentot compatfveis com o 
IBM-PC com o lanQamento do seu 
Hardware XT Turbo, um microcom- 
puiador que lem como caracterfsticas 
bAsicas a CPU 8088 (opfrando a 4,77 
ou 8 MHzl, 704 Kb de RAM (expan- 
sfvtl pof pl3cas para at£ 2,5 Mb), 8 
slots. 3 saldas para comunicagSo (2 
serials e 1 paralelal. retdgio de tempo 
real e entrada para joystick/mouse 

Acompanhando o Hardware XT 
Turao 9sxSo o teclado e monitor de video. O teclado 6 do tipo low-pro- 
file com tecnologia indutiva, o que garante total ergonomia e longa vida 
ijtil dispensando praticamente a necessldade de manuten^So; o monitor 
de video i profissional, monocromdtico, com banda de passagem de 25 
MHz e caracierfsTicas diferenciadas dos outros monitores do mercado 
como tubo de f6sforo de alta persistfincia, sistema de entrelagamento 
digital lo que garante absoluia perfeipSo na impressao de caracteres), 
zoon horizontal/toTal e auto-shut off (desligamento autom^tico ap6$ 10 
segundos) hardware XT Turbo tem garantia de 6 meses e na configu- 
ra^do minima custa aproximadamente 520 OTN. telefone da empresa 
*: (0211293-2941. 




TKs em evidencia 
na Cibertron 



Softs para 
empresas 

A H & J Software estd ofere- 
cendo programas de foiha de pa- 
gamento, controle de estoque, 
contas a pagar/receber. fatura- 
mento integrado, cadastro de 
clientes, controle financeiro e 
outros Os programas estfio dispo- 
nfve<s para os micros das linhas 
Apple e TRS-80 e cusiam aproxi- 
madamente Cz$ 5 mil e 500 (in- 
cluindo disquetes. manual do 
usu^rio e treinamento para duas 
pessoas). 

A H & J Software fica na Rua 
Conde de Bonfim. 229 - loja A, 
l9ptso,tel: 10211284-2031. 



Pontes para 
XTeAT 

A SMS desenvolveii novas fon- 
tes de alimentacSo chaveadas para 
micros XT e AT, com maior po- 
t«ncia, situada entre 190 e 220 
Watts. Para isso empregou uma 
das mais modernas tecnologias em 
semjcondutores, denominada po- 
wer MOSFET, com resuUados 
semelhantes aos obtidos nos par- 
ses mais avancados na drea de in- 
formdtica, o que segundo A6cio 
Baraldi Siqueira, Diretor-Superin- 
tendente da SMS, reduziu os cus- 
tos e aumentou a confiabilidade 
do produto. A SMS fica na Rua 
Joaquim de Almeida, 477. tel: 
(0111 276-9155. 



Multi Port Eletronico 

A Interlink Eletrdnica, que jA oferecia a seus clientes o chaveador 
Multi Port Mecflnico (que permite um perifSrico partilhar de dois ou 
mais computadores ou um computador com mais de um perif^rico, nos 
padr&es serial ou paralelo), est^ lan^ando uma nova versSo: o Multi Port 
EletrOnico. Automitico, destinado a micros e mainframes, tem a grande 
vsntagem de dispensar a operapao de chavean^nto n^nual, selecionan- 
do ele prdprio o computador ou perifirico sem a utilizagSo de cddigos 
eipeciais atraves de software. O teiefone da Interlink ^(011) 265-3494. 



Aplicativos e jogos para o TK 
3000 e TK95 sao as principals 
novidades que a Cibertron Eletrd- 
nice Lida. estd oferecendo aos 
seus clientes. O Print Shop, uma 
das atragdes da empresa para o 
TK3000, d um aplicativo destina- 
do a multiplas tarefas que conta 
com vdrias telas de resolucSo gr^- 
fica. Para o TK95 a Cibertron 
traz, al^m de um Banco de Dados 

Espa^o para 
usuarios 

A ATS Tecnologia com o In- 
tuito de proporcionar aos usu^rios 
de equipamento tipo PC/XT um 
espago ideal para intercambio e 
troca de experi^ncia aldm de con- 
tato com o que ha de mais novo 
no mercado nacional e Internacio- 
nal em termos de software e hard- 
wares da linha, acaba de inaugu- 
rar, em Sflo Paulo, seu "Show- 
Room" — na Al. Jurupis, 896 — 
29 and. Os frequentadores da 
nova drea, que ocupa 300m , dis- 
poem de uma vasta biblioieca de 
softwares, equrpe de ttenicos es- 
peciallzados, treinamento e a pos- 
sibilidade de participar ativamente 
do processo de desenvolvimento 
de novos sistemas ATS. 



(em disquete ou fits) com capaci- 
dade de 128 caracteres por cam- 
po, o 3 em 1 Game Take I (em 
disquete) com tres diferentes 
jogos: o Light Forse, o Uridiume 
o Shadow Fkimmer. Tanto oi 
jogos como os aplicativos Ciber- 
tron v4m acompanhados de um 
manual em portugufis e oscilam 
entre Cz$ 3(X) e 400. O teiefone 
da Cibertron 6 (0111 29&3299. 

Microsol langa 
Caju-PC 

Ap6s ter colocado no mercado 
versOes da RAM disk Caju para 
TRS80 e MSX, a Microsol Tecno- 
logia. empresa cearense especiali- 
zada no desenvolvimento de peri- 
f^ricos, expansfies e interfaces, 
estd iniciando a comercializagSo 
de um novo produto: o Caju-PC. 

Caju-PC e uma place com 
capacidade de mem6ria RAM de 2 
Mb que pode ser conectada a um 
dos slots do IBM-PC. dotando o 
micro de um "floppy disk" de 
alta velocidade de acesso. Acom- 
panha o Caju-PC (96 OTN) o 
BKAJU. um software de back-up 
para salvar/recuperar o conteudia 
do RAM disk em um disquete de 
5 1/4". A Microsol fica na Rua 
Almirante Rufino. 779 - Vila 
Uni3o, Fortateza, Ceard, lel: (085) 
227-5878. 



Programas para aplicagoes grdficas 

Prometendo amenizar os altos investimentos necessirlos para dispor 
das uteis caracterlsticas do CAD - Computer Aided & Drafting -, a 
CompuShop estd oferecendo ao rrwrcado brasileiro trds programas que 
compdem a Familla ProCAO: uma moderna tecnologia de software para 
aplicap5es grdf icas. 

Os programas rodados em IBM-PC destinam-se ds dreas de arquitetu- 
ra, engenharja civil, mecdnica, el^trica, cartogrdfica e planejamento de 
inieriores, operando tanto atravds de dois momtores, um para didlogo e 
outro para os desenhos, corrw de mesa digitalizadora, mouse ou pelo 
teclado do micro para movimentar o cursor. 

Outra novidade da CompuShop 6 a Rede Local Amplinet, desenvol- 
vida pela Amplus Informdtica. Com sua comercializa(:lio, a empresa 
espera enriquecer amda mais o nwntante de servigos e produtos que 
oferece a seus clientes. O teiefone da CompuShop A (Oil) 852-3366. 



STRINGS 



RJ - MS-DOS serd tema da pro- 
gramapao de treinamento da Com- 
pumiero, nos dias 17 e 18, que in- 
cluird ainda este m6s de setembro: 
dBase III (imperativa e programa- 
dol. de 21 a 25 e 2S a 02/10; e 
Wordstar (28a01/10). teiefone 
da Compumicro « (021 ) 224-7007. 
RJ — A Divislo de Treinamento 
da Modulo Coniultoria oferecera 
em outubro cursos especiais sobre 
a Linguagem C (LCP A - Programa- 
c3o e AplicacOes e LCMB/A — 
M6dulos B^sicos e Aplicado). In- 
formagOes com Srta. Sylvia pelo 
teiefone (021 1 232-8693. 



RJ - A tecnologia MSX estard em 
estudo nos cursos oferecidos pela 
Oatamicro no mesde outubro. Irv 
formacOes mais detalhadas podem 
ser obtidas pelo teiefone (021 1 
511-0395. 

RJ - A DSI Informatica atende 
agora em novo teiefone: (021) 
284-3490. 

SP - A Vicky Micro Shop, inau- 
gurou em agosto sua loja de infor- 
matica do Grande ABC. A nova 
loja pretende preencher uma lacu- 
na deixada pelo com^rcio de in- 
formdtica da regiSo que se dedica 
apenas ao nwrcado profissional. 



Assim, a nova Vicky darS atengSo 
ainda ao usudrio domtetico de 
micros. A loja fica na Rua Joa- 
quim Tdvora, 261, Vila AssunpSo 
- Santo Amaro. 

SP - novo gerente da Cabi In- 
form&tica i Archac Torosiam 
Neio, que assume o cargo de An- 
tonio C. Martin, agora superinten- 
dente de Informatica da Caixa 
Econdmica do Estado de SP 
SP - Nucleo da Apoio ao UsuA- 
rio da Sharp tem novo teiefone: 
(011)842-9461. 

SP — A Datspro estS oferecendo 
13 cursos r^pidos, que compdem 



o programa Datapro Executive, 
planejado para executivos que nSo 
dispdem de muito tempo para seu 
aperfelQoamento, Contando com 
cinco filiais s6 em SSo Paulo, aI4m 
de SSo Jos^ dos Campos. Bel^m, 
Fortaleza. Recife e Rio de Janei- 
ro, a empresa realize, entre outros 
cursos de lntrodui;5o ao Lotus 
1-2-3 e T6cnicas Avan^adas. MS- 
DOS, Supercalc 3, Wordstar, 
dBase Ml e II, Visicalc e Automa- 
C^o de Escrilbrios para Secretd- 
rias. Maiores informagdes nos fo- 
nes: (0111 289-9577 ou 10123) 
22-6278. 



MICRO SISTEMAS, satembro/87 



19 




Os softwares tutorials sdo urn tipo de programa educacional 

que somente ha pouco tempo comegou a despertar o interesse 

das softhouses. Conhega aqui urn pouco mats sobre aiguns 

programas para Apple, desenvolvidos pela Datamestre e Softed, 



Analise de 
softwares educacionais 



Uma boa parte dos "softwares educa- 
cionais", lan^ados ate o momento, 
pertence a modalidade jogo. No en- 
tanto, come^a a surgii no mercado 
um outro tipo - os tutoriais. O fato de apaie- 
cer recentemente, nJo significa, porem, que 
esta modalidade seja uma inova^^o. pois foi 
uma das primeiras aplicat;des do computador 
no ensino. Na 6poca estavam muito difundi- 
dos OS matcriais impresses do tipo instru^So 
programada, que. por suas caracterMicas - 
lextos simples, perguntas objelivas, feed-back 
imediato - adequavam-se perfeitamente a 
esses equipamentos. 

Os tutoriais tern por objetivo a aprendiza- 
gem de falos ou conceitos relativos a um de- 
terminado assunlo. S3o organizados em torno 
de um tema dividido em unidades seqtlencia- 
das, pelas quais o aluno passa uma ou, no ma- 
ximo, duas vezes. Apos uma quantidade, nSo 
muito grande, dc informafSes, s3o inseridas as 
perguntas, e, de acordo com a resposta, o pro- 
grama encaminhii o aluno a etapa seguinte, ou 
a uma seqiicncia recuperadora. £ dessa forma 
que v3o sendo fixados os conhecimenlos. 

Quando a intera^ao aluno-computador 
Qcorre de forma mais estatica, o programa e 
considerado um tutorial "nSo inteligente", 
Nesse caso.o numero de ramifica^deserespos- 
tas previstas para o aluno e baslante reduzido. 
Por outro lado. o tutorial "inteligenie" i 
aquele que proporciona ao aluno a ilus3o de 
alguma libeidade de pensamento. Contudo, a 
impossibilidade de prever as diferentes rea^Ces 
do estudante e de, conseqiientemente, anteci- 
pai qualquer tipo de resposta, correta ou nSo, 
diflculta a realiza^So de tutoriais "inteligen- 
tes". £ um software mais complexo, que exi- 
ge, na maior parte das vezes, um tipo de equi- 
pamento mais sofisticado que o comumente 
utilizado pelas escolas. 

Por suas caracten'sticas, os tutoriais exi- 
gem maior atenffo para aiguns aspectos. O 
prtmeiro i o conteudo que sera transmitido ao 
aluno. NSo e concebl'vel investir na produ^So 
de um software para ensinar um conteudo 
extremamente simples, sem maior importan- 
cia deniro do cum'culo escolar c que pode ser 
aprendido com a mesma eficacia, atrav^s de 
outro material instrucional. 

£ fundamental que esse conteudo esteja 
correto, atualizado e apoiado em fontes con- 
fiiveis. Recomenda-se, inclusive, que os pro- 
dutores recorram i. assessoria de um especialis- 




Os Verlebrados da Sofled 



ta no assunto, bem como divulguem as fontes 
de onde o conteiido foi selecionado, para que 
fique assegurado ao professor, a sua conflabili- 
dade. Ainda com rela^io ao conteudo, e ne- 
cessJrio que este seja seqUenciado do mais 
simples ao mais complexo, partindo sempre 
de algo ja conhecido pelo aluno. 

Outro aspecto relevante e a utiliza^ao de 
esti'mulos visuais e sonoros. que despertem o 
interesse e enfatizem os pontos mais impor- 
tantes. Se necessirio, o aluno deve ser auxilia- 
do por pistas que o ajudem a encontrar a res- 
posta correta, principalmente quando nSo 
acertou na primeira tentativa. 

A formula^io das perguntas, que serio 
apresentadas, exige tambem um cuidado espe- 
cial. Devem estar apropnadamente colocadas, 
de tal forma que permitam a revis<[o dos as- 
pectos principais do assunto. 

£ um desaflo para a criatividade do autor, 
encontrar perguntas, com respostas previsf- 
veis, que verifiquem mais do que respostas 
memorizadas. No caso das perguntas de mulli- 
pla escolha, e desnecessario utilizar mais do 
que tres alternativas. Contudo. i importante 
que alternativas erradas nio contenham absur- 
dos que, por elimina(3o,conduzam a lesposta 
correta. 

SerSo analisados a seguir, sob o ponto de 
vista pedagogico, aiguns programas do tipo 
tutorial, lan^ados pela Datamestre e pela 
Softed, para equipamentos da linha Apple. 

iNiciA^Ao As fra);:Oes i 

Desenvolvido pela Equipe Datamestre para 



a disciplina de matemitica, este programa des- 
tina-se a alunos de oito a dez anos que cursam 
a terceira s^rie do primeiro grau. 

Objetivos: levar a crian^a a identificar, re- 
presentar e compaiar fra^des, a parlir de 
exemplos concretos; compreender e realizar 
opera(;fles com fra^Ses homogeneas. 

Inicialmente, sSo apresentadas diferentes 
figuras que vao sendo divididas em metadese 
tergos. Postcriormente, sSo dadas a no^So de 
inteiro e as opera^Ses de soma com fra^Ses de 
mesmo denominador. Aiguns exercfcios s3o 
intercalados, para facilitar a compreensSo. 

Os produtores indicam o programa para 
ser utilizado como atividade preparatoria para 
aulas praticas, refor^o de aprendizagem e/ou 
atividade de recupera9ao. Observamos, contu- 
do, que o mais adequado seria empregi-)o 
como atividade de refor^o ap6s a aula prdtica, 
uma vez que nessa faixa de idade qualquei 
tipo de aprendizagem deve ter origem em si* 
tuagdes concretas, sempre que for possi'vel. 
No caso das atividades de recupera^ao, o pro- 
grama poderia ser melhor explorado, se conti- 
vesse exerci'cios em maior numero e variedade. 

CfiLULAS I 

Desenvolvido peto Professor Ayrton Gon- 
;alves da Silva e Equipe Datamestre para a dis- 
ciplina de Ffsica, este programa destina-se a 
alunos com mais de 14 anos que cursam o 
segundo grau. 

Objetivos: oferecer ao aluno a oportunida- 
de de identificar partes da celula; reconhecer 
seus diferentes tipos; e distinguir os elementos 
que a compdem. durante sua divisio. 

£ indicado, pelos produtores, para refor^o, 
recupera^So ou como introdutorio para uma 
aula pratica. Constitui-se de um texto simples, 
apoiado por ilustra^des e intercalado de per- 
guntas para avaliar o conteudo assimilado. 

SOMl 

Desenvolvido tambem pelo Professor Ayr- 
ton Gon9aJves da Silva e Equipe Datamestre 
para a disciplina de Ffsica, este programa des- 
tina-se a alunos com mais de 14 anos que cur- 
sam o segundo grau. 

Objetivos: capacitar o aluno a conceituai 
som e a sua rela9fo com movimentos vibrat6- 
rios; distinguir as qualidades de um som; e 
diferenciar ondas sonoras e nSo sonoras. 



20 



MICRO SISTEMAS, Mtembro/87 



Inicialmente. s2o apiesentados textos sim- 
ples, apoiados em ilustiagdes e efeitos que 
stmulun OS fenomenos sonoros. Ao flnal, sio 
piopostos exercfcios com o objetivo de verifi- 
car a compreenslo. 

Quanto a utitiza^io, alem de prepaio para 
aulas priiticas, refor^o de aprendizagem e 
recupera^So, o piograma traz a possibilidade 
de substituir a propria expcriencia direta, que 
nesse caso exige o emprego de equipamentos 
mais soristicados, quase sempre inacessfveis a 
uma boa parte das escolas. 

Se analisarmos gtobalmente os tres progra- 
mas. veremos que os assuntos s3o relevantes 
denlro do currfculo escolar e nSo se tomam 
faciJmente defasados. No que se refere a con- 
teudo. clareza e propriedade da mensagem, 
fomecimento adequado &t feed-back ao aluno, 
OS progiamas estSo coitetos. Contudo, pela 
sua concep^io despojada, eles sSo de formato 
rfgido. onde o papel do aluno e bastante pass!- 
vo e pouoos estimulos visuais e sonoros s2o 
utilizados para despertai o interesse e refor^ar 
OS pontes importanles. Por esse motivo, sko 
restritas as oportunidades de utjiizi-los mais 
de uma vez com o mcsmo grupo, Por outro 
lado. o programa SOM trabalha com uma das 
mais licas possibilidades de uso do computa- 
dor no ensino, que s2o as simula^Oes, ainda 
pouco exploradas. 

TIPOS DE PREDICADOS I 

Desenvolvido pela Softed paia a disciplina 
de Lfngua Portuguesa, este progiama e desli- 
nado a alunos da quinta serie do primeiro 
grau. 

Objetivo: levar o aluno a conceituar predi- 
cado, predicado verbal e predicado nominal. 



A figura de um carteiro, em diferenies 
circunstancias, e utilizada como recurso para 
ilustrar os conceitos que, gradativamente, sSo 
aprcsentados atraves de senten^as. Com o ob- 
jetivo de fixai o conteudo, sIo intercaladas 
algumas frases com lacunas. 

OS VERTEBRADOS 

Desenvolvido tambem pela Softed para a 
disciplina de Gencias, este programa e desti- 
nado ainda a alunos da quinta s^rie do primei- 
ro grau. 

Objetivos: levar o aluno a conceituar ani- 
mals vertebrados e identificar os principals 
gnipos. 

A no^So de vertebrado e introduzida quan- 
do cada um dos diferentes animais passa por 
um aparelho de Raio-X, aparecendo assim os 
diversos tipos de esqueletos. Posteriormenle 
sSo apresentados os grupos - mamfferos, 
aves, peixes e anfibios. Em todas as etapas, e 
utilizado como recurso ludico a flgura de um 
saci, uma vez que os animais apresentados vi- 



vem na tloresta. O progiama solicita o aluno a 
responder quest5es que verifiquem a sua com- 
preensio e em seguida fornece um feed-back 
bem humorado, a respeito dos resultados. 

No que se refere ao conteudo e as situa- 
(des de aprendizagem, os dois programas es- 
t2o inteiratnente adequados. Contudo, o pon- 
to forte e a utiliza^ao criativa dos recursos 
graficos e de anima^So, que conlribuem muito 
paia atenuar a rigidez do formado e as situa- 
(5es repetilivas. Antlise de Vera Lucii de 
Andrade Kameyamt. 



Vera Lucia de Andrade Kameyama ^ graduada 
em Pedagogia s Mastre na Area de Tecnologia 
Educacional, pela UERJ. Atua/menK, traba- 
lha como Professora-Adjunra no Curso de 
Pedagogia da Faculdade CSndido Mendas na 
disciplina Avaliai^So de Programas. 



FICHATfCNICA 



Nomts: tipos de Predicado I e Os Verte- 
brados; 

Linhs: Apple (com 64 Kb de RAM. moni- 
tor e um drive de 5 1/4"); 
Produtor: Softed, Softwares Educativos 
Ltda.; 

En<tare9o: Rita da Consotac^o. 3367 - 
CEP 01416, S3oPaulo-SP; 
Teiefone: (Oil) 852-1133, 
Preco: CzS 1 mil e 800 (o original) e CzS 
450,00 (cadac6pia). 



Nomei: iniciac^o As fragOet i, C^lulat I e 
Som I; 

Linha: Apple (com 64 Kb de RAM, moni- 
tor e um drive de 5 1 /4"); 

Produtor: Datamestre Sittemas Educacio- 
nais Ltda.; 

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colocados 30 programas para CP'400 e 20 programas para MSX. Caso deseje que s^am dividldos 
OS programas em varlas Mtas, nos Informe o numero de fitas. 

OB5 : - Encomenda minima Cz* 290.00 - Taxa de correio Czt 60.00. 

Despachamos para qualquer lugar doSraslt. A fita e/ ou disco sera entregue em sua residincia. 
Caso voce deseje que seus programas sejam colocados em disketes, o valor do mesmo t de 

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Projeto MSXBUG 



Com a implementagao de mais uma fun^ao, 

MICRO SISTEMAS traz neste terceiro artigo 

o comando E, o eficiente desassemblador 

do Projeto MSXBUG. 

Andr^ Fernandes Medeiros 
Andr4 Luis Porto Castro 



Quern olha pela primeira vez um programa em lingua- 
gem de mdquina acha que aquele emaranhado de 
c6digos hexadecimais funciona apenas por sorte de 
quern os combinou. Na verdade, cada c6digo possui 
um signiticado todo especial para o processador Z-80. Cada 
valor hexadecimal i, por assim dizer, o nome da a?ao que voce 
quer que o processador execute. 

Embora eu conhe9a alguns loucos. amigos meus, capazes de 
compreender o funcionamento de uma rotina ainda em hexa 
("o autor deste programa". por exempio), hi a necessidade de 
que se associe a esses c6digos nomes que sejam mais facilmenie 
relacionados pelas pessoas: os mnemonicos. 

Os mnemonicos s3o formas abreviadas de se explicar o que 
o processador faz ao execular delerminado comando. Para que 
isto fique mais claro, observe o programinha-exempio do pri- 
meiro artigo da s^rie (publicado em MS nP 70). O valor hexa- 
decimal CD e associado ao mnemonico CALL (chamar). que 
por sua vez faz exatamente isto: chama a rotina que come^a no 
endereijo especificado pelos dois bytes seguintes (00 e CC). 

H o valor C9 6 associado ao mnemonico RET (return), fa- 
zendo com que a execu93o volte para onde estava antes desta 
pequena rotina ser executada. Transformar os estranhos c6di- 
gos hexadecimais em algo compreensi'vel 6 a tarefa deste desas- 
semblador. 

Para digitar as listagens do comando E, siga as mesmas ins- 
truifOes do primeiro e do segundo artigos. 

COMANDO E (Sintaxe: E xxxx) 

funcionamento deste desassembler 6 muito simples se 
comparado a seu poder. Ele interpreta qualquer instru^ao do 
Z-80, inclusive algumas que nSo sSo divulgadas pelo seu fabri- 
cante (ver "As instru^Oes secretas do Z-80", publicado em MS 
nP 25), a partir do endere90 xxxx. Para avan9ar at^ a pr6xima 
instru^ao. basia pressionar a tecla de espa9o. A desassembla- 
gem seri impressa no video no seguinte formato: 

ErJDERECO, CODIGOS HEXADECIMAIS, 
MNEMONICOS, CODIGO ASCII. 



22 



Listagem 9 



BD7» FS » M 7E A7 28 «B 32 PS 7F Fl 32 F4 7F 7E 23 i9«ti 
aaetl \B 01 F1 C3 C3 TB 34 ZE 3» ED 38 E4 bF 7B Ot Cia 20B1 



Com as teclas UP e DOWN voce pode, respectivamente, re- 
troceder e avan^ar a listagem mais rapidamente. de 16 em 16 
endere^os (cuidado! pois voce pode avan^ar ou retroceder para 
o meio de uma instrufSo, fazendo com que a desassemblagem 
fique sem sentido; com alguns avan^os de inslru^ao em instru- 
930. voce retoma o significado correto); e [ RETURN ] retorna 
ao mbdulo principal do MSXBUG. 

CONCLUSAO 

Para se adaptar oielhor ao funcionamento do desassembler. 
experimente desassemblar a rotina do MSXBUG que imprime 
no video o byte contido no acumulador em nota9ao hexadeci- 
mal, que inicia no endere9o 6E04h, e veja se entende sua I6gica 
de funcionamento. 

Dessa maneira. nSo perca a oportunidade de desassemblar a 
ROM do seu MSX, que inicia (6bvio!) em 0000, digitando E 
0000 ou simplesmente E e [ RETURN ). A primeira instru9ao, 
no endere9o 0000, e Dl (Disable Interrupts). Confere? 

Aguarde o pr6ximo artigo, que conteri o m6dulo de entra- 
daesai'da do casseteio comando C. Attfaprdxima! 

Andri Fernandes Medeiros 4 eswdante da Faculdade de Ciincias da 
Computapao na UFRGS. Ele programa em BASIC. Assembler e FORTH 
para eguipamentos que usam microprocessador ZSO, desenvolvendo 
principal mente programas e rotinas voltados para a irea grifica e protm- 
pffo de programas. 

Andr4 Lufs Porto Castro 6 estudante da Faculdade de CiSncias da Com- 
putaQio na UFRGS. Ele desenvolve programas sob encomanda nas lin- 
guagens BASIC. Pascal e Assembler para os micros das linhas MSX 
TRSSOeZXSI. 



MICRO SISTEMAS. Mtambro/87 











































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10 












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4A 30 


20 


CO 


C9 


1712 


9690 


00 


52 


43 04 


CD 00 43 


41 


4C 


4C 


20 


CB 03 


00 


4F 


33 


1451 


9E60 


54 


20 


23 2C 


Cl 09 09 


4S 


56 


DS 


OB 


00 49 


4E 


20 


41 


1445 


9E70 


2C 


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45 56 20 


26 


S3 


50 


29 


2C AF 


E9 


00 


4A 


1391 


9EB0 


50 


20 


28 2F 


A9 EB 00 


4S 


36 


20 


44 


43 2C 


AF 


F3 


00 


1391 


9E90 


44 


C9 


F9 00 


4C 44 20 


53 


S0 


2C 


AF 


FB 00 


43 


C9 


22 


1631 


9eA« 


4C 


44 


20 24 


2C AF 2A 


4C 


44 


20 


2F 


2C 24 


AO 


32 


4C 


1062 


9E&e 


44 


20 


24 2C 


Cl 3A 4C 


44 


20 


41 


2C 


A4 00 


00 


FB 


00 


1131 


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41 


44 


44 20 


41 AC 01 


41 


44 


43 


20 


41 AC 


02 


S3 


53 


1110 


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42 


A0 


03 53 


42 43 20 


41 


AC 


04 


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4E 44 


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56 


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4F 52 A0 


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01 4C 


44 


A0 


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1269 


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4C 


44 


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49 4e 43 


A0 


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41 


44 


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4C 


44 


20 41 


AC 0B 44 


45 


43 


A0 


04 


49 4E 


43 


AO 


05 


1173 


9Ft» 


44 


43 


43 A0 


06 4C 44 


A0 


00 


32 


45 


34 A0 


02 


4A 


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1223 


9F3B 


A0 


04 


43 41 


4C 4C A0 


07 


52 


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34 


AO 00 


32 


4C 


43 


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53 


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4C 


41 


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06 


53 


4C 


49 A0 


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52 


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4C 


A0 


01 42 


49 54 A0 


02 


52 


43 


33 


A0 03 


33 


45 


54 


1235 


9Fli0 


A0 


44 


4E 45 


C7 45 52 


43 


34 


CE 


46 


49 4D 


20 


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47 


1583 


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4C 


44 


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32 


43 


54 


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4F 4C 


44 


20 


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4C 44 2B 


41 


2C 


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C4 


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4C 


C4 


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49 


CE 


03 04 


42 


43 


44 


1517 


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43 


48 


4C 3F 


41 42 43 


44 


45 


5F 


5F 


53 50 


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50 


20 


40 20 


46 


41. 


49 


1026 


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42 


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1432 


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C3 


03 7F 


41 


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Com esle utilitario, qualquer usuario de um ZX Spectrum podera fazer 
o back-up de muitos programas em fita mesmo que estejam protegidos. 



ZX Copywrite 



.Andre Whiw'ck Nasser. 



Desde que no Brasil o microcomputador se tornou 
popular, as empresas de software vem inundando o 
mercado com varios lipos de programas - desde jo- 
gos, passando pelos aplicativos ate os uiilitarios. O 
grande problema, porem, e o falo de que e dificil aos usuarios 
fazer back-up de programas protegidos, os quais certamente 
com o passar do tempo pwderao se danificar. 

Assim sendo, desenvolvi esse programa a fim de que seja 
mais dinamJco e usual o back-up de softwares. 

ARMAZENAMENTO DE INFORMAQOES 

Todo usuirio do ZX Spectrum {TK90X) ja deve ter obser- 
vado o sistema de grava^So desse microcomputador. Inclusive 
devemos fazer men^ao aos artigos publicados em MICRO SIS- 
TEMAS pelos nossos colegas Paolo Fabrizio Pugno ("Analisa- 
dor de header", MS nP 53), Aide Barducco Jr. e Pieriuigi Piazzi 
("Grava^ao no TK90X", MS n9 55), que abordam esse assun- 
to. 

A grava9ao e feita em 1200 bauds(bits por segundo). uma 
velocidade de bom desempenho adotada na maioria dos mi- 
cros. Os dados entram e saem do computador atraves da porta 
254 do microprocessador Z-80 para serem, simultaneamente, 
armazenados na mem6ria RAM, no caso do carregamento. 

Outro ponto-de-vista do sistema utilizado no TK90X € a 
versatilidade com que ele trata a gravapSo e o carregamento in- 
dependente de mairizes alfanum6ricas, numericas, blocos de 
bytes, memoria de tela e os poderosos comandos MERGE e 
VERIFY do interprelador BASIC. 

Os arquivos, no TK90X, sao armazenados em fita em dots 
blocos: o header e o bloco de dados. Eles sao reconheci'veis, 
ouvindo-se algum programa gravado, atraves de duas descargas 
sonoras precedidas por um sinal conti'nuo - que dura cerca de 
cinco segundos no header e cerca de dois no bloco de dados - 
e separados por uma curta pausa de menos de um segundo. 

O ja dito header ou cabe9alho traz consigo informapSes que 
caracterizam o bloco de bytes que se segue. formato correto 
do header 6: 

• primeiro byte informa o tipo do bloco de dados (0 para 
programas BASIC, 1 para matrizes numericas, 2 para alfanum^- 
ricas e 3 para blocos de bytes e arquivos de tela); 

• OS dez bytes seguintes contem o nom^' do programa; 

• OS bytes 12 e 13 descrevem o seu comprimento; 



• OS bytes 14 e 1 5 tem o endere^o inicial do bloco; 

• e. no caso de ser um programa em BASIC, os bytes 14e 15 
tern a linha do AUTO-RUN{se for menor que 10000) e os by- 
tes 16 e 17 indicam o comprimento do programa em BASIC 
scm as variaveis. 

Na realidade, alem desses 1 7 bytes, hS mais dois que apare- 
cem tanto no header como no bloco de dados, sendo que um 
deles e sempre o primeiro byte que forma o bloco; e o outro, 
o ultimo. Eles sao usados para a detec^So de erros durante o 
carregamento do programa. Nao se preocupe. poise o compu- 
tador quem cuida deles. 

ESTRUTURA DO PROGRAMA 

Basicamente, o programa consiste na chamada das rotinas 
LOAD e SAVE da ROM apos definirmos certos parSmetros. 
Para as duas rotinas. devemos estabeiecer o seguinte: 

• o par de registros internos DE do Z-80 deve conter o nii- 
mero de bytes do bloco; 

• o par IX deve conter o seu endere90 inicial; 

• o registro A esiabelece a distin^So entre o header( valor 0) e 
o bloco de dados( valor 255); 

• no caso de querermos carregar o arquivo, devemos setar o 
carry flag antes de chamarmos a rotina LOAD pois, de outro 
modo, o que estiver enlrando nSo ser4 carregado, e sim compa- 
rado com o que la esta. 

Segue-se a descri9ao do programa: 

23296 a 23301 - estabelece-se o valor da RAMTOP em 
23949, pois os c6digos irao ser carregados a partir de 23950, 
deixando um minimo de espa9o de area BASIC para o trabalho 
do usuirio; 

23302 a 23309 - um CLS ^ efetuado. alem de ser aberto o 
canal de tela para a impressao das mensagens; 

23310 a 23318 - e impresso tanto a string "ZX COPY- 
WRITE" como a string "Com HEADER? (s/n)",armazenadas 
a partir de 23514, e a posifSo de PRINT e posta em [5,1] para 
uma posterior impressao do nome do arquivo que sera carrega- 
do; 

23319 a 23332 - ocorre um desvio condicional com base 
no acionamento de teclas. O programa e desviado para uma 
sub rotina onde e efetuada a c6pia de um arquivo com o header 
ou para uma outra onde e efetuada a c6pia de um bloco de da- 
dos anteriormente gravado sem o header. 



24 



MICROSIbltMAb.seiembio/B/ 



23333 a 23351 - se o usuario opta por uma c6pia de um 
arquivD anteriormente gravado com o header, ^ feito o carrega- 
mento do header da seguinie forma: DE assume o valor 17. 
pois e o numero de byles desse tipo de bloco; o registro A as- 
sume o valor com a instru9ao XOR A, o que significa que o 
bloco a ser carregado deve ser um header, a instruijao SCF 
(Set Carry Flag) faz com que os dados sejam carregados. ao 
inves de somente verificados; IX assume o valor do enderego a 
partir do qual queremos carregar o header, ou seja, 23950; e 
chamada a rotina LOAD na ROM; e, por ilhimo. a instrut;ao 
JR NC(yump Relative if Nol Carry) faz com que recomecemos 
o carregamenlQ. se nSo for o bloco desejado; 

23352 a 23380 - € apagada a mensagem "Com HEADER "^ 
(s/n)". alem de ser impresso o nome do arquivo; 

23381 a 23396 - faz com que o bloco de dados, cujo com- 
primenio esti nos endere^os 23961 e 23362, seja carregado a 
partir de 23967; 

23397 a 23410 - i chamada a sub-rotlna que come^a no 
endereijo 23477 e. depois, efetua-se o salvamento do header 
armazenado de 23950 a 23966; 

2341 1 a 23419 - di-se uma pequena pausa entre a grava- 
^So do header e a do bloco de dados; 

23420 - 23435 - salva-se o bloco de dados, reiniciando-se 
o programa; 

23436 a 23459 - case o usuario lenha opTado pela c6pia de 
um bloco de dados sem o header. 6 lomado o seguinte esque- 
ma para que possamos saber o seu comprimento quando do 
carregamento: 

1) prevemos o comprimento do bloco, atribuindo ao par de 
registros DE o valor miximo de mem6ria{65536 - 23950 = 
41586) que podemos utilizar para o carregamento; 

2) sera entSo marcado um erro de leitura quando o bloco pro- 
veniente da fita acabar, sendo o programa liberado da sub-roti- 
na LOAD da ROM; 

3) subtrai'mos entSo de 41586 o valor que esta contido em DE 
e o resuttado sera o comprimento do bloco que foi carregado; 

4) efetuamos um EXCHANGE para a troca dos registros B. C. 
D, E, H e L por B". C, D', E', H' e L' a fim de guardarmos o 
comprimento do bloco para um posterior SAVE; 

23460 a 23476 - ^ chamada a sub-rotina que esii armaze- 
nada a partir de 23477 e damos um SAVE para que seja salvo 
o bloco sem header, utilizando o valor contido em DE que in- 
dica o seu comprimento. ap6s efetuarmos um EXCHANGE 
para re^atar o valor do par. Apos isso. reiniciamos o ZX Copy- 
write; 

23477 a 235 1 3 - nesta sub-roiina, utilizada em dois pontos 
do programa, sSo abertas as linhas de editfSo; 6 escrita a mensa- 
gem "Ligue o gravador, digite ENTER"; 6 efetuada uma serie 
de inslru^Oes similares ao PAUSE do BASIC do TK90X; e. 
por fim. apaga-se a mensagem. retornando-se desta sub-rotina; 

23514 a 23548 - est3o armazenadas as strings '*ZX COPY- 
WRITE" e "Com HEADER ?(s/nr. 

DIGUAC^AO 

Entre com os c6digos hexadecimais da listagem atraves de 
algum carregador ou monitor ou. no caso de voce possuir um 
programa Assembler, entre com os mnemonicos. se preferir. 

programa utiliza o buffer da impressora a partir de 23296 
para sua instala^So. sendo formado por 253 bytes que usam os 
endere^os de 23950 a 23966 para o carregamento do header e 
de 23967 em diante. para o carregamento do bloco de dados. 

Apos digilado, salve o ZX Copywrite com o comando: 

SAVE "ZX"+CHRJ 255+CHRI 8+"WRlTE"C0DE 23296. 
253. 

UTILIZACAO 

Para acessar o nosso programa. digite RAND USR 23296 e 
verifique o seu funcionamento como descrito anteriormente. 
Para deixar a rotina, basta teclar BREAK. 

Nao se esque<;a de que a area do BASIC estara bastante re- 
duzida para um methor aproveitamento da memoria. aumen- 

MICROSISTEMAS. s«tembro/87 



tando a area de trabalho do copiador. Basta dar um CLEAR 
(enderefo) para uma modificafao lemporaria desse espa^o. 

Um outro aspecto a destacarmos e o modo como s3o trata- 
dos os erros de leitura no carregamento dos arquivos com 
header: ao inves de ser escrita a mensagem "Erro de leitura", o 
que se observara sera a interruf)9ao no carregamento, vindo a 
borda da tela a piscar, enquanto o gravador continuar rodando. 
Neste caso. de um BREAK e um novo RAND USR 23296 ou. 
simplesmente, retorne a fita ao comedo do bloco cujo carrega- 
mento foi ma! sucedido. para uma nova lentativa. 

Como ZX Copywrite se utiliza de um erro de leitura para 
sair da sub-rotina LOAD da ROM - no caso do carregamento 
do bloco de dados sem header - e saber seu comprimento, a 
detecfSo de erros reals 6 um tanto problematica. O que se deve 
fazer 6 estar presente no canegamento desse bloco a fim de 
interceptar um possi'vel erro. 

O ZX Copywrite foi construi'do de forma a atender a c6pia 
da totalidade de programas existentes, inclusive aqueles cujos 
blocos foram previamente gravados sem o header. Eu, pessoal- 
mente, consegui copiar todos os programas comerciais que pos- 
suocom fixito. 

Como o TK90X vem acompanhado de somente um cabo 
para cassete, convem adquirir um outro para evitar o troca- 
troca dos plugues, uma vez que a c6pia dos programas e se- 
qiJencial, arquivo a arquivo. Inclusive, e tambem recomendado 
o uso de dois gravadores (um ligado a entrada EAR e um outro 
a sai'da MIC) para c6pias mais extensivas. 

Espero que voce se acostume ao uso do ZX Copywrite e 
esgote a sua potencialidade. 



AndrS Whittick Nasser 4 um autodidata qub programa microcompura- 
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OS 



9F Sf 
05 



LD HL, 23949 
LD <23730),HL 
C«.L 3435 

CrtLU 9633 
LO Oe. 23514 

UD ec.35 

IMJ, 9252 

LO A. < 23556 > 

a> 78 

JP 2.23436 

CF 83 

JR 2,23333 

JR. 23319 

LO H.. 23220 

LD (h«.>,184 

LD D€. 17 

SCF 

LD IX. 23950 

CrtLL 1366 

JR HC. 23338 

LO B. 10 

CMLL 3652 

LD 0E.5246 

LD 8C,4 

CW.L eS52 

LD A. 58 

PST 16 

LD 8.32 

R«T 16 

LO DE. 23951 

Lt< 8C, 10 

CALL 0252 

LD oe, < 23961) 

LD A. 2^ 

SCF 

LD IX, 2396? 

CALL 1366 

JR HC, 23381 

COLL 23477 

LD DC, 17 

XOR 8 

LO I X. 23950 

CALL 1218 

LD C,255 

LD 8,255 

OJ HZ, 234 15 



I d«fln* • IMMTOF Ml 23949 



) axBcula urn CL5 

I abra o c>n«t 4m Lata 



) lw>rlM* » strln* •■ 23S14 



• •* tor -H-. ukl pmra 23436 



f •• tor "S". vki C'lra 23333 



; Indie* « taclk Fraaslonkdk 

t »CAt«R - 17 bvtas 

r A - indtca ^CACCR 

f indKa <*rr««aH«rito 

I andaraco inletkl 

I chWB* LOAD n« Ron 

) rapata sa nao for ICAOCR 

r apava a ■tanaagam 



I >■ 



•to carraaaiBanto 



t o coa^riMante 

) tndica o bloco da dados 

I I nd 1 ca carraaanaanto 

I andaraeo inicial 

I chuta LOM> na ROM 

■ rapata (a nao for dadoa 

( chaH* a (ubrollna aa 233477 

> coa(>ri»anto da HEAOER 
r A - » IndKa HEtOEB 

t andaraco tntclal 

> ehaaia SMJE na ROn 
t curia pausa 



23417 
23418 
23420 
23424 
23426 
23430 
23433 
23436 
23439 
23441 
23444 
23446 
23447 
23451 
23454 
23457 
23459 
23460 
23463 
23464 
23465 
23467 
23471 
23474 
23477 
23479 
23482 
23483 
23486 
23489 
23492 
23495 
23497 
33498 
23501 
23503 
23504 
23506 
23508 
23510 
23513 
23514 
23519 
23524 
23529 
23534 
23539 
23944 



eo 

20 F9 
ED 50 
3E FF 

00 21 
CO C2 
C3 00 

21 »6 

36 Be 

11 72 
3C FF 

37 

DO 21 
CO 56 
21 72 
ED 52 
D9 

CO 85 
09 

ee 

Se FF 
DO 21 
CD C2 
C3 00 
06 OA 
CD 44 
OF 

CD 01 
11 2B 

01 ID 
CO 3C 
3E 52 
07 

21 08 
36 90 
7E 

FE 80 
28 FB 
06 01 
CD 44 
C9 

16 01 
FF 08 
54 45 
43 6F 
45 41 
20 3F 
6E 29 



99 5D 

9F SO 



OE 

09 5A 58 
57 52 49 
16 15 07 
60 20 48 
44 43 52 
28 73 2F 
16 05 01 



DEC C 

JR N2. 23413 
LO DE, <2396Il 
LD A, 259 
LD IX. 23967 
CALL 1218 
JP, 23296 
LD HL. 23222 
LD (HL>.ie4 
LD DC,41586 
LD A. 255 
SCF 

LD 1 X, 23950 
CALL 1366 
LD HL. 41566 
S8C HL.DE 
EXK 

C«LL 23477 
6XX 

ex oe.HL 

LO fl. 255 
LD IX, 2395© 
CALL 1216 
3F. 23296 
LO B. to 
CALL 36^2 
XOR A 
CALL 5633 
LO OE. 14891 

LO ec,29 

CALL 8252 

LO A. 82 

RST 16 

LD HL.23560 

LD <HL>, 126 

LD A. <HLi 

CP 126 

JR 2. 23503 

LO B. 1 

CALL 3652 

RET 



I coa^naianto do bloco 

I I ndt ra dados 

r andaraco Inclal 

I chaM* SAV.C na ROTt 

1 rali.icla o ZX C0P-/1*ITE 

I indica a tacla praationtda 

I coBpninanlo para o bloco 

I ttHtlca dkdo» 

I tndic* <arr«flaaanto 

I andaraco tr>l-:l*) 

I chaba LOAD r.a RfDtl 

I 9u*rda o coH»riii>*nto raal 



I chanA a Hibrollna aiB 23477 

I raasata o co<i«>rli>ar,to do til 

I indica dado« 

I andaraco tnicial 

I ChaM SMUe r« POM 

) f-aintcia c ZX. CCiP\i*ITe 

I apaoa a^nsavan 

I abra 1 1 r-ha« infariorai 

/ luprlm "Dlvlta EHTER" 



I slMllar a phuse O 



ratorrta 

■trtng para tnpra(«ao 



CONTABIUDADE GBHNCIU 

UMNUMEROA PARTE NO 

Show da yjELSOFT 



O Show do sistema de contabilidade gerencial INTELSOFT esta se apresentando atualmente em 
mais de quinhentas empresas por este Brasil, Dm software completo, mas simples de operar. 

A INTELSOFT esta pronta para esclarecer qualquer duvida e informar qual a melhor opgao para 
sua empresa. 

Agora, alem do show de CONTABILIDADE apresentamos o TRANSFERS para ligagao e 
transferencia de arquivos entre micros e o DISQUE BOLSA para consultar dados da BVR J e 
BOVESPA. 

Para fechar a corlina alguns dos nossos clientes: Petrobras S/A. Ministerio da Fazenda, Banco do 
Brasil. Shell do Brasil. BNDES. Chocolate Comercio de Roupas, Itaminas Comercio de Minerios S/A. 
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CARACTERiSTICAS TECNICAS 
DO MONITOR 
Sistema de tnversao de video 
Tubo de alta persistencia de imagem 
Iransforma imagens de baixa resolu- 
Cdo em alta resoluQdo 
Sistemo de zoom horizontol/totol 
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Ifl (O.'l) v'iML'lMl 



SEJA VOCE MAIS UM REPRESENTANTE 
DA HARDWARE /HARDSOFTWARE . 



Veja neste arligo como controlar a alocat^ao de arquivos em disquete 
e examine as estruturas do DOS 3.3 atraves de um programa especial. 



d 



Estrutura de arquivos 
no Apple DOS 3.3 



.=>f- 



Daniel Gerk de Azevedo Quadros 



:/*A-ii»Js'-*---."- .4- -•-'- 



NO sistema operacional DOS 3.3, 
um disquete e fisicamente for- 
matado em 35 irilhas concen- 
tricas, cada uma com 16 seto- 
res, cada um dos quais armazenando 
256 byles de dados (conforme figura I ). 
O acesso a estas irilhas e setores 6 feilo 
atraves de um conjunto de rotinas do 
DOS, denominado RWTS {"Read/ Write 
Track Sector" - Le/Escreve Triiha Se- 
tor). Um acesso atraves do RWTS exige 
o conhecimento da triiha e setor que 
contem a informatjSo desejada e envolve 
sempre a transferencia de um setor in- 
teiro (256 bytes). 

Felizmente, o programador normal- 
mente nSo precisa acessar o disquete 
neste ni'vel, mas sim utilizar o File 
Manager (Gerenciador de Arquivos). Um 
acesso a um arquivo ^ feito atraves de 
um nome (fornecido quando o arquivo 6 
criado ou aberto) e refere-se a registros 
de tamanho defmido pelo usuario. 

File Manager cuida de blocar/des- 
blocar os registros em setores, alocar no- 
vos setores a medida em que novos da- 
dos sac gravados, locahzar um determi- 
nado registro de um arquivo etc.. Por- 
tanto, ele necessita de estruturas de da- 
dos que indiquem: quais setores estSo 
tivres para serem usados; quais os arqui- 
vos existentes; e quais os setores ocupa- 
dos por um arquivo e em que ordem. 



28 







Trilhn 


Setoras na triiha 




(^' 




Ti 


ilhas no di 


SCO 



Figura J - 
Trilhas e 
setores. 



Figura 2 - 
VTOC. 








Bytes 


Contviido 






000 


nio uasdo 






001 


triiha inicial do diratorio 






002 


gator Inicial do diratorio 






003 


varaao do DOS 






004 005 


nao uaadoB 






006 


nunaro do voluKa 






007 038 


nao uaadoa 






039 


nuaaro naxlao da paras trilha/actor qur caba« aa 


ua aator 


- 




da liato da trllhaft/aator 






040 047 


nao uaadoB 






04a 


ultiaa triiha onda foraa alocadoa aatoraa 






049 


dire^ao da alocacao das trilbaa: 
*1 crescenta 
-1 dacraaccnta 






050 051 


nao uaadoa 






052 


nuDero de trilhaa iM disgust* 






053 


nuaiaro de aatoiea por triiha 






054 055 


nuaaro de bytes por aator 






056 059 


aapa de ocupa^ao da triiha 
byte ■etoces 

*0 FEDCBA9e bit - -1- — setor livta 

*1 76543210 

*! nio uaado 

*3 nao usado 






060 063 


aapa da ocups^ao da triiha > 






064 067 


aapa da ocupa^ao da triiha 3 






IBS 191 


aspa de ocupa^ao da triiha 33 






192 195 


aapa de ocupagso da triiha 34 






196 355 


aapa de ocupaeao para trilhaa adicionais 











MICRO SISTEUAS. setembro/87 



By tea 

000 

001 

002 
001 010 
Oil 045 



Contvudo 

nao usado 

trilha qu* contea o proximo eator do diratorio 
■•tor qu« contaR o praxino aetor do diratorio 
nao uaadoB 

prisaira enerada da arquivo 
bytas contaudo 

000 trilha do prlaairo aator d« liata da trilha/aator 

000 - antrada nunca usada 

25S - arquivo delctado: valor anterior deate byte 
foi movido para a byta 032 

001 s«t.or do prineiro sator da liata da trilha/aatoc 
00! tipo do arquivo 

bit naia aignif icativo ■ I —•■"locked" 
00 - Text 01 - Inteqer BASIC 
02 - Applesoft 04 ■ Binary 

10 

40 



- R 

- B 



046 080 
Oai 115 
116 ISO 

151 les 

lU 220 
231 255 



08 ■ S 
20 - K 

003 032 nose do arquivo 

033 034 tananho do arquivo. em aetore 
aagunda antrada de arquivo 
tarceira antrada de arquivo 
quarta antrada da arquivo 
quinta entrada de arquivo 
aaita entrada de arquivo 
aetiDia entrada de arquivo 



Figura 3 
Seior do 
direidho. 



Figura 4 - 
Lisia de 
irilhas/ 
setores. 



Bytea 



Conteudo 



000 nao uaado 

001 trilha que conteai o proiiBO aator de lista de trilha/aacoraa 
(0 ae este 4 o ultino) 

002 aator que conto» o proxiBo aator de lista de trilha/aetorea 
003 004 nao usaoijg 

005 006 posi^ao no arquivo do prineiro setor descrito nesta lista 
(niinero do setor no arquivo, a partir de 0) 

007 Oil nao usados 

012 013 trilha e setor do pri-.eiro aetor de dados 
<0 ae nao ha aator alocado) 

014 015 trilha a aetor do sequndo setor de dados 

254 255 trilha e aetor do 122* setor de dados 



OVTOC 

VTOC (Ko/ume Table Of Contents 
- I'ndice do volume) d o ponto de parti- 
da para as demais estruturas, contendo: 
informa^Oes sobre a estrutura fi'sica do 
disco; informaifOes sobre a aloca^ao de 
setores; e ponteiro para o ini'cio do dire- 
tdrio de arquivos (Catalog). Ele se locali- 
za sempre no setor da trilha 17, que 
esti situada no meio do disco, de forma 
a reduzir a movimenta^ao da cabe^a de 
leitura/escrita da unidade, melhorando o 
desempenho. (A descri9ao completa do 
VTOCest^na figura 2). 

O diretdrio de arquivo {Catalog) 6 
uma lista de setores que cont^m infor- 
ma^Oes sobre os arquivos (nome, tama- 
nho etc.) e esti descrito na figura 3. Em 
um disco normal, o diret6rio ocupa o 
restante da trilha 17 (setores 1 a 15). 

A lista de trilhas/setores de um arqui- 
vo ^ o passo final para o gerenciador de 
arquivos localizar os dados de um arqui- 



+ 



-QTCT 



Lilt* a* satoro ii« 

Trilha* />»tar»« a«do> 



Figura 5 - LocalizafJ'o de um setor de dados. 
MICRO SISTEMAS, s«tefTk3ro/87 



vo e esti descrita na figura 4. Ela consis- 
te basicamente de uma tabela de pares 
trilha/setor, correspondente aos setores 
alocados ao arquivo. No caso de arqui- 
vos randomicos, ^ possivel haver espa^os 
vazios na lista, isto 6, pares triiha/setor 
com conteudo zero. 

A figura 5 resume o que foi dito at^ 
agora, mostrando o caminho percorrido 
do VTOC at6 um setor de dados. 

PROGRAMA EXEMPLO 

Um exemplo de acesso direto i estru- 
tura de arquivos ^ o programa da lista- 
gem 1. Ele permite analisar um disco, 
obtendo-se as seguintes informa^Oes: 

1 ) Mapa de setores alocados, no qual 
OS setores alocados sSo indicadospor '*' 
e OS setores livres por '•'. Este mapa 6 
obtido a partir do VTOC e os setores 
alocados sSo os utilizados para dados, 
listas de trilhas/setores. diretdrio, VTOC 
e armazenamento do sistema DOS; 

2) Resumo do diretorio que informa 
quantos arquivos existem de cada tipo; e 

3) Mapa dos setores alocados por 
arquivo. Neste caso o diret6rio 6 percor- 
rido arquivo por arquivo, sendo indica- 
do por 'M' os setores que cont^m listas 
de trilhas/setores e por 'D\ os que con- 
tem dados. Para melhorar o desempe- 
nho, nao trata arquivos com vazios na 
lista de trilhas/setores; caso isto seja de- 
sejado, altere a hnha 4680 para: 4680 IF 

TA = THEN GOTO 4700. 

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de Fluxo de Dados e vehllcar a consistftncia do que esli 
sendo projetado. 

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estnjturadaeutiliza as metodologiasde Chris Ganee 
Tom DeMarco, Com auxtlio de um "mouse", analista de 
sistemas desenha ou moditica diretamenie no PC um 
diagrama de Fluxo de Dados obtendo com isso sempre 
uma versdo correta e aiuaiizada do seu DFD. 

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• Toma pritico uso das t^cnicas estnjturadas 

• Aumenia a qualidade do software atrav^sde 
verilicafte aulomdtica de erros 

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ESTRUTURA DE ARQUIVOS NO APPLE DOS 3.3. 



Bytaa 


Contaudo 


000 


tipo d* tab«la. d*v« aar 1 


001 


nusaro do "alot", aiultlpllcado por 16 


003 


nuBaro da unldada da dlaquata (1 ou 3) 


003 


nuBaro do voluBa aaparado 




(0 acaita qualquar volusa) 


004 


nusaro da trllha (0 a 34) 


OOS 


nunaro do aator (0 a IS) 


ooe 007 


andaraco da DCT 


008 009 


andara^o do buffar da laitur«/aacrita <356 bytaa) 


010 


nao uaado 


oil 


nuaaro da bytaa, corraapooda a 356 (aator Intalro) 


013 


coaandoi 




- poalclana»anto <''Baak") 




1 - laituia 




3 - aacrita 




3 - forma tagao 


013 


raaultado da opara^aoi 




000 - ban aucadlda 




ooe - arro ita Iniclacio 




016 - dlaco pcotagido 




032 - voluna nao coincida cota o aaparado 




064 - arro na unidada 




12B - arro MB lalCura 


014 


nuBaro do ultiBO volona acaaaado 


015 


nuBaro do ultiBO "alot" acaaaado 


016 


nusaro da ultima unidada acaaaada 



Figure 6 ~ lOB. 









Figura 7 - DCT 


Bytaa Contaudo 

000 tipo da dlapoaitlvo (0 - unidada noraall 

001 Caaaa por trilha (1 para unidada noraal) 

003 003 contagvB para taBpo-da BOtor ligado (norsal ■ SBFD8) 











Para a confec9ao de urn programa 
que acesse diretamente trilhas e setores 
6 necessdria uma maneira de acessar o 
RWTS. Esle conjunto de rotinas 6 aces- 
sado atrav^s de uma chamada ao endere- 
90 J3D9, com OS registradores A e Y 
contendo, respectivamente, byte mats 
significativo e o byte menos significativo 
do endereifo de uma estrutura denomi- 
nada lOB {Input/ Output Control Block 



- bloco de controle de en tra da/ said a). 
Esta estrutura esti descrita na figura 6 e 
inclui um ponteiro para uma segunda 
estrutura - a DCT (Device Characteris- 
tics Table - tabela de caracten'sticas do 
dispositivo). descrita na figura 7. 

A forma escolhida para realizar este 
acesso foi colocar um pequeno progra- 
ma e as estruturas de dados em endere- 
90s fixos de memOria: 



•ndara^o (daclBal ) 

35000 
25020 
35030 

25300 



25M6 



lOB 
DCT 

butfar prlcipal, uaado na laltura do VTOC 

a do diratorio 

chaoada a RHTS, ub CALL 2S300 cauaa a ch^ 

BadB ao 8WTS coa oa ragiatradoraa A a Y ^ 

pontando para o lOB aB 35000 

buffar aacundario, usado na laltura da 

llatBB da trilhaa/aatoraa 



Listagem 1 



10 

20 
30 
40 
50 
60 
70 
100 
110 
120 
130 
140 
14S 
130 
160 
170 

180 
190 

200 
210 
220 



230 
240 
2S0 
260 

270 



REM 

REM 

Ren ANALISADOR DE DISCO 

REM DANIEL OUADRDS 

Ren AGO/ 86 

REM 

Ren 

REM 

REM 

REM INICIACAO 

REM 

REM 

HIMEM: 24000 

G05UB 1800 

PRINT : PRINT 

PRINT "COLtMiUE DISCO A ANA 

LISAR NA UNIDADE 1" 

PRINT 

PRINT TflB( l0H-DleiTE UNA 

TECLA-I 

QET xa 

LET H« - -0123456789ABCDEF- 

DATA 1. 2, 4, 8, 16, 32, 64 

, 12B, 1, 2, 4, B. 16, 32, 6 

4. 128 

DIM K(16) 

FOR I " 1 TO 16 

r^AD n;k(I) - n 

NEXT I 
BDSUB 1200 



300 




310 


REn MENU 


320 






330 


QOBUB 1800 


340 


PRINT : PRINT 


350 


PRINT TAB( 5>t"l> NAPA DE B 




ETORES USAOOS' 


360 


PRINT TAB! 5H "2) RESUMO DO 




DIRETORIO" 


370 


PRINT TAB( 5H"3) PERCORRE 




DIRETORIO" 


380 


PRINT TABl 5H -4) FIM" 


390 


PRINT : KTA8 10 


400 


INPUT "OPCAO: -lOP 


410 


IF OP - 4 THEN END 


420 


IP OP < 1 OR OP > 3 THEN BO 




300 


430 


ON OP Q08US 2000.3000,4000 


440 


OOTO 300 


1000 


REM 


1010 






1020 


REM PREPARA ACESGO A RWTS 


1030 






1040 


REM 


1050 


DATA 2S000, 17 


1060 


DATA 1, 96, 1, 0. 0, 


1070 


DATA leS, 97, 19S, 97 


1080 


DATA 0. 0, 1. 0, 0. 96, 1 


1090 


DATA 2&020, 4 


1 100 


DATA 0. 1, 279. 216 






MICRO SISTEMAS. Miembro/87 



1110 DATA 23300, 6 

1120 DATA 169, 97, 1&0, 16S 

1130 DATA 32, 217, 3, 96 

1140 DATA 0,0 

1200 READ E.N 

1210 IF E - THEN RETURN 

1220 FOR I ■ 1 TO N 

1230 READ D 

1240 POKE E 4- I - 1,D 

1250 NEXT I 

1260 GOTO 1200 

1 300 REM 

1510 REM 

1320 REM CHAMA RUTS 

1S30 RCn 

1 540 REM 

1600 POKE 25004, TR 

1610 POKE 2S00S.ST 

1620 CALL 25300 

1630 IF PEEK (23013) - THEN RETURN 

1640 VTAB 24: HTAB I 

1630 FLASH : PRINT "ERRO-I! NORMAL 

1660 PRINT PEEK (29013)1": OIOI 

TE UMA TECLA. .."I 

1670 GET X« 

1680 HTAB i: PRINT " 



1690 
1700 
1710 
1720 
1730 
1740 
1B00 
iai0 

1820 
1S30 
2000 
2010 
2020 
2030 
2040 
2050 
2060 
206S 

2070 

2060 

2090 

2100 
2110 
2120 

2130 

214C 
2130 
2160 
2170 
21B0 
2190 
2200 
2210 

2220 
3000 

3010 
3020 
3030 
3040 
3050 
3060 

3070 
30S0 

3090 
3100 
3110 
3120 

3130 
3140 
3130 
3160 
3170 
3180 
3200 
3210 

3220 



GOTO 1600 

REM 

HEM 

REn CABECALHO 

REM 

REM 

HOME 

PRINT ANALISADOR DE 

DISCO VI. 00 '■ 

PRINT 

RETURN 

REM 

REM 

REM INDICA SETORES USADOS 

REM 

REM 
TR - 17:ST - 0: QOSUB 1500 

BO&UB 1600 

PRINT ■' : ; : mAPA DE 6ET0 

RES UBAD08 ! : 1 - 

PRINT " 1.. 

2., " 

PRINT " -IHtlHtl -012" 

FOR S > TO 15 

PRINT nlD« (H«,S « 1,111 

FDR T - TO 34 

IF 6 < 9 THEN X - PEEK (25 
0B7 ♦ 4 • T) 

IF B > 7 THEN X - PEEK 125 
0B6 * 4 • T> 
X > INT IX / K<S 



X - 



11) 

/ 2) 



TAB* 10)1' 

I : BET X* 



2 • INT (X 
IF X - THEN PRINT "•"! 
IF X - 1 THEN PRINT "."I 
NEXT T 
PRINT 
NEXT 8 

VTAB 23: PRINT 
16ITE LIMA TECLA" 
RETURN 
REM 

REM 

REM RESUMD DO DIRETORIO 

REM 

REM 

Gosue 1600 

NA - 0;ni ■ 0:nt - 0:nb •• 0: 

NO > 

TR " 17:ST - 0: B0SU6 1600 
DT - PEEK (2303t):DS - PEEK 
125032) 
Dl - 7:FIM - 

GOSUB 5000 

IF FIM - 1 GOTO 3200 

IF MT - OR MT - 235 THEN 

GOTO 3100 



IF FT 
IF FT - 1 
IF FT - 2 
IF FT ■ 4 
IF FT > 4 
GOTO 3100 
PRINT 
PRINT " 
IRETORIO : 
PRINT 



THEN NT 

1 THEN NI 

2 THEN NA 
4 THEN NB 
4 THEN NO 



NT 
NI 

NA 
NB 
NO 



RESUnO DO D 



3230 

3240 

3230 

3260 

3270 

3280 
3290 

3330 

3340 

4000 
4010 
4020 
4030 
4040 
4060 
4070 

4080 
4100 
4t 10 
4120 

4130 
4140 
4130 

4160 
4170 
4500 
4510 

4320 

4S30 
4540 

4560 
4S70 

4580 

4590 

4600 
4610 

462g 
4625 
4630 

4635 
4640 

4650 

4660 
4670 
4680 
4690 

4700 
4710 
3000 
5010 
5020 
S030 
5040 
5030 
3060 

5070 

5060 

5100 
3110 

9120 
S130 

5140 
9190 

3160 
5170 

5180 
3190 
5200 
5210 



'INAI" AROUl 



(Nil" AROUI 
INBI- ARflUI 



'tNTI- AROUI 



~|N0| " AROUI 



TOTAL - 

•■ NB * NO 
TA6( 10)I''D 



PRINT •■ 
VOIB) APPLESOFT- 
PRINT " 
VO(B) INTEGER" 

PRINT • 
VOIB) BINARV 

PRINT - 
VOIS) TEXT- 
PRINT ■' 
VO(S> 0UTR0(8)" 

PRINT 

PRINT ■■ 

"INfl + NI ♦ NT 

VTAB 23: PRINT 
IBITE UMA TECLA- I ; GET X« 

RETURN 

REM 

REM 

REM PERCORRE DIRETORIO 

REM 

REM 
TR - 17:ST - 0; BOSUB 1600 
DT - PEEK (25031 ):DS - PEEK 
(25032) 
DI - 7:F1M - 

GOSUB 3000 

IF rin - 1 THEN RETURN 

IF MT ■ OR MT - ass THEN 

GOTO 4100 

808UB 4500 

VTAB 23: HTAB 1 

PRINT TAB! lB)l"DI8tTE UriA 

TECLA- I 

GET Xt 

GOTO 4100 

GOSUB 1800 

PRINT -ARO: ' 
NF«: NHRMAl 

PRINT - 0. . , 



t ; INVERSE : PRINT 



PRINT 

FOR S 

PRINT 

FOR T - 
! NEXT T 

PRINT 

NEXT S 
MI - 122 

IF MI < 



-|H*IH«I ■012" 
1 TO 16 
MID* (H«,S,1}| 
1 TO 35: PRINT 



122 THEN OOTO 4660 



IF MT ■ THEN RETURN 
POKE 25009,99 

Ml - 0:tr - mt:st ■ mb: gosub 

1600 

POKE 25009.97 

VTAB 6 ♦ ST: HTAB 2 * MT: PRINT 
"M-l 

MT - PEEK 125343): MS - PEEK 
(255441 

TA - PEEK (25554 * 2 • MI) 
SA - PEEK (25553 » 2 • MI ) 

IF TA - THEN RETURN 

VTAB 6 * SA: HTAB 2 ■» TA: PRINT 
-D"I 
MI - MI » 1 

GOTO 4610 

REM 

REM 

REM OBTEM PROXIMO ARDUIVO 

REM 

REM 

IF DI < 7 THEN GOTO 5100 

IF DT - THEN FIM - 11 RETURN 

Dt ■• 0:TR - DT:ST ■ DS: GOSUB 

1600 

DT - PEEK (2503I):DS - PEEK 

(25032) 

B - 25041 t 35 • DI 

MT - PEEK (B):MS - PEEK (B 

* II 
FT - PEEK <B * 21 

IF FT > 127 THEN FT - FT - 
128 
NF0 - ""!N - 20 

IF HI - • OR MT - 233 THEN 
N - 19 

FOR I - 1 TO N 
NF« - NF* + CHR« I PEEK (B * 
2*1)) 

NEXT I 
01 - DI * 1 

IF MT - THEN FIM - 1 

RETURN 



£ 



Daniel Gerk de AzBvedo Quadras 4 formado em engenharia eletrdnica digital pela Escola Polit^c- 
nica da USP e trabaiha atualmente no desenvolvimenw de software para comunicapSo da dados 
na Humana Inform^tica Ltda. UsuSrio dos micros TK 82C e Unitron Tl, Danial vem ainda desan- 
volvendo iniimeros programas para esres equipamentos. 



MICRO SISTEMAS, s«t«mbro/87 




Nr f» MMlMr ■ TACOT 

1 ' N( compfB de \2 progrBfrw. vkA ginhi man um cofiMdot (t( sua as 

cotia 
1 ■ Na (wnpra dt 2< progrBmas. vtN^ lavs man 6 da sua livra sscoTia e 

anda im Vala Soft 
3 Junundo 6 Vain Sofl. vod Itrt (krwo a 12 programas sam rwihuma 



4 Garamia da 30 dna nas gravBcoei a ptflir da (^tegada de encomenda 
etn sue case 

5 - A gntrflBa t fans em 70 diss 

joeot 

Adtmc Chetenga': Floguaf Tmper; City Silut: LJgtn Force, Goones, Ro 
bn of me Wo Dd: Cop Oui, Daao Stika; Rsrweme. Ww II. Htnma. 
Bomb JKk I, Bomb Jack II. \Mun\: Mix Haadron; Fin II, Xano, Gnao 
Bern: Nighi Man Rily: HypAsI: fn Lon); NoifefXu: Oha end U»e. 
Rnolutwn: Scoobr Ddo. Sptca Herrier Stalone Cobra: Top Qun: Twra 
Cognna: The Great Escape, Ym » Kung hi II, Xevuus. Amiritd: lea Tem 
pie: nosd Ascer. Pole Poannn, Vera Cmz. Oeecuveion; Rebel Star; 
Young Orw. Oaatn Rn. Prfce dI Magic; Agam Orange, Future Knghi. 
Trap; Knkoui; Head Over HbbU, Scaleitnc; Afeens, Srieni Servce. Tem 
peat; AcsdeniY; Endum Racer. Tomahank. Cidone. FMrtlg^t 2. Jeil Break. 
ShockT.av Rider. Matchday: Signw 1, Ace ol Acas. Deeih Sier; Thenaios. 
Saboieur 2. ArUnoid liecisdol 

Sd para TK tjimudo Iokt) Rom Ingleaal - Amauroia. Nydrotul, Star Qt 
Ok. 

APUUTMS 

Wham itw Musk Box, The Artst: The Ansi 7: An SiuAo RraduBdol, TK 
Bug. CBasic FP, Grshc Atharaure Creator; VU 3D; Bate Bask 3.0 

TABEU 
DEAPUCATIVOS TAIBA 

DE J080S 
03 Cil740JXI Oe'Cit230.00 

K Cit340j)0 17dt4ia00 

De'Cits4ajxi iB-cit&7o.oa 

24 Xf« 710.00 
F«ca agora mesmo ssu pedKlo envwido Che()ue Nomnal i Taaa Srfl- 
•m - Caixa Postal 785 Santos SP CEP 11001 T«.. 10132) 37-7067 
Para mantat seu Vsia Postal, antra m ammo airwAs de tetefone ou 
cane 

nuoTE catAuwo (SRATurnn 

Ao taier seu pedido nao esquaca de mancione' ■ marca da seu gravador 



DATA RECORD INFORMATICA 
MSX 

Siatquaka, Eggarland. Anmals Ssskei. Volguard, Chempwi Boi, Tuple 
Zip, Peipun 1 Amahcin Truck, Aikanoid, Jet Fighter, Cosmo Expkirar, 
ThaCaade.ThaCaade Emlant. Arniy Moves. Chopifier, ZokJs, Espace 
Rocue, Vampira. Zanac, Formatan Z. 

TK90X 

Ari^anoid. Er>du(0 Racer. Sdeni Service, Scalexinc, Akens. Jut Break. 
Deep Stnke. Gonnes. Saboteur 2. Agerrt Z. Ghost Huner, hydrolol, Ne- 
mtea. Army Moves. Hoed Rurvier. Head Over Hab, Suwbv Doo. Ice 
Temple 

A D.R.I, oterece a voct ss mas lecemas novidaOes para mam 
das iftta MSX, TK7000 e TK3QX Ds orogrsmn aame estao am promo 
(90 fvoce pode induit programas cortsisnies em nossos aninoos ant» 
norasi e vocA pode taw seu pedido airavte de VALE POSTAL ou CHE 
QUE NOMINAL pera DATA RECORD INFORMATtCA lenvw pa(Mo em 
cane regstradal 

prani de entiege e de 10 dus uiais e a [»da 10 programas voct podere 
aKOtiar 1 graiutamenta Os logos podem ser adqunlos em tiu ou ducc 
S 1'4 (exceto TKZOOOI 



OmK. 


WX 


TKNX 


Tion 


Iprog. 


Cit Bojn 


Czt K.0O 


Crf 6S,Q0 


ID prog. 


Cri 680,00 


a}»o,oo 


Cri 550,00 



TenKS nieilacas para TK90X. MSX TKTOOO e APPLE, lontai e panlArv 
cos em geral Compra e vende de mictus e perrltncos 
Oesarvolvemos progremss pera ss Areas de contabilidade geisl, esto 
que, conuole de cliertes e crediiiio, etc 
Mala dtfeia para MSX com capacidade pere 1000 ckames pot dsqueie 
Crt 3.SO0,00 com manual 



DATA RECORD INFORMATICA 

LAilA t-US^A, :.;J HljQCf HAMOS 

U9/31 SAOefRNAHOOOOCAMPO SP 

Funes iQlli*b'6ttie4y7M< 



BUG 





Projeto BUG90 



Nesta terceira parte do Projeto BUG90, 

impiementaremos mais cinco modulos 

que facilitarao operatpoes de procura 

e altera?ao de dados na memoria. 



Ampliando o Projeto BUG90, este artigo traz mais 
cinco comandos que permitem facililar as opera^Ses 
de procura e altera^ao de dados na mem6ria e a 
comparai^So dos mesmos, assim como um controle 
mais eficienle de programas em BASIC. 

Da mesma forma como descrito no segundo artigo (MS nQ 
71), utilize o prdprio BUG90 (comando EDIT) para inserir os 
cddigos das listagens 7 e 8. 

A seguir, a descrifao completa dos novos mbdulos e das res- 
pectivas sin taxes: 
CTRL - Simula o comando LIST do BASIC com a diferen^a 

de nSo listar c6digos de controle; 
CTRL XX - idem ^ anterior, exceto que estes cbdigos de con- 
trole s3o substitui'dos pelo c6digo xx, incluindo 
caracteres grdficos e redefinidos; 
CI RL XX, — da mesma maneira, portfm os caracteres grdficos 
e redefinidos nSo s3o alterados. Observa^^o. use 
< SPACE > para congelar a lislagem, qualquer 
tecla para prosseguir e < EDIT > para sair; 
COMPxxxx^yyy^zzz - compara blocos de mem6ria, xxxx 
representa o primeiro endere^o a 
ser comparado com yyyy; e zzzz i a 
quantidade de bytes a comparar, 
sendo que os dados s3o listados em 
decimal; 
COMP xxxxoT^Ty/zzz, - idem a anterior, por^m os dados s5o 

listados em hexadecimal. Em ambos 
OS casos use < EDIT > para parar e 
qualquer tecla para prosseguir; 
ALTS $mensageml,$iiiensagem2 - substitui todas as ocor- 

rencias da mensageml 
num programa BASIC 
pela mensagem2; 



J 



ALTB xx^y - semelhante a ALTS, sendo que o byte xx i 
substitui'do poryy; 



DPOKE xxxx,yyyy 



executa um POKE dupio em xxxx 
com o valor yyyy. O similar em BASIC 
seria assim: 



LET MSB=INT(yyyy/256) :LET LSB=yyyy-256*MSB 
:POKE xxxx,LSB:POKE xxxx+l,MSB 

Voce tern agora 25 comandos implementados no seu 
BUG90. Satisfeito? Pois guarde um pouco dessa satisfa9ao para 
OS prdximos numeros. At6 li! 

























— 








Listagem 


7 










6272B 


CD 


60 


FB 


D8 


CD 


AF 


0D 


2A 


1 203 




62736 


53 


5C 


7E 


FE 


27 


D0 


CD 


28 


1047 


62744 


lA 


23 


4E 


23 


46 


23 


7E 


32 


455 


62752 


49 


FF 


FE 


0E 


28 


2F 


FE 


0D 


950 


62760 


20 


37 


3A 


49 


FF 


D7 


E5 


C5 


1114 


62768 


CD 


8E 


02 


CI 


El 


7B 


FE 


20 


1176 


62776 


28 


0F 


FE 


24 


C8 


AF 


32 


ac 


910 


62784 


5C 


23 


0B 


78 


Bl 


20 


D7 


IS 


706 


62792 


C9 


E5 


C5 


01 


00 


00 


CD 


3D 


894 


62800 


IF 


CI 


El 


18 


D9 


23 


t:- 


23 


795 


62808 


23 


23 


0B 


0B 


0B 


0B 


0B 


18 


149 


62816 


CD 


FE 


20 


38 


IF 


FE 


80 


38 


1016 


62824 


CI 


FE 


A5 


30 


BD 


3A 


04 


FE 


1165 


62832 


FE 


01 


28 


&6 


3A 


07 


FE 


FE 


1050 


62840 


2C 


28 


AF 


3A 


05 


FE 


77 


"^O 


745 


62848 


49 


FF 


18 


A6 


3A 


04 


FE 


FE 


1088 



4 

4 



32 



MICRO SISTEMAS, set8mbro/87 



62856 


01 


28 


Ao 


3A 


05 


FE 


77 


''3 


675 


62864 


77 


F5 


D7 


Fl 


32 


49 


FF 


0B 


1209 


62872 


18 


90 


CD 


60 


FB 


ca 


3E 


0D 


1011 


62880 


D7 


2A 


05 


FE 


ED 


5B 


08 


FE 


1106 


62888 


ED 


4B 


0B 


FE 


3E 


12 


32 


49 


780 


62896 


FF 


78 


Bl 


C8 


C5 


lA 


4E 


B9 


1238 


62904 


C4 


CI 


F5 


23 


13 


CI 


0B 


18 


916 


62912 


F0 


E5 


D5 


F5 


C5 


3A 


0D 


FE 


1449 


62920 


FE 


01 


20 


38 


44 


4D 


ED 


53 


608 


62928 


4A 


FF 


CD 


09 


FB 


CD 


3A 


FA 


1307 


62936 


20 


2D 


20 


00 


CI 


06 


00 


CD 


513 


62944 


09 


FB 


CD 


3A 


FA 


17 


0C 


23 


843 


62952 


3A 


20 


00 


ED 


5B 


4A 


FF 


42 


813 


62960 


4B 


CD 


09 


FB 


CD 


3A 


FA 


20 


1085 


62968 


2D 


20 


00 


Fl 


06 


00 


4F 


CD 


608 


62976 


09 


FB 


18 


33 


3E 


23 


D7 


7C 


771 


62984 


CD 


EA 


FA 


7D 


CD 


EA 


FA 


CD 


1708 


62992 


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FA 


20 


2D 


20 


00 


CI 


79 


731 


63000 


CD 


EA 


FA 


CD 


3A 


FA 


20 


20 


1266 


63008 


3A 


20 


23 


00 


7A 


CD 


EA 


FA 


936 


63016 


7B 


CD 


EA 


FA 


CD 


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FA 


20 


1357 


63024 


2D 


20 


00 


Fl 


CD 


EA 


FA 


3E 


1069 


63032 


0D 


D7 


3A 


49 


FF 


3D 


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CC 


1046 


63040 


48 


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32 


49 


FF 


01 


El 


C9 


1331 


63048 


CD 


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FA 


FE 


07 


28 


07 


AF 


1138 


63056 


32 


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SC 


3E 


12 


C9 


Fl 


Fl 


1045 


63064 


Fl 


Fl 


Fl 


C9 


CD 


60 


FB 


D8 


1692 


63072 


CD 


B7 


F6 


DD 


21 


48 


FE 


2A 


1256 


63080 


53 


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4F 


FF 


5F 


A7 


C8 


1029 


63088 


2B 


23 


23 


23 


''3 


18 


17 


23 


265 


63096 


D5 


ED 


SB 


4B 


5C 


A7 


ED 


52 


1194 


63104 


19 


Dl 


D0 


7E 


FE 


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28 


E9 


1108 


63112 


CD 


B6 


18 


20 


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DD 


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944 


63120 


CI 


16 


00 


18 


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BE 


20 


697 


63 1 28 


F5 


03 


14 


7A 


BB 


20 


D8 


E5 


1054 


63136 


16 


00 


A7 


ED 


52 


53 


ED 


4B 


903 


63144 


49 


FF 


14 


23 


15 


28 


05 


0A 


459 


63 1 52 


77 


03 


18 


F7 


El 


18 


D7 


21 


890 


63 1 60 


48 


FE 


06 


00 


7E 


A7 


28 


04 


669 


63168 


04 


23 


18 


F8 


78 


32 


4F 


FF 


815 


63176 


■~>-r^ 


22 


49 


FF 


C9 


CD 


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1 150 


63184 


D8 


21 


05 


FE 


4E 


'^3 


23 


23 


691 


63 1 92 


46 


3E 


IF 


B8 


D0 


B9 


D0 


2A 


990 


63200 


53 


5C 


23 


23 


23 


ED 


5B 


4B 


683 


63208 


5C 


A7 


ED 


52 


D0 


1^ 


"^3 


7E 


972 


63216 


23 


FE 


0D 


28 


ED 


FE 


0E 


20 


879 


63224 


03 


23 


18 


E6 


2B 


B9 


20 


E5 


781 


63232 


70 


18 


E2 


CD 


60 


FB 


08 


2A 


1 172 


63240 


06 


FE 


ED 


4B 


09 


FE 


71 


23 


983 


63248 


70 


C9 


CD 


60 


FB 


D8 


2A 


06 


1 129 



















Listagem 8 






64864 


01 


43 54 52 4C 20 F5 


08 


595 




64872 


01 


43 4F 4D 50 20 F5 


9A 


735 


64880 


01 


41 4C 54 53 20 F6 


5C 


679 


64888 


01 


41 4C 54 42 20 F6 


CD 


775 


64896 


01 


44 50 4F 4B 45 20 


F7 


651 


64904 


03 


02 41 44 44 4C 4E 


20 


392 



BUG90 foi desenvohido no CPD de MS sob a coordena^ao de 
Mdrcio Henrique Alexandre Costa. 

MICRO SISTEMAS, set8mbro/87 



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InkmSfiea g / 



Com as profunda: aJtera^Ses econd- 
micas surgidas a partir do Piano 
Cruzado, a industria nacional de in- 
formatica chega ao cenario da VII 
Feiri Intemacional, realizada de 31 
de agosto a seis de selembro, no Paique 
Anhembi, em Sio Paulo, como um espelho 
dos tempos diffceis que o Pais atravessa. 
Apesar da grande maioria das empresas par- 
ticipantes do evento acreditarem numa boa 
Ksposta de mercado at^ o finiJ do ano, as ex- 
pectativas desle crescimento nSo superam a 
casa dos 16 pot cento. O momento, para os 
fabricantes nacionais, e dc repeniar e reestru- 
turar seus mecanismot de investimento em de- 
senvolvimento lecnologico e produ^So efetiva 

?ue, meimo enfrentando dinculdades. ainda 
izem parte de um setor em expanslo da in- 
dustria nacional. 

A realizaflo da Feira coincidiu com a rea- 
tiva^lo do mercado, que registrou um aumen- 
to nas vendas nos meses de julho e agosto, 
saindo assim de uma situaflo cn'lica, onde as 
empietas menores chegiram quase a uma pa- 
nUu^io total. Essa retomadi levou as vendas 
a indices semelhantes aos de 1985. Portm, a 
grande expectativa e quanto aos ultimos me- 
ses de 1987, e poucos sfo os que le aniscam a 
fazer prevlsAes. 

FEIRA MAJS PROFISSIONAL? 

Eite ino o evento cartclerizou-se como 
mais tiiio e proflssional do que as mostras an- 
teriores. Ao inves de happeningt, as empresu 
optaram por mostrai seus lan^amenlos, priori- 
zando os contatos com clientes uadicionais 
ou potenciais. "De uns anos para ci, a feira de 
tnfonnitica tomou-ie uma resta - diz Pedro 
Roadon, Diretor de Suporte de Software da 
NovMtata. A falta de uma setoriza^lo na orga- 
nlzaclo e estrutura do evento conlribulu para 
que • coiia se tomasse menos seria. Inftliz- 
mente, uma seleffo natural causada pelo pr6- 
prio mercado fez com que, este ano, a Fein le 
tomasw algo mais profuilonal", 

EntreUnto, m Mn alguns expotitores a 
presenc* em feiru do gJnero i mais uma quei- 



34 



"Informatica 
para todos? 
Nao, nao 6 
verdade. . ," 

Pedro Rondon 
(Novadata) 

'0 mercado de 

informatica 

reflete as 

incertezas 

econdmicas." 

Oscar de Melo 
(Sector). 



tio institucional do que meio de efetiva9(o de 
negocios. para outios o grande objetivo i ven- 
der. Dentre as ultimas houve as que considera- 
nm OS resultados da Feira surpreendentes. co- 
mo a Memphis, tradicional fabncante de su- 
primentos, que esgotou seu estoque no legun- 
do dia; e para outras o movimento foi apenu 
satisfatorio. Segundo Vanderlei Rigiiieh Jr., 
rtsponsivel por marketing de produto da 
Troppuj Informatica, "a produfto csia cami- 
nhando de acordo com que o mercado permi- 
te. A nossa filosofla e tentai aproveitar o que 
o luuario ja tern para novas aplicafAei". 

LANCAMENTOS 

Muitoi foram os lanfamentoi apieienta- 

dos, mas nio houve grandes inova^Oes tecno- 
logicas. A maiOT sensa^So ficou por conta dos 
prot6tipos compati'veis com o PS/2 da IBM 
(utllizando tistema operacional multitarefa 
OS/2, com capacidade de 16 Mb e clock de 
t6'Mhz), baseados no microprocessador Intel 
80386 (com desempenho equivalentc a 17 
XTi). apreuntadoi peU Itautec a-7000 PC 



386), com comercializa;ao prevista para agos- 
to de 88, c pela Dynacom (MPS-460O/386), 
para fevereiro dc 88. 

As opiniSes porem, divergem quanto iv%- 
lidade de sua produ^fo a ni'vel nacional, "NIo 
sei se precisamos do PS/2. Hoje o usuario pre- 
ocupa-se mais em ter uma arquitetura aberta, 
e necessita de transportabilidade , lendencia 
que nJo parece ser a do PS/2", questiona o 
Assessor-Tecnica da SEI, Eduardo Natal Ro- 
drigues. Embora nao tenha estudado o assun- 
to a fundo, acha oue o PS/2 nfo seja t2o defi- 
nitivo quanto OS XTs e indaga se a tecnologia 
mais recente e a que o Brasil precisa, e se e a 
que nos podemos pagar. Ele esti mais preo- 
cupado com a cria^So de uma cultura do usua- 
rio que Ihe permita escolhcr seus proprios ca- 
minhos, e com o aumento da quatidade do se- 
tor de servifos como suporte e manuten^io. 

H Diretor da Medidata vai mais longe: 
"precisamos deflnir o verdadeiro estado da ar- 
te da informatica no Pais, para manter solu- 
?Oes tecnologicas coerentcs sem perseguirmos 
o estigio norte-amencano. Hoje dominamos 
tecnologia de hardware, ate com solu({Ses co- 
bi9adas nos EUA. Sem xenofobia. temos que 
buicar produtos atrativos, com solu^des para 
o usuirio e remuneraffo que permita ao em- 
presario inveitir em desenvolvimento e mes- 
mo importar ic for preciso". 

Christopher Paterson, Presidente da SPA, 
aflrma que nIo podemos nos afastar da dina- 
mica das evolu^det tecnologicas internacio- 
nais, embora acredite que PS/2 nacionais so 
estario dlsponi'veis no mercado dentro de dois 
anos (OS clones nos EUA. daqui a seis ou oito 
meses). "Isso abriia possibilidades tremendas 
para a Industria de software, que teria que im- 
portar alguns equipamentos para comecar a 
duenvolver produtos ao inv^s de aguaraar o 
ini'cio da produto nacionaJ, para soentiose 
mobilizar , Quanto a migrafJo e conexlo en- 
tre equipamentos, Paterson acha que o maior 
inteieisado em garantir estes aspectos sera a 
pr6pria IBM, que influira no surgimento de 
redes mais possantes c d« hardware de Intcrco- 
munica9go. 

Segundo Sergio Hifuiara, Engenhelro de 



MICRO SISTEMA8. wttfT^ro/87 



Produto da Itautec. a empresa pretende, com 
o 1-7000 PC3S6, atingir a area de supermicros 
nao acreditando que a familia PS/2 sufoque 

mercado de PC/AT e XT. Sob este aspecto. 
as tendencias desta Feira confirmam as da an- 
terior com OS ATs ganhando terreno cada vez 
mais. Dentre os destaques deste ano estavam a 
Scopus com o Nexus 3600, um AT com me- 
moria principal de 738 Kb de RAM, funcio- 
nando com o sistema operacional Sisne 3,0; 
a Proceda com o 4270 AT com configura^io 
basica de 2 Mb; a Sector com o AT 1000 com 

1 Mb de memoria RAM e 20 Mb em Winches- 
ter; a Sisco com os Sisco PC/XT e AT;a Vic- 
tor com o seu Victor XT com 740 Kb de 
RAM, controladora para quatro unidades de 
discos flexi'veis 5 1/4" e saida paralela para 
impressoras padrao Centronics, entre outros, 
conforme publicamos anteriormente em MS 
n9 7I. 

O Mac 512 atraiu muitos visitantes interes- 
sados em verificar de perto suas potencialida- 
des e tudo que o simples toque no mouse 
pode fazer, Segundo Marco Antonio Rossi. 
Gerente Comercial da Unitron. toda a do- 
cumenta^ao solicjtada pela SBl ja foi entre- 
gue e a homologa^o deve scr apenas uma 
questao de tempo. 

REDES LOCAIS 

A palavra chave no momento para o setor 
de redes locals e conectividade. Devido inclu- 
sive a ado^io do padrao intemacional ISl/ 
OSO pela SEI, que formou comissao para de- 
senvolvimento de projeto piloto de rede na- 
cional; e das grandes empresas como Itautec, 
Scopus e Cobra, que formalizaram acordo 
tambem nesse sentido. Aproveitando a oca- 
silo, a empresa carioca Eden lan^ou na Fei- 
ra diversos protocolos sintatica e semantica- 
mente compati'veis com as especifica^oes ISI/ 
OSO, que Ihe permitem tambim os pa- 
dr5es voltados para automa^ao de cscritorios 
c industrials, 

A Cetus lan«ou a placa PC-1000 Export 
{Ci$ 160 mil), aprovada pela Novell, e o 
software Rede 2000 (Cz$ 200 mil) que usa 
fun?6es do DOS, sendo compati'vel com soft- 
wares de produtividade. Segundo o Presidcnte 
da SPA, que adquiriu a Cetus, a empresa pre- 
tende abocanhar 50 por cento do mercado po- 
tencial de 150 a 200 redes/mes- A Saga trouxe 
novos utilitarios. como programas auto-expli- 
cativos para instala^Jo de redes, visando faci- 
litar a vida do usuario, e tambem tenciona 
passai das atuais 30 placas/mes para 100 uni- 
dades ate o final do ano. Com uma base insta- 
lada de 100 redes, a Amplus. segundo Cilineu 
Nunes, aposla firme nesse mercado, contando 
com fortes canals de distribui^ao como a Sco- 
pus. Cilineu aflrma que a Amplinet, paia 8, 
16 e 32 bits, pode tecnologicamente adaptar- 
se tambem ao PS/2. A Sistenac, empresa fabn- 
cante de placas e software basico para redes, 
interligou 28 micros durante a Feira, enfati- 
zando as facilidades de comunica?ao entre 
eles. 

A Microlinea tambem apostando no apro- 
veitamento maior dos recursos de micros com 
a liga^ao destes equipamentos em rede apre- 
sentou o NET16-MB Sistema Multiusuario em 
Rede, compati'vel com a versao 3.xx do 
MSDOS que manteve em comunica^ao, duran- 
te o evento, 13 stands; Troppus, Sistenac, 
MDA, OPT, Maquis, Selra, ATS, TDA, Enge- 
sistems, Softec, MCT, Datalogica e Microbase. 
No stand da SPA mais uma rede local foi lan- 
^da, a Rede-2000, da Cetus, compati'vel com 
todos OS softwares de produtividade e utill- 
zando as fun^fies do DOS para Rede Local 
{lock /unlock). A Scopus, por sua vez. apresen- 
tou a rede local Multiplus II, operando sob o 
sistema Sisne 3.2 que permite a interligavao 
de equipamentos da linha PC e Apple a super- 
minis e supermicros. A Amplus Informatica 
que tambem investiu neste segmento apresen- 
tou sua solu^So de liga^So rede local para su- 




O 1-7000 PC 386 da Itautec 



permicros, a Amplinet-supermicro, que pos- 
sibilita a convivencia num ambiente de rede 
local de tres sistemas operacionais: Edix 
(Unix-like). MSDOS e CP/M, assim como a 
Datalogica que apresentou um produto nacio- 
nal para a intera^io micro-mainframe, o 
Arrow, que executa a intera^ao via programa- 
;ao dBase 111 Plus. 

OPgOES PARA 8 BITS 

Mesmo paia os equipamentos de 8 bits. 
que compareceram cm pequena escala na mos- 
tra. o dcstaque coube as aplica^oes profissio- 
nais. Rtzzieri Maglio. do Sampa. considera ab- 
surdo ignorar os usuarios de Apple, que esti- 
ma em cerca de 20 mil no Pai's, e para eles es- 
ta lan^ando software de comunica^ao half 
duplex, para placa da Rhede Tecnologia, 

Ja a Microdigital, embora direcionando-se 
cada vez mais aos micros profissionais. reafir- 
mou que nao tenciona abandonar os TKs 
90/95X. e nem mesmo o TK 85. reativado de- 
vido a insistencia do mercado. I'.ntre as diver- 
sas empresas expondo em seu stand, a Mid 
(ex-Rensi) langou a Mid-95, interface para 
Video-texto para TK90/95X, colonda, 40 co- 
lunas. protocolo VDT complcto (pre?o cerca 
de 18 OTN), com vclocidade full duplex 
1200/75. que conecta-se a qualquer moacm. 
transformando o micro em terminal dedicado. 

No stand da Unitron, a Embramic, de Por- 
to Alegre, mostrou prototipo do analisador 



logico EMB-SOOO, totalmente nacional, que 
custara CzJ 37 mil; alem do Videotelex, pla- 
ca para o AP 11 Tl. que necessita dc dois dri- 
ves para receber e enviar mensagens (preco 
CzJ 23 mil). A HoUons demonstrou seus soft- 
wares graficos. como o Minicad II, acoplado 
ao novo plotter da Logical, empresa de Santo 
Andre. SP. tambem 100 por cento nacional, 
para micros Apple e PC (Cz$ 80 mil). E a 
Sofed demonstrou seus progiamas educativos. 

perifEricos 

A Microdigital langou interface dc drive 
para o TK3000 lie. que permite o uso de 
drive de PC. e inclusive do drive de 3 1/2", 
novidade da Technoahead, com isso, da capa- 
cidade inicial de 147 Kb, o usuario pode che- 
garateSOOKb. 

A Digitus compareceu com sua tradicio- 
nal linha de monitores coloridos TVA-DGT, 
DGT-PCxt. mostrando as mais recentes ver- 
s6es para equipamentos Labo e Edisa, e seus 
terminals ligados cm rede hibrida. com soft- 
ware basico da Sistenac, e software da Micro- 
base. No stand da Compo o destaque coube 
ao monitor CPC 14 EGM, com placa Ega. pa- 
ra CAD, disponivel no mercado a partir dc ou- 
tubro, com pre^o de cerca de Czl 85 mil. 

A Rhede Tecnologia moslrou apenas para 
seus clientcs exclusivos o prototipo do mo- 
dem analogtco Rhede MY 29. que opera em 
velotidades de 96O0, 7200 e 4800 BPS em li- 
nha discada. O produto sera enviado para ho- 
mologa^ao em outubro. com previsao de co- 
mercializavao a partir de Janeiro de 1988, 
custando cm torno de 750 a 800 OTN. Seu 
pioneirismo patcnleia-se tambem pela trans- 
missao de dados via (eclado inserido no pai- 
nel. onde a programaijao e fomecida ao sim- 

files toque dos dedos, mantcndo-se, sem pi- 
has, mesmo quando o equipamento esta des- 
ligado, Possui multiplexador para ate quatro 
canais. equipamento de teste embutido, men- 
sagens em portugues, display dc cristal liqui- 
do, sendo ideal para transmiiisao internacio- 
na] de dados, entre outros (tcm rcsposta e dis- 
cagcm automatica e CCITT V29). opera cm 
mode scmiduplcx a dois e quatro fios. 

O destaque da Divisao de Perifcricos da 
Elebra coube a Olivia, impressora de 132 co- 
lunas, que opera com PCs, Apple, TRS-80 ou 
MSX. pesa apenas 4.7 quilos c possui chip in- 
tegrado que substilui outros 1 1 custom chips. 
De 100 cps, pode seguir oito conjuntos de ca- 
racteres distintos, de acordo com os padrdes 
nacionais e intemacionais dc cada micro a que j^ 
se destina. A Prologica tambem mostrou sua dB 



A troca de experiencias no I CONIA 



Visando maior aproxima^do com a usud- 
rio final de microinformdtica, a Sucesu/SP 
decidiu combater o desconhecimento sobre 
as possibilidades do uso do compulador e os 
tabus quanta ao seu menuseio. Assim nasceu 
o Conia - I Congresso Nacional de Infornut- 
tica Aplicada. promovido pela entidade pau- 
tista, que mobilizou. de 26 a 28 de agosto 
ultimo. 2 mil e 600 profissionais e estudan- 
tes, dentre os quais: arquitetos, engenheiros. 
midicos, administradores. economistas. pu- 
blicitdrios e jomalistas. As prdprias entjda- 
des de cada setor contribuiram para a orga- 
nizafdb do evento. manifestando-se tambem 
em pain^is de debates no encerramento da 
programofdo dedicada a cada segmento. 

A troca de experiencias incluiu depoi- 
mentos de Jean Paul Jacob. Diretor de Rela- 
ys com as Universidades do Centro de Pes- 
quisa IBM Almaden, na Califdmia, EUA. e 
da arquiteta cubana. Gisela Dial Quintero. 
da Universidad La Havana, que abordou o 



emprego de micros no ensino de arquitetura, 
lendo oferecidas aos estudantes aulas de it\- 
formdtica e linguagem de programafOb. a 
partir das quais os alunos desenvolvem pro- 
jetos apresentados como trabalho final do 
curso. 

Os profissionais brasHeiros demonstra- 
ram no evento que o fasctnio pela mdquirux 
esbarra muitas vezes na diflculdade de ob- 
tenfdd de hardware e software que propor- 
cionem sobtfOes adequadas e ati mesmo na 
falta de otienta^So que desnorteia o leigo 
em informdtica. 

Paralelamenle. o 11 Semindrio de Infor- 
mdtica na Educa^5o. destinado a professores 
de rede publica. reuniu 1200 docentes 
(ruimero acima do esperadoj. levando a 
Suceiu/SP a decidir-se pela promogdo de pa- 
lestras abertas aos interessados todas as 
quartas-feiras em sua sede d Rua Tabapud. 
627 -tei: (011)852-2144. 



MICRO SISTEMAS, Mt«mbro/87 



35 



Inform^tica 87 



nova impressora nalural: Antares 400. que 
atua cm 400 cps, para IBM-PC. silenciosa. 
com cartacho de fita projetado pela propria 
empresa. com o dobro da capacidade das fitas 
tradicionais. Pioduzida pela Microperifericos. 
sera vendida tambcm cm O&M. 

Ampliando sua participaijao no setor e na 
Feira de Informatica, a Dimep trouxe o novo 
Micropoint, terminal de coleta de dados, com 
dimensOes reduzidas, leitura de codigo de bar- 
ras e duas pilhas a menos do que a versao an- 
terior. Sera comercializado a partir de novem- 
bfo por 300 OTN; alem do CALC-Data, mo- 
delo 8306-DB/DM. Segundo Josu^ de Melo Pi- 
menta, Dire tor-Gere nte da empresa. urn longo 
caminho foi percorrido desde ha quatro anos. 
quando a Dimep apresentou apenas relogios 
tradicionais, a Feira de 1987, quando a Divi- 
jjo de Informatica montou um stand tolal- 
mente voltado para a area. 

A Digitel esteve presente com quatro lan- 
^amentos merecendo destaque o DT-3020, 
um terminal de consulta portatil que permite' 
a comunica^So com um compu.ador de qual- 
quer ponto onde existir uma linha telefonica. 

SOFTWARE 

A Nasajon trouxe como principal novida- 
de o Multifile II. um gerenctador de banco de 
dados destinado a linha PC. Apesar de contar 
com a maioria de seus produtos paia esta li- 
nha. a empresa nio abandonou a de 8 bits: 
"o que ocorre agora e a pulveriza^Jo de PC, 
mas existcm algumasaphcasSesqueo 8 bitsde- 
sempenha muito bem". afirma Luiz Antonio 
Mascaro. Diretor de Estrategia Mercadologi- 
ca. Neste sentido a empresa mostrou novas 
versdes dos aplicativos de Controle de Conta- 
bilidade 3.0 e Foiha de Pagamento 3.2. para 
16 e 8 bits. 

Visando o aproveitamento da base de soft- 
ware ja comercializado e a expansao dos equi- 
pamentos, a Infocon trouxe o Infoword, um 
processador de textos; o LTD/INFOCON, pa- 
ra transcricSo e critica de dados; o5poo/mar- 
ter, servidor de impressSo para sistemas tipo 
Unix; e o t'asyshtll. que permite o use ime- 
diato dos recursos da Unix. A Pansophic, tam- 
bem acrescentando a utiliza^ao rendosa de 
equipamentos e software, lan^ou o Telon, um 
gerador de aplica;6es para ambicntes IMS/DC 
e CICS/MVS com suporte aos bancos de da- 
dos IMS e DB2. 

Para a area de automa^So, a Boucinhas 4 
Campos apresentou o SPCE - Sistema de Pla- 
nejamento e Controle de Estoques, para PC. 
Ainda para esta linha de equipamentos. a 




O DT 3020 da Digitel 



Compucenter esteve presente com o BC Bi- 
btioteca Compugrafica, uma bibiioteca de fun- 
fSes graficas para linguagem C; o Analyst/ 
Designer Toolkit; e o Geraplic. um gerador de 
aplicativos em COBOL, gcnuinamente na- 
cional. 

Estivcram presentes ainda as empresas ca- 
nocas lESA IS com o GAP (gerador de apli- 
cativos), o Mosaico-DFD (analise e especifica- 
?3o funcional de sistemas) e o Mosaico (apoio 
de desenvolvimento de sistemas c gera^ao de 
programas eslruturados); e a Kernel Consulto- 
ria e Sistemas com o Cinto de Utilidades (soft- 
ware de produtividade para PC), o INN (oti- 
mizador de opera^s em hotels) e o Locus 
(para administrai^So de imoveis). A Intcr- 
comp, seguindo este caminho, apresentou o 
SAE - Sistema de Automa^ao de Escritorios, 
dando ainda um principal destaque ao Rosa - 
Remote Operation Suport Access -, software 
destinado aos problemas de tecnicos a ni'vel 
de atendimento aos usuarios. A Task, investin- 
do na otimiza^lo do trabalho, apresentou o 
Forponto verslo 3 para PC, um sistema para 
controlar e apurar a freqUencia de funciona- 
rios, e o Forestoq com caneta otica, para con- 
trole de estoque em lojas de moda. 



Uma feira especial para o MSX 



Diante da ausincia de grandes ftibrlcan- 
tes da Itnha MSX, tats como: Sharp e Gra- 
diente. na InfoS7. a soft ware -house MSX 
Informdtica, que havia programado a sua 
participaf^o na Feint Intemacional nos 
stands destas empresas. e tambcm empenha- 
da em divulpv as novidades destinadas a es- 
ta linha, partiu para uma iniciativa que rtn- 
derd aos usuarios de MSX um evento anital 
a eles dirigido com exclusividade- Tntta-se 
da Feira Nacional do MSX. realizada de pri- 
meiro a seis de setembro littimo. em Sdo 
Paulo. 

"Mesmo organizada ds pressas a Feira 
conseguiu, somente em seus dois primeiros 
dias. contar com a presertga de 1500 visitan- 
tes e apresentou. -proporcionalmente, mats 
novidades que a pr6pria InfoST', garante 
Victor Cryn - um dos sdcios da MSX In- 
formdtica, organizadora do evento que reu- 
niu em um espa^o de aproximadamente 100 
m^ (na ir^tala^do de sua nova loja) , no Bair- 
TO de Perdizes. Sao Paulo, dez empresas tan- 



to da drea de hardware quanta de software. 
Sdo elas: Kron. Rosetel. Etebra. Byiex. Lofi- 
cat, Liwaha Sobel, Princessware. Microsol, 
Telcom e MSX Informdtico- 

Entre os langamentos que a novo evento 
trouxe estdo: o trofodor grdfico Lo/iplotter, 
LTG-400B, da Lojical. que trobalha com 
formato de papel A4. com troca matuat de 
pena e podenao ser utilizado com quaisquer 
tipos de programas CAD; a emulodor Sin- 
clair, que permite ao MSX rodar todos oi 
programas da linha Sinclair. aUm do sinteti- 
zador de voz e um criptdgrafo (software pa- 
ra a protefdo de dados) , todos apresentados 
pela Kron; e ainda as novidades MSX Infor- 
mdtica - o COCAR, utUitdrio com editor 
Assembler (Disassembler que possibilita cd- 
pias e modificaf6es de programa. inclusive 
permitindo a cdpia da tela grdfica na impres- 
sora. podendo neste caso ser utilizado o pe- 
rifirico da Elebra. Monica, exposto pelo fa- 
bricante no evento com EPROM para MSX; 
e finalmente o Minicad. 



A Execplan mostrou na Feira o EIA - 
Executive Information Access -, que possi- 
bilita o acesso rapido a informa^oes dcciso- 
rias em forma de graficos ou relalorios gera- 
do por usuarios de outros softwares, como o 
FQS. A DSI apresentou um cocyunto comple- 
te de sistemas de apUca^Ses admin istrativas. o 
Sinca, alem de uma novidade para as areas 
educacional e profissional. o SAB, que permi- 
te ao usuario de qualquer area ou fun^ao ela- 
borar materials institucionais interativos nos 
processes de ensino, aprendizagem e treina- 
mento informatizados. 

INFO 88, A GRANDE POLEMICA 

Diversos empresarios assinaram um acordo 
no sentido de nao participar de um evento de 
grande porte do setor em 1988. Eles represen- 
tam 60 por cento do mercado de informatica, 
cnglobando empresas como Elebra. Labo, Sid, 
Digitel. Cobra, Scopus. Microtec. Edisa. Medi- 
dala e Moddata. De acordo com algumas opi- 
nioes. chega a 25 o niimero de empresas que 
comungam dessa opiniSo. Para Carlos Eduar- 
do Sampaio, Diretor de Marketing da Divisfo 
de Perilericos, esse movimento que surgiu de 
forma espontanea visa maior participa^ao da 
industria - "que e' quern faz a festa e paga a 
conta" - nas decisSes do evento. 

A verdade 6 que muitos estao questionan- 
do o pesado investimento em relasio ao retor- 
no flnanceiro proporcionado pelo evento e 
acreditam que existam altemativas mais vali- 
das, para esses recursos, diiecionando-os ao 
desenvolvimento de projetos e mesmo a divul- 
ga^So. Para a Info-88, muitos stands ja estSo 
reservados ou vendidos ao prefo de 10 OTN o 
metro quadrado bruto. ficando o mais barato 
em 960 OTN e o mais caro em 4032 OTN. 

"£ uma questJo de natureza economica, 
todo investimento deve ser analisado a luz do 
retorno", concorda Jorge Ferreiia, Diietor da 
Medidata, para quern as industrias maduras 
nio t£m tantas novidades para apresentar a 
cada ano. 

O consenso e de que estas propostas devem 
ser esludadas; quanto ao restante, as empresas 
estio divididas. Para algumas s6 ha sentido em 
realizar a Feira de Informatica em Sio Paulo. 
Segundo Salvador Penotti, Diretor da OPT e 
ex-Presidente da Sucesu. "tudo Isso i supera- 
vel quando a economia vai bem; pode ser ape- 
nas algo circunstancial, face ao momento eco- 
noinico brasUeiro, e conveisando com os or- 
ganizadores do evento deveri jer possi'vel re- 
solver o impasse". 

Para o engenheiro de produtos da KMP, 
Fernando Felice, uma op^So seria participar 
um ano da Feira da Industria Eletro-Eletroni- 
ca, e no outro da Feira de Informatica. Pan 
Roseanne Niemayer de Mendonta. do Depar- 
tamento de Marketing da Moddata. a Feira 
tern que ser estritamente profissional, e a em- 
presa ja comejou a se oriental neste sentido 
este ano, trazendo apenas seus lan^amenlos 
e aprescntando-oj em um stand bomto. embora 
sem OS tradicionais uisques e gar^ons. 

Obviamente nem todos concordam com 
Uis propostas. Para o Presidente da SPA o 
ideal e mesmo uma feira a cada ano. optnilo 
compartilhada por empresas como L'nitron, 
Dynacon e outias. 

Enquanto os destinos dos eventos lie gran- 
de porte do ano que vtm nSo ficam definidos, 
empresarios e usuarios aguardam a VIII Feira 
Intemacional, o XXI Congresso Nacional e o 
1 Congresso Intemacional de Informatica. a 
realizar-se entre 22 e 28 de agosto no Rio- 
centio, com as expectativas voltadas para o 
proprio tema proposlo: "Ao encontro de so- 
lu^Ses". 



Reporlagem de Lucia Cabral. Lia Bcrgmann e 
Mari .Marinaro. Tcxto final: Lucia Cabral. 



MICRO SISTEMAS, setembro/87 








o mais perfeito terminal de entrada 
de dados do mercado brasileiro 




CALC-DATA controla tudo em sua empresa. Funciona por meio de crachas de identificagao, 
documentos de controle ou fichas dotadas de codigo de barras ou magnetico. Coleta e armazena 

mais de 65.000 bytes e, atraves de seu teclado alfanumerico, pode ser programado para ate 

10 fungoes simultaneas, com 16 allernativas para cada fungao. E portatil. Tern reserva de energia 

para 24 horas com o display acionado. Pondo fim aos problemas de controle de estoque, 

calculos de mao-de-obra, acompanhamento da produgao, entrada e sai'da de funcionarios, 

visitantes e veiculos, o CALC-DATA presta ainda muitos outros servigos de que voce pode 

precisar. E faz mais; transmite todas as informagoes armazenadas ao computador — micro, mini 

ou de grande porte — sem necessidade de um concentrador. A Divisao 

DIMEP Informatica orgulha-se de produzir, com o CALC-DATA, o mais 

perfeito terminal de entrada de dados do mercado brasileiro. 

Conhf«a lamWm COMPUTRON e MICROPOINT, da DIMEP Informiicica. 



©0^7Q^2j© 




G[;^[PC6)LRM}^tgiS. 



oopO'o total 



DIMAS DE MELO PIMENTA S.A. 

Av. DiogciiM Rilx-irodf Lima. 2.333. .Mindf Piiihciros. Sao Paulo, SP End. idcKrafuo: '■DIMEP". IHfx: (Oil) 2!) 799. 
Fiinc (DID 260-7922 (30 rromos. 200 rdmai^l • Filiais cm 30cidadcs. .Assisifncia Tccnita dc Fabrita dr none a sul dii Pats. 



A tarefa de debugar programas nao e das mais agradaveis, mas pode se 
tornar bem menos cansativa se voce esiabelecer metodos de trabalho. 



/^ 



Tratamento de 
erros no MSX 



Daniel Jose Burd. 



Quern j^ nao presenciou a cena 
da procura de um anel no fun- 
do da piscina? Um monte de 
afoitos nadadores mergulhan- 
do desorientadamente a fim de achar o 
anel! Ou entao, a procura daquele nii- 
mero telefonico anotado num pedaci- 
nho de papel. Voc5 tem certeza que 
colocou-o em atguma gaveia, mas qua!? 
Ja othou todas e nada! 

Esses sSo dois exemplos de atividades 
que se tornam extremamente desagra- 
diveis pelo modo como sSo realizadas, 
Em ambos os casos as tarefas sSo exe- 
cutadas sem que sc tenha a menor no^So 
de sua dura^o maxima, dando a impres- 
s3o de serem tarefas inierminaveis. 

Semelhante sentimento e comparti- 
Ihado por muitos programadores no mo- 
mento de debugar (achar e eliminar os 
erros) seus programas. Parecem nadado- 
res mergulhando cada hora num ponto 
do programa para ver se o erro est^ \i. 

Dessa forma, o objetivo deste artigo 
e tornar a tarefa de detec^So de erros 
menos desagradavel e (com um pouco 
de esfor^o) ate mesmo agrad^vel. Fare- 
mos isto com o auxilio de um meiodo. 
O metodo, no nosso caso, serd mais uma 
postura do que um monte de regras a 
serem cumpridas. Apliquemos um meto- 
do de a^ao no caso do anel perdido. 

Em primeiro lugar, vamos dividir o 
fundo da piscina em areas iguais. Uma 
boa id^ia 6 dividi-lo em quadrados. De- 



Listagem 1 



POR DANIEL JOSE. BURD 

(nostra o uso dos comandos 
ON ERROR GOTO e RESUME, alem da 
variavel do sisteirra ERR. 
Experiments tirar a linha 80. 



10 

20 

30 

40 

50 

60 

70 ' 

80 ON ERROR GOTO 200 

90 FOR 1=1 Td 4 

100 READ A«: PRINT A» 

no NEXT I 

120 END 

130 DATA DATA l.DATA 2, DATA 3 

140 ' 

150 ' 

160 'RQTINA DE TRATAMENTO DE ERROS 

170 ' 

200 IF ERR-4 THEN RESTORE:PRINT"DEU ERRO DE FIM DE DADOS" : RESUME 

210 PRINT-'DEU UM ERRO DIFERENTE DO DE FIM DE DADOS" 

220 END 



pois disso. determinamos em quais des- 
sas ^reas hi maior probabilidade de es- 
tar o objeto perdido. Essas dreas sao, 
logicamente, aquelas em que se encontra 
va nadador na hora em que o anel foi 
perdido. 

Apds determinadas as a'reas, inicia- 
mos a procura propriamente dita, nas 
dreas de maior probabilidade, esgotando 
cada um dos quadrados completamente. 
Caso n3o encontremos o anel numa das 
dreas de maior probabilidade, devemos 
continuar a busca nas demais areas. 



Como podemos ver, quando executa- 
mos um metodo temos a certeza que 
procuramos em toda a piscina e, desde o 
ini'cio. sabemos que a tarefa i ftnita e 
que no maximo poderi durar tantas bo- 
ras. E que ao final dela teremos o anel. 
Serd muito azar se ele tiver caido no 
ralo! 

m£todos de debugar 

Existem muitos metodos de se debu- 
gar um programa; e como veremos, hA 



38 



MICRO SISTEMAS.setembro/87 



aqueles que melhor se aplicam a cada si- 
tua^ao. Contudo o importante nSo ^ o 
m^todo em si, mas principalmente o fa- 
to de se aplicar algum metodo. Divida- 
mos OS erros em dois grupos: ' ^ < 

Erros de sintaxe - os erros de sintaxe 
ocorrem quando damos um comando ao 
computador e ele nSo o reconhece como 
tal. Por exempio: PRONT "DEU ER- 
RO!". 

Esses erros normalmente interrom- 
pem a execu^So do programa na linha 
que OS contem. metodo que eu uso 
para eliminar os erros de sintaxe 4 exe- 
cutar programa. Deu erro. corrijo, e 
assim por diante. tomando apenas um 
cuidado especial: tenho que executar 
todas as rotinas do programa. mesmo 
aquela que s6 seii executada quando o 
jogador fizer 30000 pontos em apenas 
duas jogadas;e 

Erros de 16gica - ap6s corrigir todos os 
erros de sintaxe ainda podem restar er- 
ros de I6gica- Esies normalmente nSo 
brecam a execui;ao do programa e tem a 
caracten'stica de deixar perplexo o pro- 
gramador. Por exempio, aquela casinha 
que deveria ter aparecido no meio da 
tela e surgiu no canto esquerdo e de 
ponta cabe^a! 

metodo proposto para "sanar" er- 
ros de 16gica i composto por alguns 
subm^todos. No caso da casinha, o que 











Listagem 2 






10 'POR DANIEL JOSE BURD 




20 ' 


30 ' 


40 'mostra o uso da variavel do si«- 


50 'tema ERL e do comando LIST. 


60 ' 


70 ' 


BO ON ERROR GOTO 200 


90 CLS 


100 PRINT "LINHA 100" 


110 PRING "LINHA UO'" 


120 ' note no comando da linha 110 


130 END 


140 ' 


150 ' 


160 'ROTINA DE TRATAMENTO DE ERROS 


170 ' 


200 PRINT "ERRO CODISO" ;ERR( " OCORRIDO NA LINHA";ERL 


210 LIST. 



devemos fazer? Primeiro. devemos iden- 
lificar a parte do programa que a impri- 
me; essa e a area com maior probabilida- 
de de conter o erro. Coloquemos um 
STOP logo ap6s a impressao. Executa- 
mos o programa. No momento em que o 
programa parar, damos uma olhada nos 
valores das variaveis que parametrizam a 
impressao da casinha. Neste instante, 
devemos encontrar pelo menos uma va- 
riavel que contenha um valor incorreto 



para a situa9ao. Ap6s detectado qual ou 
quais variaveis assumiram valores indese- 
javeis. devemos localizar os comandos 
que atribuem valores a elas. Para se iden- 
lificar o momento em que esta ocorren- 
do o erro, 6 aconselhavel a impressao de 
valores intermediarios, isto 6, valores 
que sao usados para se chegar aos para- 
metros da impressao da casinha. 

Um bom mdtodo para se caijar erros 
de I6gica 6 fazer um iluxo do programa 






S I N CA 



® 



t4 



SISTEMAS INTEGRADOS DE CONTROLES ADMINISTRATIVOS 

PONTUALIDADE E SEGURANgA NA SUA ADMINISTRAgAO ' 
SOFTWARES 



TODOS OS SOFTWARES MANT6M UM 
MESMO PADRAO DE PROJETO E DO- 
CUMENTACAO DE USO, O QUE FACI- 
LITA O USUARIO NA IMPLANTACAO E 
UTtLlZACAO. 

PERMITS USO DESCENTRALIZADO 
COM SISTEMA DE SENHAS DE ACESSO 
PARA SEGURAN^A. 
SAO 9 (NOVE) SISTEMAS INTERFACE- 
ADOS DE FACIL USO E MANUSEIO, 
IMPLANTADOS MODULARMENTE. 
COM O SINCA-DSI A SUA EMPRESA 
VAI MANTER EM DIA AS INFORMA- 

gOES necessArias A eficAcia de 

SUA ADMINISTRACAO. 








PCs, SUPERMICROS E SUPERMINIS 



) 



CONT - DSI — CONTABILIDAOE CERtNCIAL 

FPG - DSI — FOLHA DE PAGAMENTO 

CPG - DSI — CONTAS A PACAR 

CRB - DSI — CONTAS A RECEBER 

LRS - DSI — LIVRO RECISTRQ SAlDAS 

LRE - DSI — LIVRO RECISTRQ ENTRADAS 

EST - DSI — CONTROLE DE ESfOQUES 

ORC - DSI — ORCAMENTO 

ATF - DSI — ATIVO FIXO » 



FILIAL 

SAO PAULO: AV. PAUIISTA, M8 — BL 

TEL: (Oil) 283-1992 



. 4 - 3.0 and. \inform*ticM / 



MATRIZ 

RIO DE JANEIRO: RUA MARIZ E BARROS. 711 — Tt)UCA 

CEP 01310 ^^ ' TCI.: (021) 284-3490 CEP 30270 

DSI — D1STRIBUIDORA DE SISTEMAS E INFORMATICA LTDA. 



TRATAMENTO DE ERROS NO MSX 













Listagem 3 




10 'PCIR DANIEL JOSE BURD 




20 ' 




30 • - 




40 'iDostr* coma «■ criar os proprios »rra% 




50 • 




60 ON ERROR GOTO 200 




63 CLS 




70 INPUT "DIGITE NOME DE UMA PARTE DO CORPQ DE UM CACHORRO: 


"IP* 


BO IF rNSTR(P»,"NARI2") THEN ERROR 200 




90 PRINT P« 




100 END 




110 ' 




120 * ? ■ 4' 




130 ' - -^ 




140 ROTINA DE TRATAMENTO DE ERRQB 




150 • 




160 • 




200 IF ERR-200 THEN PRINT "NARIZ NAD E PARTE DE UM CACHORRO'" 


: RESUME 70 


210 END 





^ necessirio o comando ON ERROR 
GOTO. Veja mais adiante como se criam 
erros persotializados. 

- ON ERROR < LINHA > - esle co- 
mando desvia a execu^So do programa 
para a < LINHA > assim que houver um 
erro;e 

- RESUME - este comando^ utilizado 
para retornar a execuifSo de um progra- 
ma no qual houve um erro. RESUME 
possui tres formatos: 

a) RESUME - reinicia a execu^ao a par- 
tir do comando que originou o erro: 

b) RESUME NEXT - reinicia a exe- 
cu^ao a partir do comando seguinte ao 
que originou o erro;e 

c) RESUME < LINHA > ^ reinicia a 
execu9ao a partir da < LINHA >. 

Veja nas listagens 1, 2 e 3 algumas 
rotinas exempUficativas de tratamento 
de erros. 



no papel, o que consiste em elaborar 
uma esp^cie de fluxograma contendo a 
parte do programa que apresenta o erro. 
A partir desse fluxo devemos "executar 
no papel" o programa, verificando se 
conseguimos repetir o erro. 

A Microsoft, pensando na saude dos 
programadores em BASIC do MSX. pro- 
veu a sua linguagem BASIC de algumas 
ferramentas poderosi'ssimas para a de- 
tecijao de erros. Vamos ver como cada 
uma delas funciona: 



• As vari^veis do BASIC para tratamen- 
to de erros: 

- ERL indica a linha em que ocorreu o 
erro; 

- ERR indica o numero do erro. 

• Os comandos para tratamento de 
erros: 

- ERROR — este comando Simula a 
ocorrencia de um erro. Este erro pode 
tanto ja existir no BASIC como ser um 
erro definido pelo programador. No ca- 
so de erros definidos pelo programador, 



Daniel Jos4 Burd rf Analista de Sistemoi, rra- 
balhando atualmente como Assessor de Infor- 
mitica no "Banco de Idiias ", empresa de sua 
propriedade. AI4m disso, programa am BASIC, 
dBase e Dataflex, em eguipamentos compatf- 
veis com ZX Spectrum. MSX, IBM-PC e Ap- 
ple. 



O REGULADOR DO SEU MICRO 



MICROREG PCX e um estabilizador de tenslo eletronico, to- 
Talmente estaiico, desenvolvjdo e fabricado pela GUARDIAN 
para alimenlacao de microcompuiadores e seus perilericos, 
PDVs, calxas regislrsdoras, terminals telex, sistemas KS, 
balangas eletronicas, eguipamentos medico-hospitalares 
8 diversos outros consumidores sensi'veis as flutua^oes 
e varia^oes bruscas da rede eletnca. Em sua monta 
Ofim sdo utilizados tao somente pecas e componen- 
tes protissionais, o que o distingue de outros apa- 
relhos de sua classe. De constru^So robusta, di- 
mensdes reduzidas e altissima confiabilidade. 
o MICROREG PCX e a melhor garantia de 
allmenta^ao estabtlizada. 



APLICACAC PRINCIPAL: 
MicrocomputadorM PC compati'vaii mcluirtdo 
Winchesier e impreuora att 400 GPS 

ESPECIFICACdES BASICAS: 
TeniSo de operacao I10ou220VCA 
Regulapao estdl'ca: i 3 5% 
Tempo de retposis; 16.6 mS 
DimensSes I03x 112 k 205 mm 
Peso 4 9 Kg 
Rendimer>to; 97% 

OUTRASCARACTERISTICAS: 
2 tomadas de saida, lupressor de rufdot. grarKJ* 
capacidade de tobrecarga. nao introduz qualqucr 
disiorcao na rede 



PRIMEtRO 



ESTAB LIZADOR PROFISSIONAL 



PARA PC COMPATIVEIS 



REPRESENTANTES 

B«l*m: Mem6ro <091 ) 225-2001 Belo Horiionte: 
Sisiema 1031) 227-4497 Brasilia: Mash 1061) 
226 9529 Campo Grande: Teledata 10671 384 6632 
Cuiabi: Fuiunx (065) 322-2184 - Floriandpolit: 
infotec (0482) 23-4777 Fortatata: Rei 1085) 
244-0745 Goiinia: Te<a (0621 224-7271 Manaui: 
CAP 1092) 237 1033 Natal: Inieirrodia (084) 
221-4201 Pono Alegre: Microsul 10512) 42 7748 
R«ci(e: Datageo 1081 ) 228-221 1 - Salvador: Suprec 
(071 ) 242-1999 Vitdria: Milmicros 1027) 227 96 11 




GUARDIAN 

ENEROIA A TOOA PROVA 

Rio da Jatwiro: Rua Dr Ga'nier.579 Rocha CEP 20971 
TbIi: (0211 261 6458 / 201-0195 
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MSX 

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SKYJkDUAB i. ..■.-.--. CZt »J0 

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TENNIS CZI 96fll 

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riE Afi PUJItG HJ 1 CZI SbJO 

XEAnnJWRjZ CZI K.IXt 

HTPtHOlTimCSI CZI »,00 

HYpfrnxYiincsi CZt swB 

PIPPOLS ..., CZIlSflJW 

lONAW'SGOii czimn 

.X!"*OH««T CZIIIOJiC 



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BoimsucAHwts cztinjn 

ijRuoii cziiajK 

DMtMR.) caijojo 

DUNGEONS l«STW CZIIHUO 

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t^QWRESTlMeUKAUHB.: CZI 9U)0 

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HfCAsmucauNTa cztiaun 

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GANOOO NIKJA CZI 1KU10 



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Bi\AnYlMO CZI 90.00 

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niYSrOHEKAPPHB CZt K.DO 

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SANGER OIlJOJl 

FUTURE NIGHT CZI MM 

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ITMOIPUTWIWi 

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CZt 90.00 
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STOPIMEEKPRESS Ui 90.00 

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WACHINEGUNJX-IUfU CZI 9CLaO 

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BQMBERHAHSPtCM. CZI Sb.OQ 

OIRUSWTTfR CZt 90,110 

AVIEWTDAKJLLDO' CZIIOOJID 

AlIIBABAilIW«TMEWS OtllOJIO 

ASrtHACnOK CZt S6JB 

AHtnCANIRua CZ111DJ10 

BUICUDERUNNBI CZI 91U0 

BOOUBOO CZI 90J0 

BEjwGHMa cziiio.aa 

BOAROEUO CZI 98,00 

BOTM PAINTS SCe^ ACTUM CZt ftJlO 

CHAMPiONSOCCiR CZt SOfli 

CHUOUtEGG ....^*. Ca 9S.I» 

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CBAZYHAQ CB BJO 

CAKlOTWAItS. CaiSflJO 

CKSS-OMOHmTOEUATElA CZIIU.OO 

OErtNOERHna CZtllBAI 

HKffiUDJUMP ...CZIBjn 

EliVATORWTION :l CZI IGjn 

EPISODE 4 ;-. ;.. at I6J10 

FISCAlOEtSTMUt CZI SDJIl 

FUPPYSTONES C» aUO 

FoorvoiEY ant» 

FUNKY MOUSE CZI Wi 

FUIBOLH(Pl>Y CaiHW 

FiiPHRsuPtfl a> KM 

FHUTSEARCH :.. CBI1U0 

GRANPRIX Ca WO 

GAMMON CZI 9BJ0 

GYROADHHTUflE CZI »«! 

GliDER .% ..- CZt 9S.00 

GUARDIC CZI1»,«l 

HAPPtfRH CZI »,110 

NEAVYBOX CZIiiOJO 

IHTERNATHINALUMTE CWVOZ CSIUJK 

JUUF1NGRAB6IT m %X 

JUMP JET CZI »J10 

KALEIDOSCOPE ESPEQN, CZHSOJID 

lAZZY JONES CZI WP 

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MANIC MINER CZI 9S,aO 

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KUTANTWUNTt CZIllOjIO 

DGRD CZtnOJO 

PINEAPPIIN CZI1Z0JB 

PAWNAflO CZII lojn 

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OUEEKSGOli CZI ftOD 

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TURBGAT CZt 9100 

uNA'suw caaw 

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ZEXAS CZtlZOJIO 

ZOOMsn „. CZt 9Ei00 

lONEsouEiAw ......'. at\xa 

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PMKACnCN CZtlAlO 

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SUVSHOT caiiuB 

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BAM PANIC 
BUCKROGBtS 
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CONGO BONGO 
PENGUM 



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SPITFIRE *C 



ZANAClOTIMO . . 
BACKTOIHERJTURE 
WAAHEAO 
CHAUPIOH HORSE 
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BOSCOWAN CME CZI 95ai 

WAflPlPANZERI ttt 9iJI0 

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CHIWACMMA CaiZQJM 



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SUPER HNNIS 



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ASSEUBlERb DISASSEMBLER 

EDITOR DEMUSICA 

MATEHATICAFINANCflRA 

BANCO OE DADOS EH ir ... 

HOTASM . . 

WOflOMSXlEDITDflDETEXTOS) 

CURSOBAS1C9LIC0ESEWk; 

SDRItGERAOOHDELOTOEUK; 

EDIIOflLDGO 

PIAWLHAMSX 

CONTROUBANCAfllO SO DISCO 

CONTROLEDEESTDQUESJ DISCO 

CONTAS A PAGAARECEBER S< DISCO 

MASTER VOICE SINTETIZAOOR Ot 



ca 150,0) 

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CZI 150J0 
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TRICK BOY IPINBALU. 

PYRAMID WAflP 

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MAXIMA 

BATTLE FOR MIDWAY 
LAORBYXES 
TIME BANDITS 

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ca 110.00 



SEKjro 

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adi dm Mcl pod* pMk' M Mu fnqramM hMMito n cofflin de cads 6 progrMiM im^ gnhi iM Vln. t tt MCft 

Iw W Am. Mmut Wm, PiahMi * Up* ■ USX IJ). 

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i^mimotL*. cnnwMBancEfnniTrtifbi rj 



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Techs programadas podem faciUtar 

a utUizQi^ao do IBM-PC. Veja, aqui, como isto 

pode serfeito utilizando-se o Turbo- Pascal. 



St-' 



Programando o teclado 

do IBM-PC 



Antonio Carlos Salgado Guimaraes 



Em artigos pubiicados anteriormente (*'C + ANSI .SYS 
= maior portabilidade", em MS nP 66; e "0 driver ANSI. 
SYS", em MS nP 68), falamos sobre o ANSI.SYS e o que 
ele pode fazer, apreseniando exemplos em vSrias linguagens. 
Hoje usaremos novamente este driver, s6 que para montarmos 
um utilitirio capaz de programar o teclado. Esse nosso utilit^- 
rio permitird que programemos as teclas de Fl a FIO e de Alt 
Fl a Alt FIO, as quais somente serSo reconhecidas pelo DOS, 
isto t, nSo ter3o nenhum efeito dentro de programas ou edito- 
res de texto. 

programa possui cinco op^6es: 

1 — Carregar um arquivo - esta op^ao permite que o con- 
tetido de um arquivo seja analisado e que os comandos nele 
existentes sejam ainda atribuidos ao teclado; 

2 - Inicializar um arquivo - prepara um arquivo para rece- 
ber OS comandos. Case haja alguma coisa no arquivo, ela seri 
perdida; 

3 - Editar um arquivo — permite que sejam inseridos co- 
mandos ou modificados os j3 existentes. Um comando modifi- 
cado nao seri automaticamente atribuido a uma lecla, sendo 
necessirio que. ap6s a modifica^ao o arquivo seja novamente 
carregado. Sempre que uma tecla for editada, havendo ou nao 
um comando, sera pedida uma confirma9ao para a altera^ao. 
Para editar, ser4 pedido o nome do arquivo e o numero da 
tecla a ser inicializada ou modificada. As teclas de Fl a FIO 
estao entre 1 e 1 0. e as de Alt F 1 a Alt F 1 entre 1 1 e 20, Para 
eliminar o comando de uma tecla, digite < enter > quando for 
pedido o novo comando; 

4 - RESET - esta op9ao faz com que o teclado volte ao 
normal, isto 6, faz o teclado ficar como se o micro tivesse sido 
ligado novamente; 

5 - Listar um arquivo - apresenta na tela o conteudo do 
arquivo, indicando o comando correspondenle a cada tecla. 

Na listagem apresentamos o programa. Modifici-lo para 
que o numero de teclas programadas seja maior n§o ser3 muito 
diffcil, podendo tamb^m ser alterado o tamanho do comando, 

Uma sugestao para modifica^ao € permitir que teclas sejam 
programadas durante a execu^ao do programa, sem a necessi- 
dade da leitura de um arquivo. 

Antonio Carlos Salgado GuimarSes 6 formado am enganharia macSnica 
pala Univnrsidade Santa Ursula, no Rio de Janairo, » trabaiha atualmen- 
ta como Analista de Sistamas no LNCC/CNPq, onde prasta apoio ticni- 
CO ao Projato de Desenvolvimento de Software em Enganharia MecSnica 
para Mini a Microcomputadores. 



Definidor de teclados 



2: 

3: 
A: 
5: 
b: 
7: 

?: 
10: 
ii: 
12: 
13: 
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IS: 
16: 
17: 
IB: 
19: 
20: 
21: 
2T. 
2J; 
24: 
25: 
2t: 
27: 
28: 
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30; 
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32: 
J3: 
34: 
IS: 
3t: 
37: 
38: 
If. 
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tl: 
42: 
«: 
44: 
45: 
4t: 



£- — ) 

( itfiaiior it tfcUdo ) 
{ Salgado } 

( nicro Sliteui ) 
I J/87 1 
{ ) 

I A linha dr [aatntaric abtito nao iivt %tr retiridi } 
(IP512) 

proqrai dtfiat ttcUil 

trPt 
»tr2i) ■ ttrin!;(20)I *• noM it iraiii»ij •) 
couand = strinftbOl; (• pod* ser alterida tl 

vir 
opcao : chart 
hi : booltan! 

oractiurt tnttri 

{ Espcra por u> (enttr) } 
btgin 

NTitdn; 

irittrTetlt <fnt(r) pirj continuar ')| 

riadl 
end; 

irKedure ctrrtmr', 

{ Le ui arouivD dc diiCO ) 

( t srofraea e teclado ) 

{ en aue ali eitivtr 1 
vir I : lettftri 

C B IWdO : COMMdt 

noM : itr2o: 
trn : file of coHMd; 
begin 

clrtcri 

Mritel'Mow do arquivo: 'M 
readln!noiei; 
aiiignlirq, noteli 
Hi-l 

resetlarg); 
<li»l 

if loretult <} then 
begin 



42 



MICRO SISTEMAS. setembro/87 





47; 


MTitflni 


111: 


(ti-) 






U: 


•rililfil'M* E/td: Ar(ui»o inKiitwtt •••'U u;; 


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113: 


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var coaando : coiNndi 






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iodif : cbar; 


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nsa« : itr20i 






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para : booliani 


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ara : file of coaaandi 






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arittl'llow do arquiva: Ml 




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no: 


aHtqndrq, noae)) 


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Hiignlvq, nowll 


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230: 



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iritilnl'ift tKldo voltou u imrul i*t')t 
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ill :■ 4iliti 
■tiilt not fit do 
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wittUC Silqido'); 

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vitilnCI) CvrtqK irquivs'); 
witilRl'2l iRiciiliiv irouivs'); 
wittlnl'31 Edittr (rqiti¥0')| 
■ritiln('4) ftMtt'): 
■rittlnCS) liitv irquivq']; 
■ritiln('6l Fit'lt 
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■rittCEicelht Hti oecu: '){ 
roidlkbd, opcto); 

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'r : carrflqvi . . 

'2* : iniciiliiirl ' "^ ' ' 

'I' : tditvi 

'*' : rtMtl * • 

'5' : liitirl 

'4' : fit :> trut: « 

tlu I ( n« fit nedi ] 
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tnd. { defint tKlti 1 



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utilizando-se dos dados gerados. 
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sistema anterior em cada alteracao que for feita. 

Os Sistemas Nasajon tarn uma identidade muito grande com a qualidade. 

E por isso que nao importa a marca do seu micro. 

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relat6rio como Guia de lAPAS e FGTS. Rela^lo de 

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Acumulados Anuats. RAIS e Radbo de Pagamenta 

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acumulados e outras fun9dfts que agilizam o processamanta 




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Minimo, Unidade, Fomecador, Localizacao e outras 

informapdes relacionadas no item como Custo Medio, 

Entradas e Saidas no periodo. Ltstagens Gerat e Parcial dos 

produtos, LIstagem Fisico-financeira, 

Listagem dos produtos abaixo do estoque 

minimo, Lista de pre^os e Etiquetas, entre outras. 

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e Exclusao de Produtos. 




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permite o cadastramento de historicos padronizados e de 

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Resultados, Demonstracao de Lucros e Prejuizos 

acumulados. LIstagem por centro de custo e extrato de 

contas, entre outras funpoes. 



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com detalhamento de titulos por banco e em carteira, por 

vendedor ou loja, por data de vencimento e por cliente. 

Permite o cadastramento de cliente/vendedor/banco com as 

informacoes basicas, os titulos com 

seus dados principals, a saber: nf do titulo, 

c6digo bancarlo, codigo do cliente, valor, vencimento, etc., 

sendo possivel a alteracao, consulta e baixa. Sao fornecidos 

relatorios com a relacao dos titulos por clientes, bancos 

ou vendedores. Emite tambem um relatorio de titulos 

por data de vencimento. 



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Pacote educativo para TRS-80 

Marcelo Henrique de Souza 



Os programas aqui apresentados t^m por finalidade usai o micro- 

computador como complemento do aprendizado escolar e tambem ser- 
vii como ferramenta auxiliai para a fixate de conhecimentos ja adqui- 
hdos. 

Todos OS programas foram desenvolvidos em BASiC num DGT-100 
(TRS-80 modeio 1), embora tambem possam ser utilizados em equipa- 
mentos similares (CP 500, CP 300. DGT-1000 etc.) com unidade de dis- 
co ou cassete. Pata usar o programa desejado, basta dai apenas o coman- 
do RUN apos a digita^So da listagem. 

A listagem de cada programa i precedida de um pequeno texto ex- 
pticativo com a fun(io do mesmo e a que faixa escolai se destina. 

SEPARAQAO de SltABAS 

Destinado essencialmente ao ensino do primeiro grau, o programs da 
listagem 1 mostra como i feita a separa^So das silabas de palavras digi- 
tadas. al^m de classificar estas palavras de acordo com o seu niimero de 
silabas. 

N Cm EROS RACIONAIS 

Auxiliar o aprendizado das fra;5es, elementos bjsico do conjunto 
dos numeros racionais, atraves de exemplos comparativos com barras de 



chocolate, € a finalidade do programa da listagem 2, destinado a estu- 
dantes do primeiro grau. 

nOmeros RELATIVOS 

Este programa (listagem 3) transforma o computador num professor 
de matematica paciente que ensina os numeros relativos atraves de ex- 
plica^Ses e exemplos, passando exerci'cios quando se desejar. £ voltado 
paia estudantes do primeiro e segundo graus. 

SIMPLIFICAQAO DE FRA^OES 

Com este programa (listagem 4), os alunos do primeiro grau poderSo 
aprender os fundamentos basicos e exercitai o aprendizado na simplifl- 
ca;lo de fra^Ses. 



Marcalo Henrique de Souze 4 T4cnico em Processemento de Dados. 
com cursos de BAS'C, COBOL, planilhas eletrdnicas e dBase II. Atuaf- 
mente ele desenvolve sistemas na 4rea de construpio civil, na Planasa, 
e na 4rea de depanamento da pessoal, na SI T. 



E COMPUTADOR 



la CLS 

?• PRINT«3B4.- A OUALOUER MOnENTO APERTE ■ 

LHE DARA LIMA AJUDA NO QUE OEVE SER FEITO." 
Z» PRINTM32.'- By M«rcalo H»nr i qua Urn Souia" 

4fl FORX-]TO250«:NEXTX 
90 CLS: CLEAR 1000 

60 PRINT-PARA TERMINAR DIQITE < FIM >' 

70 PRINT:PRINT"APERTE <:RCTURN> APOS DIQITAR A PALAVRA" :PRtNT:PRt 
NT 

60 PfilNT-ESCREVA A PALAVRA PARA DUE EU 8EPARE E CLAfiSlFIDUE" 
90 PRINT* 512.CHR«('»«)I" "1 

100 Aa-INKEVCMF A«---THCN GOTO 100 ELSE IFA»>CMR« (90) TMfN CLB; 
PRINT-DIBITE COM LETRA MAIUSCULA" : 1JOSU8770: GOTOS0 ELSE iFA«-CHR« 
(St THEN SOTO 50 ELSE IFA*-"*" THEN X-1:QOTO620 ELBE IF PEEKI144 
0«)-l THEN OOTO 110 ELSE P*-P«<A«:PRINTA»t : BOTO 100 ELSE 
110 IF LEN(P«)H4 THEN CLS:PRINT"A PALAVRA ESTA MUITD GRANDE, 

PROUCURE ESCREVER LIMA PALAVRA MENOR. OBRIGADO. ': FORX>1TD3000: 
NEXTKIOOTO 50 
120 PA»-P« 

130 IFP«-"FIM" THEN ENO;STOP • 

140 □•-"- 

150 IF P«--" THEN 190 
160 Oa-LEFT«(P«, l)*a» 
170 PS-MID*(P*.2,LEN<P0I-1) 
le* GOTO 150 
1*0 S-l 
200 V«-"- 
210 C»-"- 

Z20 IPS*--- THEN 480 
Z3« A«-LEFT»(DS,1) 
240 e«-MID«<DS,2.LEN(0«>-t ) 

230 IF A«'>"fl- AND AtO-E" AND A«<>"I- AND A»<>"0" AND A»<>"U" T 
WN 370 

260 IF S-l THEN 340 

270 IF C«<>"" OR A«-LEFT0(V«.H OR A«--I" M4D LEFT« {V«, 1 ) <>"U" Q 
R A««"E- AND LEFT»(V«,l)--0- OR A«-"0" AND LEFT«{V«, 1 ) ""U" THEN 
300 

200 V«-A«*V« 
290 BOTO 220 

300 aofiUB 370 - -, :-, , 

310 V0-A« 
320 C0--- 

330 aOTO 220 ~ ' 

340 VS-A**C« 
330 S-0 
360 SOTO 320 
370 IF C«^>-" THEN 400 
3B0 C0-A0 
390 OOTO 220 
400 IF V«--- OR C»"-W OR C»--L" OR C»--R- AND A«< i"fi" THEN BOTO 

460 



410 G06UB 570 

420 C«-A* 

430 S-l 

440 W«-"- 

450 GOTO 220 

460 C*-A««Ca 

470 BOTO 220 

480 ■ 

490 GOSUe 570 

300 CUS 

310 FORX-0TO63:PaKE15360*X,10:POKE156I6*X,10:POt« lS4e7*X, 21 : NEX 

TX 

S20 PRINT069,'PALAVRA"l«B7,~SEPARACAO"l0109,-CLAe61FICACAO-| 

530 FORX-lTO4:POI<:EI53fc0*IX»64 1,21I:POKE15376*<X»64).213;POKEl539 

<J*<I«641 .213:P0VE1S423*IX»641 .213:NEXTX 

540 PR1NT0194,PA*I0210,PSI0233.CL«I 

350 PRINT0522, "APERTE ' RETURN > PARA DAR CONTINUIDADE 

ou"l0640. "APERTE ' ' PARA TER 
EXPLICACOEB OUANTO A CLASSIFICACAO'I : A«- 1NKEV»: 1FA4--0" THEN K- 
2:G0T0 620 ELSE IFA*-"" THEN BOTO 550 ELSE GOTO 30 
560 GOTO 50 

370 IFP«-"" THEN J»--" ELBE J«-"-" ; C-C* 1 , 

380 P«-C»*y**J«*P« 
590 l.«-C«*V« 

600 IF C*l-1 THEN CL«-"HONOSBILABO";NS-1 ELSE IF C-»l-2 THEN CL0- 
"OIBSILABO-INS-r ELSE IF C*l-3 ThCN CL«-"TRIBBILABO-' ; NS-3 ELSE I 
F C*l-4 THEN CL«- "P0LISSILAB0~:NS-4 
610 F^TURN 

620 IF K-1 THEN FDRX-1TO30: PRINT0A06*'X,CHR«n91 ) |«926*X,CI«0 ( 191 
)i:NCXTX else GOTO 670 

630 FORX-0TO2:PRINT0606*<Xa64),C:HR«tl91>l*926-<X*64),CHRS(1911l0 
636»tX>64),CHR*(191) I 0956- (X •64) ,CHft«( 191)1 :NEXTX 

640 PRINT9672,-'D1GITE UMA PALAVRA OUALOUER" 1 1736, "COM ATE t« CAR 
ACTERES PARA "I 0800. -DUE EU A 5EPARE EM BILABAS" l«S64. 'E CLttSSIFI 
OUE. ~\ 

650 PRINT0997, "APERTE --RETURNi"! 

660 AV-INKEva; IFA*-"- THEN BOTO 660 ELSE BOTO 50 
670 IF K-2 THEN F0RX-1T0256:PRINT«512*X. - "IINEXTX 

680 PRINT«5I3,"01WNT0 A CLASBIFICACAO A PALAVRA "IPAH" £■ "lCL» 
I ". VEJAMOB O POROUE:" 

690 BOSUB 770 

700 PRINT0641.-CONTEMOS O NUM6R0 DE SILABAS CONTIDA NESTA PALAVR 
A.- 

710 BOSUB 770 

720 PRINT0704,P«,- -. . PODEMOS CONTAR'-lC'l 1 "BILABAS" 
730 BOSUB 770 

740 lFNS-4 THEN CP*-' OU MAIS DE 4" 

750 PRINT- OUANDO UMA PALAVRA TIVER" INSi "StLABAB'l CP«1 ' ESTA PAL 
AVRA SERA " l CL« 

760 PRINT0990, "APERTE CRETURN>" I : AajINKEVS: IFA*-"" THEN BOTa760 
ELBE GOTO 50 
770 FOPX-1TO1000:»IEXIX:RETURN 



Listagem I 



*4T '- f „ J 



MICRO SISTEMAS. ntvmbro/S? 



le CLS 

20 PRINTSW.'-CaNJUNTa DOS NUMEROS RACIONAIS" 

3» F0RX-17T04(.;P0*:E15424*X.21:NEXTI 

4» PRINT 

90 PRINT- VAnOS DIVIDIR UMA BAftRA DE CHOCCk.ATE En PARTES ISU 

AIB. POR EXEI*LO. En TRES PARTES ISUAIS. ' 

M PRINT 

70 PRINTTA8(1»)| 

S0 F0R«-lT03:FORV-iTO4:PfiINTCHR»(191)i:NEXTY:PRINT- "l.'NEITH 

90 pfilNT:PftiNr 

IM PRINT" CADA UMA DESSAS TRES PARTES E UHA FRACAO DO CHOCQ 

LATE. - 

110 PRINT 

120 PRINT" A FRACAO E REPRE3ENTADA ASStl: - 

130 PRINT 

140 PRINT" 1 -> NUnERO DE PARTES TOnADAS" 

150 FORX-lTO5:POKE153&0*7&e*X, Iti:NEXTX 

160 PRINT 

170 PRINT" 3 -> Nuneno de partes em OUC FOI DIVJOIOO o intei 

RO- 

tB0 eOSUB 470 

190 CLS 

2*0 PRINT- DENERICAMENTE TEMOB! " 

210 PRINT- N -> NUMERAOOR" 

220 FOR}(-27T03l:POKE 134B8+X, 16:NEXTX 

230 PRINT . 

240 PRINT- -> DENOnirMOOR- 

230 PRINT 



260 PRINT" NUMERAOOR E DENOnlNADOR SAO OS TERHOS DE UHA FRA 

CAO." 

27« PRINT 

38* PRINT- NUMERAOOR E" NUnERO OUE ESTA EM CIMA DO TRACO DA 

FRACAO. - 
290 PRINT 

300 PRINT- DENOMINADOR E' O NUMERO OUE ESTA EnBAlXO DO TRACO 
DA FRACAO. " 
310 SOSUB 470 
320 CLS: CLEAR 1000 

330 PRINT00, "DIGITE NUMERAOOR" >«30, "" I :LlNeiNPUTA* 
340 PRINT012fi, -DIGITE O DENOMINAOOR- I 0138. "" I 
350 F0Rl<-2aT034:P0KE 15424*)( , 16:NEKT1[ 
360 LINEINPUTB* 

370 a-val<a*) b-val4b*) 

380 if b>a then 6ot0 390 else goto 450 

390 print:print 

400 F0RX-ITOA:F0RV-lT03:PRINTCNRSI19t>i:NEXTY: PRINT- "tlNEXTX 

410 IF B~A-0 THEN GOTO 430 ELBE 

420 FORX-1TOB-A:PRINTCHR*I12B*42)ICHR«(12S<-51>ICHR«I12B'>51) tCMt* 

(lZe*21li:NEXTI 

430 GOSUB 470 

440 GOTO 320 

4S0 ODTD 32* .- • . 

4b0 END 

470 PRINT«972.-AP»1TE <RETURN> PARA DAR CONTINUIDADC-I : AS-IMtCY* 

;IFA«--" THEN GOTO 470 ELSE RETURN 



Listagem 2 



■ CLS 

20 PRINT01S. "NUMEROS RELATIV0 5- 

30 F0RX-ISTD47:f>l>:E15424+X.2l:NEXTX 

40 PRINT 

50 PRINT" Com o% nunaroa Intairoa varlflca-aa qua a aubtracao 

nao a' (loaaival quando o minuando ■' aanor do qua o aubtraando 



ta* aantldo a dlfaranca! 



4-9- 



••ra 



. Asaia, por axaiaiplc 

60 PRINT 

70 PRINT" Entratanto coa una anpliacao do canpo nuBarlco, 

poaaival afatua-Ia. Para lato ■' nacaaaario criar una nova claaa 

• da nunaros. Todavta. nao a to palo fato da tornar a subtra 

cao Bvnpre poaaival. am gualquar caao, quB'l 

80 PRINT- acaitaaoB ua novo campo nuatcrtro. Et;lsta* outraa razo 

aa qua juatkflcaa a naturaza a a proprladada da tala nuaaroa. " 

90 0O5UG 2060 

100 CLS 

II* PRINT-NUMEROS POSITIVOS E NEOATIVOS : Da nuaaroa pracMldoa 

do aina) * cnaman-aa POSITIVOS a o* pracadldos 

do alnal - chaaam-aa NESATWDS.* 

120 PRINT 

130 PRINT" O laro nao a' nuaaro nvgatlvo naa poaitivo a, aia, N 

EUTRO. " 

140 pniNT 

150 PRINT-MODULO : CTiaaa-aa modulo ou valor abaoluto, o nuaaro o 

btido coa supraaaao do alnal da ua nuaaro ralativo." 

160 PRINT 

170 PRINT" Indica-aa pala notacao: - 

180 PRINT" ; - 7 I - 7- 

190 PRINT" 1*31-3- 

200 GOSUB 2060 

210 CLS 

22^ PR I NT "NUMEROS SIMETRIC06 ! Dot • nunaroa ralativoa aao aiaatr 

icoB quando taa o aaaao valor abaoluto a alnata contrarloa. 



O alActrlco d* -8 
□ alMatrlco da *4 



*8 

-4" 



230 PRINT 

240 PRINT- Exaaplos: - 

250 PRINT- 

260 PR INT - 

270 GOSUB 2060 

280 CLS 

790 F^INT-REPRESENTACAO GEOMETRICA DOS NUMEROS RELATIVOS : Cooai 

daramoa uaa rata i^al quar a ua sagavnto unitarlo- 

300 PftlNT" Tonando-«a uaa. duas, tras ... unidadas ■ diraita 

da u* ponto ^ixo ' * ', obtaraaoa oa ponto* A,B.CtO. ... qu 

a rapraaantam am iaagana gaoaatricaa doa nuaaroa rala 

tivoa 'li *2. '3. *4, ... raapactl vaaanta. - 

310 PRINT" Sa, a parttr da ' ', toaaraoa, a oiquarda (tasaa 

ponto. iiad.duaa. trad, ... unidadaa, obtaraaoa oa ponto<i A*, B 

', C ... qua aao raapnct 1 vaaanta, aa laagana groaatricas doa ru 

aaroa ralativoa -1, -2, -3, ...- 

320 PRINT- Aaala, na rata nbai-o, tp 

«o»: - 

35* 2--4:n-832:C-6B: l--4!G»--- " 

340 FOt'X-0TO6r: IFINT(X/7l"X/7 THEN «-X* 1 ;PRINT»fl32*X,L«l Z; :PRINT 

07*4. X,CHR»CC>lO«i:2-jr' I! 1-1*1 ELBE POKE 15560' ( ir*64» * 1 >X. 14 

350 IFZ'l^l ^^eN L»--*"ElBE L«-"- 

7.60 IFI-e .VJD INT( 1X-1)/7)"1X-1>/7THEN C*4a;G»--- ELSE IF I AN 

INT ( (X-l» /7I"(»-|» /7 AND O: >l> THEN C"fr4:0-'6 

370 [FI0 AND INT( (X-Il/7)-(K-n/7 TKN C-C-l:6«*-"" 

360 IFI AND INT!(X-li/7)-(X-n/7 THEN CC*! I G«-" 

390' ON ERROR GOTO 400:NEXTX 

400 EiOSUB 29bV 

41« nnCUD 207fR 



420 PRINTa0, "-I 

430 PRINT-0 ponto A a' a laagaa gaoaatrlca d« *1~ 

440 PfilNT-D ponto B a' a laagaa gaoaatrlca da *2' 

450 PRINT-0 ponto A' a' a laagaa gaonatrica da -I' 

460 PRINT-0 ponto B' a' a taagaa gaoaatrlca de -2* 

47* PRINT-0 ponto a' a laagaa gaoaatrlca da laro' 

480 PRINT 

490 PRINT- A laagaa gaoaatrlca do laro •' a origaa.' 

5*0 PRINT- Aa laagana doa nuaaroa ralattvoa poaltlvoa aatao at 

tuada* a diraita da origaa." 

SI* PRINT' Aa 1 aagan* do* nuaaroa ralativoa nagattvoa aatae al 

tuadaa a aaquarda da origaa. -| 

52* 0O8UB 2060 

S3* CLS 

540 PRINT025. "A J C A O" 

550 Ft}RX-25T035:P0KE 15424*X, 21 :NEKTX 

560 IF6B-99 THEN SB-e:RETURN ELSE 

570 PRINT*128. -SOMA DE NUMEROS RELATIVOS : Na aoaa d* del* nwa«r 

o* ralativoa davaaoa conaldarar os aagutntaa caaoa :" 

SB0 PRINT 

590 PRINT"*) Nuaaroa ralativoa coa o aaaao alnal l~ 

600 PRtNT"b) Nuaaroa ralattvoa Coa alnala dKarantaa. " 

610 PRINT'Ouando oa nuaaroa ralattvoa taa o aaaao ainal aoaaa-aa 

o> valoraa absolutoa daa parcalaa a conaarva-sa o aaiao a 

inal. ■■ 
620 PRINT 

630 PRINT- Exaaploa:' 

640 PRINT- C*2)*(*7)-»9- 

650 PRINT- • (-41+(-31--7- 

660 GOSUB 2060 
670 Be-99: GOSUB 530 

6B0 PRINTC12B," 5* oa nuaaroa ralativoa taa atnata contrarloa fa 
z-ae a difaranca doa valoraa abaolutoa daa parcalaa a da 

-aa o alnal da parcala d* aaior valor abaoluto. - 
690 PRINT 

700 PRINT" Exaaploa:" 

71* PRINT- (*4l*<-9)--5- 

720 PRINT- (-Bl*(*2>"-*- 

730 PRINT" 1*91 ♦ <-5) "+4- 

740 PRINT 
7S« SOSUB 2060 
760 SB-99:OOSUB 330 

778 PRINT«12e,-SDMA DE r«lB DE DOIS NUMEROS RELATIVOS : E' o no* 
aro ralativo qua aa obtaa aoaando a priaalro coa o aagundo. o 
raaultado obtldo coa o tarcairo a aaala por dlanta ata a ul 

tiaa parcal a. ' 
780 PRINT 

790 PRINT" Ex«il«lo:' 

800 PRINT" ("SI ♦(-3)+(-7»*(*3) *C 

• 4 1- 

B10 PRINT- I »2>*<-7)«<*3)*l 

.41" 
B20 PRINT- (-51»l*3l*(* 

4 ) " 
830 PRINT- ( - 2 I • t ♦ 

4 1 - 
B40 PRINT- - * 2" 

B50 GOSUB 2060 
660 3B-99: GOSUB 530 

B70 PrlNTi»irB."0BSERVACOES :" , „ 

UB0 PRINT ' - ^ 

890 PRINT" PodfMtoa taabaa tdicionar •tap.-iradaavnt* 'odaa *a par< • 
las coaitivaa r tsdis aa ragaMvaa, a. aa Baquidii, loaar o 



Listagem 3 



SALZANI INFORMATICA 



TKZm: Moon Pairol, Smtnusdor de Vtu, Momaiufna's Rtwigi. ChOfMttt, Hero. Strpanin, Q. Ban, X» 
die;. Bumn) Ban. Sim Bltstc 
CompTB e Vends de Penttncos 



MXTtofrTicnxTKaa 

MIX: Cosine Eiotorer. Arksiwd, Muiam Moiy, Aftrrv Moves, Contused, VwnpMe, Soon. Essertsnd Mcsi^, 
Jbi Fightei, Red Zone, Votguaid, Pvpob. 8iuce Lte, Theidei, Zanac. Future Knghl. Ksledoscope, Green Berei, 
BaundBT. ChopMier. ei Pngumo 

TKmn: Nemesis. Enduro, Racer. Arkanod IINIf RFACE III, Hambo (TKl, A|HI Omga. Fuiure Kmghl. 
Jeit Bra^ New Pokar. ScooOy Doc, Shaotn'] Road. Sigma 7, Thanatos, Cobn, GkM GotAm, Etpiess fWers. 
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• d0l* nuaaros d« slnals cor\trario* obttdo*.' ""^ '' ''" ~ 

9«* PfllKT 

•fia PRINT- E-aavlo : " 

92# PnlMT 

93* PRINT' E«*tuando ■ mm* do •xaBplo mntmrior, tmma* :" 

9M PRINT 

9S« PRINT- - SoB« da« psrtfalam pomttivam -> (*S> + (*'3) * t* 

41 - 'ir- 

»*• PRINT- - Sana da» parcvlas n»g>tlv«* ~> (-31 ♦ 1-71 ■ -I 

•• 

97C PRINT- - SoM* dos dot* r*MjltadO« -> (+121 + <-!•> * 

•2" 

•*Be 60SU8 2060 
99fl CLS 

1«M PRINT932, -SUBTRflCAO- 
!•!• F0RX-22T(J3S:P0KE I54244X,21 INEXTX 
1*20 IF SB-90 THEN B&-a;RETUWJ 

1030 PR!NT»12B."D1FERENC*> DE MIS MUMEROS RELATIVOB : Dadom doi ■ 
nuneroa ralativam. numa ccf-ta C3rd«iii< chaina-9* dttarrnca 

>ntr* •!««, a soma do priowiro com □ ainwtrico do m*gunda. - 
1040 PRINT 

1050 PRlNT-EHvaplo:" 

1060 PRINT" (♦ B) - (♦ 31 - (♦ SI + <- 3) ■ * 5- 

1070 PRINT- (♦ 5> - (- 7) - (♦ S> * 1+ 71 - + 12- 

1080 PRINT- (- 4) -<*»»- (- 4) + (- 91 . - js" 

1*'»0 PRINT 

1100 60SUB 2060 

1110 SB-99:G0SUe 990 

1120 PRlNT«12fl,-SOMA ALGEBRICA : Para tornar dl«tlntos am dot* • 

Ignificado* qu* tw» cada u* Oob ainaiB ♦ • -, cono Blnai* d* 

nuABTos ou da opvracoaB, taooa rvoraaantado as nuiwrom rclativ 

OS antra Darmtvsas. - I 

1130 PRINT- Has • notacao da soma da nunaros rtlatlvos pod* >»r 

aiMpll^icada co* a seguinta convmcao: - 

1140 PRINT 

IIM PRINT- ESCftEVEM-SE SUCESSI VftMENTE OS NUMEROS RELATIVOB Q 

UE SE DUER ADICtONAR, SUPR I « I NDQ- SE OS PARENTESES E OS SINAI6 DE 
ADICAO" 

1160 PRINT 

1170 PRINT-t* 31 ♦ (- 3) ♦ (. 31 ♦ (- 4) * (- 61 * t* 71" 

1180 PRINT 

1190 PRINT-D* acordo com a convvncao sciaa poda s*r ascrita d« s 

■qutnta foraa :" 

1200 BOSUB 2060 

1210 GOSUB 2060 

1220 PRINT 

1230 PRINT- ♦3-5*3-4-6+7- 

1240 PRINT 

12S0 PRINT* Not* 1^* OB sinats da oparacao adicao foran omit 

Idas.- 

1260 PRINT- A indicacao da una adicao da ouiaaros ralatlvos 

nasta form* siapli <icada danomi na-sa SOnA ALBEBRICA." 

1270 PRINT:PRINT 

1280 GOSUB 2060 

1290 CLS 

1300 PRlNTt20."M ULTIPLICACAO" 

1310 FCWX-20TO44:PO*;E I5424*X,21:NEXTX 

1320 IF SB-99 THEN SB-OIRETURN 

1330 PRINT012S.'-PROtHJTO DE DOIS NUHEROS RELATIVOB ; E" o nuaaro 
ralativo cujo ualor absolute a" igual so produto dos valoras a 
bsolutos dos fatoras a qua taa a stnal + ou -, conform* aas 

as fatoras tanham o masiiw sinal ou sinais "l 

1340 PRINT'contranos.* 

1350 PRINT 

1360 PRINT-EK»apIo :' 

1370 PRINT" I4 3> X (* 21 « * 6" 

13B0 PRINT- (+ 7) X (- 41 > - dS" 

1390 PRINT" 4- 51 K (- 61 - ♦ 3«- 

1400 PRINT- (- 21 X (+ 9> - - IS- 

1410 GOSUB 2060 

I42# CLS 

1430 9B-99:QDEUB 1300 

1440 PRINT0irB,"RESRAS DE SINAIS ; Da acordo co« • daflnlcao, o 

produto da dois numsros ralatlvos dava obadacar as saguintas rag 

ras : - 

1450 PRINT 

1460 PRINT- a> Ouando os sinats dos dots fatoras foraa tguals o 

produto a' POSITIVO- 

1470 PRINT- b) S« OS stnais dos fatoras foraa difarantaa o produ 

to a" NEGATIVQ" 

1480 PRINT" As prasantas raqras podan sar rasualdas no saguint 

a qu«dra : - 

1490 PRINT t' 

IS00 PRINT" * vaias - a' igual a -■ . j 

1510 PRINT- - vazas • a" tgual a 

1520 PRINT" - veias - a' tgual a *" ' ., » 

1530 PRINT- ♦ vaias * a" tgual a ♦" v- . - . 

1540 eOBUB 2060 

IMS CLS - * 

1560 PRINT023,-D I V I S A O" " 

1570 FORX"22T034:POKE15424+X.21:NEXTX 

ISB* Pf)tNT0I2e."D£FINICAO : Dado dots nunwros ralativos nuna car 

ta ordaa <dividanda a dtvlsor, astas dtfarantas da zarolc 

haaa-sa quoctanta anato o nuaaro ralativo qua, aultlpltc 

ado palo dtvisor, raproduz o divldando." 

1590 PRINT 

1600 PRINT-REGRA PRATICA : quoctanta da dois numaros ralatlvos 

a" o nu^iaro ralatlvij qua tan por valor absoluto o quoctant 

a doa saus valoras absolutos a o slnal * nu - conforaa o dividao 
do a o divisor tanhaa a mwtita slnal ou 'I 

1610 PRINT'sinais contrarios." 
1620 GOSUB 2060;6OSUB 2080 
1630 PRINT 

1640 PRINT-EKa«vIos :' 

1650 PRINT" 1+ 271 : (* 91 - * 3" 

1660 PRINT-. <♦ 271 ! (- 91 ■ - 3" 

1670 PRINT- <- 271 ! <- 9) - + 3" 

1680 PRINT- (- 271 : <* 9) - - 3- 

1690 PRINT:PRINT:PRINT 

1700 PRINT" Da acordo coa a daflnicao. va-sa qua as rmgra* da si 
■^•is s«o as aasAas da aul tlpl Icacao. " 
1710 PR1NT:PRINT 
1720 OOSUB 2060 



1730 CLS: CLEAR 

1740 PRINT,"-! 1 > Exarclclos da Adicao" 

1750 f>RINT,"< 2 > Exarcicios da Subtracao" 

i760 PRI)ilT,-< 3 > Eiarclcioa da Nul tl pi icacao- 

1770 PRINT, -< 4 > Exarclclos da Dlvl««o> 

1780 PRINT, "< 5 > FIN- - ' --" 

1790 PRINTt968, ""i: INPUT-OPCAO-lA 

1800 CLS 

1810 PRlNTe432, "DIGITE ' 999 ' PARA TERMINAR □ EXERCICIO.' 

1B20 •=ORX-iroi000:NEXTl(:CL5 

1B30 DN A SOTO 1860.1860,1860,1860,1850 

1840 GOTO 1730 

1B50 CLS:END 

1860 READAS.B* 

1870 IF A«--t*- OR B*--a*" THEN RESTOREIBOTO 1B60 

1880 IF A-1 THEN SIS--*" ELBE IFA-2 THEN SIS-"-- ELSE IF A-3 THE 

N BI»-"X- ELSE IF A-4 THEN BI«-":- ELSE GOTO 1730 

1890 IFA-4 THEN GOTO 1900 ELSE GOTO 1920 

1900 IFVAL(AS)-0 OR VAL(B«>-0 THEN GOTO 1860 

1910 IF INT(WAL1A«1/VAL(B»1>-VAL(ASI/VAL(B«> THEN GOTO 1920 ELSE 

SOTO 1860 
1920 P-P*l 

1930 PRINTPI-a. 1 ( "I A4| ") "1 SISl - 1 " I B4l " I - 
1940 INPUT-DUAL RESULTADO" lO 

1950 IF A-1 THEN IF!VAL(AS)*VAL(B«1 1-0 THEN SOTO 2«1» ELSE t«-VA 
L(AS)*VALISSI 

I960 IF A-2 THEN IF(^ML (A«I-VAL CB«1 1-0 THCN GOTO 2010 ELSE WE-VA 
L<A«)'VAL<B«I 

1970 IF A-3 THEN IF (VAL (A«l aVAL IB<I 1 -O THEN GOTO 2010 ELSE ME-VA 
L<A»)*VALIB«I 

1980 IFA-4 THEN IF (VAL I AS> /VAL (B*l >-0 THEN GOTO 2010 ELSE HE-VAL 
IAa>/VAL(BSI 

1990 IF 0-999 THEN GOTO 2020 

2000 PRINT"-™* ERRAOO •-— O rasultado a" — >-lME| "<«-";BOT 
O 1860 

2010 PRlNT-™-> CERTO ■. — -■': T-T*l :6OT0 1B60 
2020 PRINT:PRINT:PRINT"OUESTDeB ACERTADA8 "J"|T 
2030 PR1NT-0UEST0E3 ERRADAS -->-|P-T-l 
2040 END 
2050 GOTO 2050 

2060 PRINT»972,-APERTE L RETURN PARA DAft CDNTINUIDAOE't ! A«>INK 
Eys;lFA«-"- THEN GDTD 2060 ELSE RETURN 
2070 FORX-0TD703;PR!NTM+X." "iiNEfTX 
20S0 FORX-960TO1022:PRINT«X," " I :NE<TX: RETURN 

2090 DATA ♦5.*7.*9, -2, -8. +3. ♦3. -9. -4, -6, -8, + 10, « 10, -2, -4, -12, -10 
,*7.*3.-12,-4,*l0, -l.-2,+3,-l.-l.-2,-4.-9,*l.-5,-5, •4,-3. +7,-5. ♦ 
2,*7, -5. ♦5.-9, -9, +3. -3, +5. -3,-2, -2. +7. +7,*1 . +1 , -5,-5. •S. +2, -7, -7 
.•4.*4,*2,+2.-5.-S.*3,-4.*5, -3. +4.»3,-4,"7 

2100 DATA *9.-6.-6,*2,-fc,-2, -I,-3,+7,»9.-3.*9,*l,-3.0, ■4,+8. -3,* 
5.-7.-^.*9,*4.*2,*10.+4,-9.+3, -7.-3.+6,-2,*9. •3.*4, 2,-6,-2.-10. 
♦5.-3,*3.*9.+7.-8. -3.-4.-9.-10.-7.-12.-J,-12.*4.-B,+B. ♦4.-7.♦9.- 
3, -l«.+5.-12.-4.+3.-2,+7,-4.-5. -6.-2.*9.*3,-5 

2110 DATA +6. -3.*a.-2.*7.-2.-4,*5,*5,-5,-2,*l.-3,»l.-4,+2.»S.+4. 
-8, +2, -5. •3,*3. -7.+l2,»3,-15.-3.*36, -4,-42, +6, -81.-9, -21.+3, "SS. 
-5, -49, +7, *32. -8, +40. -5, +5. -9. - I ,+2, -4, +3, +6. -5. +9, -8. 0. * 1 . -5, *3 
,+S.*2,*10,*3, + l5,-5,+O.-3. ♦2.-2,*I8,-4. >'42, -2.M 



10 CLS:CLEAR 1000 

20 PRINTB0.-D1GITE NUNERADDR"}030, " " I iLI-NE INPUTAS 

30 PRINT0128.-OIGITE DENDNINAOOR- I •138. ""I 

40 F0RX-28T034:f>OKE 1S424+X. 16:NEXTX 

50 LINEINPUTB4 

60 A-VAL<ASI B-VAL<B«> ! 0-A:M-B 

70 F0RT-IT02 

B0 FORX-2TD50 

It IFINT<A/X1-A/X AND INT<BVX1-B/X TICN A-A/X:B-B/X:P-R*I:L<P) -X 

100 KEXTX 

110 NEXTT 

120 CLS 

130 PRINT-RESULTADO DA SIMPLIFICACAD: "I 

140 PRINT«129.fl 

150 FORS-0TO5:PaKE15552+S. 16:NEXT& 

160 PRINT»257,B 

170 PRINTC512.-APERTE <RETURN> PARA DAR CONTINUIDADE 

ou"l9640.-APERTE ' ' PARA TER N 
AIORES EXPLICACOES"! :AS-]M<EVS: IFA«-""THEN GOTO 170 ELSE IFAa-'t 
"THEN GOTO 180 ELSE GOTO 10 

1B0 CLS:C-1:PRINT02, -ANALISEnOS A FRACAa-t«30,Q 
190 FORX-2ST035:POKE1S424+X,16:NEXTII 
200 PRINTaiSS.M 
210 GOSUB 410 
220 PRINT-PASSOS: "".PRINT 

230 PRINT- • TEHOS QUE ACHAR UH NUMERO SUE DIVIDA OS DOIS 

TERH08- 
240 BOSUB 410 
250 PRINT 

260 PRINT" ■ FARENOS ISTO ATE QUE NAO TENHA NUNERO QUE POS 

SA DIVIDIR 08 DOIS TERMOS" 

270 FDRG-1T04 
380 PRINT0972.-PRESTE ATENCAO" I :C-4:G0SUB 410; PRINT8979, " 

-CGOSUS 410;NEXTS 
290 F0RX-1T062:PRINT»96«+X," "i:NEXTX 
300 FORR-0TOP 

310 a»-STRB<OI : MS-STRft(W) 

320 PRINT0642*IR*8) ,Ol057G*R*a*ILEN(O«) ),-"): IFL(R+ll-0 THEN GOT 
330 ELSE PRINT-:"1L(R*11I 

J30 FORX-K.-lT06*<R*B) :PaKE16065+X . 16; NEXTX:K-6* IR*81 *5:PRINT0706 
♦6+R»B, " -'t 

340 PRINT0770+<Ri>8).MI»e34+R<G*(LENIM«] I ,--|!lFL(R+l)-0 THEN GOT 
O 350 ■ELSE PRINT":-|L(R*1M 

350 ON ERROR GOTO 390: IFR-P THEN 0-D/LIR> : M<-U/L<R1 ELSE B-Q/L< 
R+l> M-M/HR+ir 

360 C-2: BOSUB 410 
370 NEXTR 

380 0-a*L<P) : M-W*LIPI 

390 E-O/M:PRINT0704+K,--t:PRINTUSING"B«.*'-|El 

400 PRINT0972.-APERTE <RETURN> PARA DAR CONTINUIDADE" I : AS-INKEV6 
: IFAS-"- THEN GOTO 400 ELSE GOTO 10 
410 FORF-lTni000/r::NEXTF;RFTIIRN 



s 



Listagem 4 



48 



MICRO StSTEMAS. iei8mbro/87 



mk^ 



ir .. "—■ ■ '—I 



apple apple apple ap 



Formatador 



Henrique ^ Takachi Moriya 



Formatador foi produzido na lingua- 
gem BASIC para auxiliar os programa- 
dores que utilizam disk-drive. Sua finali- 
dade, como o prbprio nome diz, i for- 
matar disquetes em 35 e 40 trilhas, sen- 
do que a maioria dos drives formata 
tamWm em 40 trilhas, mas para isso i 
precise um programa especial como 
este. 

A digita^ao i bastante simples, bas- 
tando inseri-la tal como est^ na listagem. 



PROGRAMA 

Inicialmente 6 moslrado um menu 
com as seguintes op95es; FORMATAR. 
CATALOG e BASIC. A escolha da 
op^So € feita atraves das setas e para car- 
regd-Ia, € necessirio apertar a tecla 'CR' 
(ou RETURN, ENTER, como preferir), 

A primeira op^So formata os disque- 
tes, mas, antes disso. 6 mostrado um ou- 



1 


REM 


>CMR10ue TAKACHI 


MMIYA 


2 


REM 


R I BE IRAQ PRETO - 


SP 




3 


REM 


RICAGInlRO DE ABREU. 


637 


4 


REM 


FORMATADOR 






5 


»* - 


CHR* I « ) 






It 


^•ORMAI. 


^ 




79 


ONERR GOTO 7S« 







3» DIM A«(3}; Din FA»(3> 
4«A*<tl - -F0RnATAfi-';A«<2l - "CA 

TAL00-:A«<3l - ~BAeiC- 
M F - 9:N - 1 
b« MJRMAL : HOME 
70 D* - CHR« (4> 
80 VTAB l: HTAB i: PRINT "FDRnAT 

ADOR PDR HENRIOUE TAKACHI MO 

RIVfl "1 
<?» VTAB 7: MTAB l: PRINT "•••••• 





«••••-! 




IM 


B - 9: FOR 1 - 1 


TO 3 


110 


VTAB B: HTAB 31 


PRINT A«<I} 


120 


B - S t^ 2: NEXT 




130 


■J^t^■B 13: HTAB 1 


PRINT -«••• 



140 
1S0 

13S 

160 
170 
1B0 

190 

2*0 
210 
220 
230 
240 
2S0 
260 
270 
2S0 
290 

3#0 



310 

320 
330 

340 



3S0 

370 
ZB9 



VTAB 20: HTAB 3: PRINT "USE 

^— OU .,, pflfift esCOLNER "I 

VTAS 21: HTAB 3l PRINT "E [C 

ft] PARA CARREGAR-I 

VTAB 23: HTAB J; PRINT "ESTE 
PROORAHA SO rWMIPULA DRIV 

e l'"( 

VTAB F; HTAB 3: FLASH : PRINT 

A«<NI i: GET C% 

IF C» ■ CHRS (21) THEN SOTO 

210 

IF C« ■ CHRS (B> THEN SOTO 

240 

IF C« - CHR* <I3) THEN GOTO 

280 

NORMAL : DOTO 70 
F - F ♦ 2:N - N * 1 

IF N - 4 THEN F - VsN - 1 

NORMAL ! BOTO 70 
F-F-2:n-N- I 

IF N - 4 THEN F - 11;N - 2 
THEN F - 13;N - 3 
SOTO 70 

THEN SOTO 320 
THEN 



NORMAL : OOTO 



IF F - 

NORMAL 

IF N - 

IF N - 

720 

IF N - 3 THEN 

: PRINT -ATE C 

AMA"i: NEW 

DOTO 70 

HOME : NORMAL 
NR - 1!FR - 9 

VTAB t: HTAB 1: 

TADOR ROR HENRIQUE TAKACHI H 

ORIVA-I 
FMd) - 'EM 40 TRILHAS- 
FRS<2) - "EM 35 TfilLHAS- 
FR«<3> ■ "MENU PRINCIPAL" 

VTAB 7: MTAB 1! PRINT "IBH*! 



HOME : NORMAL 
PROXIMO PR06R 



KRtNT "FORMA 



390 V - 9 

400 FOR I - 1 TO 3 

410 VTAB V: HTAB 3! PRINT FR«<I> 

420 V - V •*2: NEXT 

430 VTAB 15: HTAB I: PRINT -•••• 



440 
«S0 

460 

470 

480 

490 

500 
S10 
520 

530 
340 
390 

560 
570 



•••••■■"I 

VTAB 20; HTAB 3: PRINT "USE 
< — OU — > PARA ESCOLHER~I 
VTAS 21! HTAB 3: PRINT "£ CC 
Rl PARA CARREQAR"! 
VTAB FR: HTAB 3: FLASH : PR1^ 
BET CR» 



FR«INR)I 
IF CR« - 
310 

IF CR« - 
540 

IF CR« - 
570 

SOTO 460 

FR - FR ♦ 

IF lA - 



CHR* (211 THEN GOTO 



CHR* (B) THEN OOTO 



CHR* (13> THEN GOTO 



2:nr - W) + I 

I THEM FR - 9:NR - 1 



1 SOTO 340 
3 THEN SOTO 60 
1 THEN X - 40! OOTO 

- 35: OOTO 



610 
620 



630 

633 
640 
650 

660 
670 



680 
685 
690 

700 
710 
720 
730 

740 
750 
760 



770 
780 



NORMAL : BDTO 340 
FR • FR - 2:NR - f« - I 
IF NR - THEN FR - ISINR - 
3 

NORMAL 
IF NR . 
IF NR • 
600 

IF NR - 2 THEN 
600 

POKE 48894, X! POKE 46063. X: PDt E 
44723, X • 4 
HOME : NORMAL 

VTAB ll: HTAB l: PRINT "INSI 
RA DISOUETE A SER FORMATADO: 
-| : GET FT* 

PRINT DtfNOMQN C,I,0- 
HOME 

PRINT D*|-INIT XXX" 
PRINT D*1-MDN C.I.O- 
HOME 

VTAB ll: HTAB l: PRINT "APBR 
TE DUALOUER TECLA PARA MENU: 
"i: BET FT* 
PRINT D*"NOMON C.1,0" 
HOME 

PRINT D^r'DELETE XXX" 
PRINT D*l"MON C, 1,0- 
OOTO 60 '' 

HOME : CALL 42330 
F^INT : PRINT ■'□K-"(: SET OK 
* 

SOTO 60 
HOME 

VTAB-ll: HTAB l: PRINT ~h0UV 
E ALGUM PftOBLEMA.flPERTE ALGO 

PARA ■' 
VTAB 12: HTAB 1: PRINT 'MENU 
:"( : GET FT* 
GOTO 60 



tro menu, do mesmo genero do primei- 
ro, que tem as seguintes op^Oes; em 40 
trilhas. em 35 trilhas e menu principal: a 
segunda op(;So do menu principal foi 
elaborada para checar se no disquete a 
ser formatado nSo existe nenhum dado 
importante; ja a terceira foi desenvolvi- 
da para quando o usudrio desejar sair do 
programa. No entanto. existe um po- 
r^m: quando essa opi;ao e solicitada, o 
programa 6 apagado da mem6ria. 



Henrique Takachi Moriya possui um Exato- 
Prd, onde desenvolve programas na linguagem 
BASIC. 



Formatador 



■r-ff- 



MICRO SISTEMAS, •M8mbro/87 



UniVE^^OFU 



Voce acMiiti no lulun 



- Jogoi upiicanvot. « unindrw* para iinrn MSx 

- GorontiaiMrtpaU^. poi 30(1101 ocontor do OO' 
n at rtnmu. oonTra pratM(n(» comprcMXlo* 
Em noUQi pfMutot 

- Manum •m ponuouM 

- Ernnga wr I S dm uwi 

- AiiiittnclQ 00) uudilot p«lo nWlon* 
(011>82S-5240 

- Enmgo •»! 1 dUt (im% 

- Ai mak rKWtM nomdoOM 

- Piogromoi tm ftra • Oisquaw 

- momocdM npKiau todot at mtam fvn ptdi- 
dn ooucodn Mt mte. rac«tn grOn um copra- 
dix ou aptKottvo utiifrano ma SKOHw NOotMr- 
(»r»mpo 

OM.: W I0f« diratfa A pramecde o* dmN- 
do* euje e votof mifltmo lef CZI WO.OO 

MSX 
CZt MM - Rood flif^inr Anton as. Tannn. m 
ro mwivi. froggtr. Rkm> rtM. Xodru. Buck rogtn. 
BoMDoH. Puncnv. OwWo goro. (kMMa. EWvon 
ocMn, OoonNi. hyp* roHy, Cvcm cnortv. RoiWDall, 
VoHr. Boicontan, M(u<ma. GoUgo Eunon ii Timt 
pHoi. Umons. HcM in qn*. G pru MOW. xmunta tw 
(4j). on' snn. coumtMo 

CZ1 100,00 - Kung ru moMr, Graf) rrnngw, 

Luraiivn, NormMonMK:. KrayntTKn. Bormon. infi 

bKM. GiMT Dtrv. Spitflra 40. Avwigir. Don Duaw. 

ElKMn. Snip (nk«. Kn»gm tvrrw. Zorac. Time noii. 

Onokjm.Qymtitnt.TtrnntiOH Zolicwood. Amwi- 

canmidi. OtMnum h«o-i Fiigm okk ho»Mokop* 

«NC. J« iTw nippf. GiiaOM. Tha cosW. Furun 

mgn, Canrna woman, nmiom Srar lokMi 

TKB K 

SolloH* eolAloeo eompWo 

Como odqwlilr noMoa preduto*. 

- Wot lotoloft*: BoRD itgoi • tomacw o) ttnikx 
■MMOdoi Mtnoonondo npo do Mu Ktuiponwoo 

- ¥91 eorto^ Enviodo 00 wMMnQoabano, dnndo 
nomftnOtnvioom^fW AnMOatMquinofniW 
I cnizoOo para JCS inlorm Mf O • Omntnto 
LMa. 

- PMKla mInifnQ da CIS 40G 00 



JC S- INFOMIATIC* I COMERCIO ITOA- 

ConoPostol 1678 Ag Oifflo 
SdoPauio SPCEPOIOei 
TeuioneiOi n 625 5740 




msx msx msx ms 



Benedito JosS Barreto Fonseca Junior 



Grand prix 



Grand prix 6 um programa desenvol- 
vido para equipamentos da linha MSX, 
constituindo-se em um dinamico jogo de 
obsticulos que exige muita aten^So e 
bastante agilidade do jogador no ma- 
nuseio com o joystick. 



Benedito J.B. Fonseca Junior cursa atualmen- 
te o sagundo grau. tando domfnio da lingua- 
gem BASIC t e II. 



I QOSUB 10009 

5 COLOR 1, IS, 15 

<> J-30 

7 0-2 

Id SCREEN 3 

■29 LlNe(«,0l-(25S, 191) ,i,e 

^5 PSET(2.l7fi>,e:PSETl2,18»I.B:PSET(Z, 18 

4I.B:P6ET(2, 1881. S 

J« FDR e-2e TO 19» STEP 25 

*« IF B/2-tNT<6/2) THEN LINEO.G) ~ (22e.G 

» ELBE LtNe(3S,e)-l2SS,G), 1 

5« NEXT S 

51 FOR B-I TO J 

52 V-tNTIRMD<l)>256l:X-INT<RND(l>aI92> 

53 P8ET(V.KI,l 

54 NCXT 

55 1-3: X-* 
5fc T-10#ff 

57 !•--" 

58 60SUB 7000 
60 AaS:B-5 

70 IF P01NTIA,B>-1 THEN GOTO 1000 

71 IF POINT(A,B)-e THEN GOTO 2000 

72 IF PDINT(A.B)-13 THEN P-P*10« 

75 P-P+1 

76 T-T-1 

80 PfiET(A,B),Q 

90 1-STICK(1> 

100 IF 1-0 THEN \ml 

110 IF i-i THEN e-e-x 

120 IF 1-2 THEN B-B-X:A-A*X 

IJ0 IF 1-3 THEN A-A»X 

140 IF 1-4 THEN A-A^XSB-B'-X 

isa IF 1-5 THEN B-B*X 

224 IF 1-6 THEN B-Bt-XIA-A-X 

170 IF 1-7 THEN A-A-X 

180 IF 1-8 THEN A-A-X:B-S-X 

190 Z-I 

200 GOTO 70 

1000 SCREEN 



1014 PRINT" VOCE BATEU E FEI SOMENTE..." 

|Pl- PONTOS." 

1020 IF STRIQUt THEN RUN 

1025 GOTO 1020 

2000 SCREEN 

2010 PRINT-'PARABENS. VOCE VENCEU'ia-" 

2020 PRINT--fiONUB--|T>ie 

2030 IF INKEV*-"" THEN GOTO 2*3* 

2033 P-P*T»10 

2035 PRINT-P0NTOS-"lP 

2037 IF STRIG(l) THEN GOTO 2040 

2038 GOTO 2037 
2040 J- J +20 

2045 B-0*l;IF 0-15 THEN'GOTO 3000 

2050 GOTO 10 

3000 SCREEN 

3010 COLOR 15, I, 1 

3020 PRINT-VOCE'COMPLETOU O GRAND PRIX" 

3030 FDR e-1 TD'P STEP 10 

3040 BSAVE-P*20 

3050 LOCATE 10, 10;PRINT"PONTDB-- tP 

3060 NEXT G 

B999 GOTO B999 

9000 FOR W-l TO J/2 

9010 a-tNT<RND(l>>256):H-INTIRND(l>»192l 

We4 PSeT(0,Ml, 13 

9030 NEXT M 

9040 RETURN 

9999 GOTO 999? 

10000 CLSrCOLOR 15,1.1 

10001 KEVDFF 

10005 PRINT"OCTOPPUE GAMES APRESENTA. . . ■' 

10010 LOCATE 10, 10:PRINT'-GRaND PRIX" 

10020 TlnE-0 

10030 IF Tlf1E-.250 THEN GOTO 10030 

10040 RETURN 

20000 FDRG-I TO 10 

20010 CSAve"GRAND" 

20020 NF.Xt ti 



Grand prix 




FUCLPi 



Lni Clubc Muho ftlMpiH'ial para 











Vf>Ja h6 o vprdadpiro FoNiUal do vantaffpHN 
quo o C'OHIPL'CLtB Iho oror<M>o: 



• Edi^oM blmcitralfl do Compuclub Nswt, ■ lintca rvvlsta d« mlcrocom- 
put»f>o sam prvfo da capa- uma prarrogativa axclutiva do* auoclados 
do COMPUCLUB, com notfciat do mundo da inlormitica, progrwnai 
da jogoi, apticativot a dicat aspaciai* para o lau aquipamanto. 

« Programas amplamanta documantadot por nianuais da in*lru(io, qua 
voc4 roceba a cada 30 dial, am fita ou disquata. 

• Livra aacoiha da toHi. 

• Sortaios mvniaii d« vallosos prAmloa. 

EATEN^AOIII No COMruCLUB nto M mMwtfidMlM. 

N*o parca tompol Solicit*, ainda hoja, inrorma(6«t mail dataihada* 
a<:«rca do COMPUCLUB. Nio m aaquafa. portm. da mancionar o tipo 
d« •quipamcnto qua voc4 pouua. 

COMPUaUB - Cabta Postal 3521 - CEP 301 12 - Belo Horeonte, MG. 



MSX- 



TK»OX 



CP-400 



CP-500 



o Cniiipalivois. 



Vt'.'r^ T E X t. □ 



TEXtO 



CfiflPHQS^ 



u 






^ tr 





Versao 1.2 para 

MSX 

por Renato Degiovani 



ERFll='HnS 1X3 



O GRAPHOS III S urn sistema para edi'toraQao graf'ica que foi 
originalmente desenvolvido num TRS 80. no iniclo de 1985. Ele foi 
montado no CPD da Micro Sistemas para a cria^ao e confecgao das 
novas vinhetas e se/os das se^oes da revista. AI4m disto, em maio do 
mesmo ano, o GRAPHOS foi usado para a cria^ao da capa da edi^ao 
sobre softwares grificos da MS. 

No final de 1986 foi criada uma versao, para o MSX, muito mais 
poderosa que a versao anterior e 4 este software que o MS Destaque 
esti langando agora. 

O GRAPHOS III permite a criaqao de telas de apresentagao ou 
aberturas, alfabetos especiais, shapes, desenf}os e at^ mesmo animagao 
grifica por slides. Seu uso 4 extremamente simples e nao requer 
r)enhum contiecimento pr^vio de programaQSo. 

AI4m de dispor de uma ferramenta sem precedentes, todo 
usuArio cadastrado do GRAPHOS III participara das promof6es 
espec/ficas, concorrendo a bancos de desenhos, alfabetos e telas, 
podendo contar ainda com um servifo de tira-duvidas direto com o 
autor do software. 



LOGCONT (TRS 80) 

EM BUSCA DOS 
TESOUROS (ZX81) 

SORT (TRS 80) 




Sim. deseto receber o programs GRAPHOS III, pelo qual pagarei a quantia de CzS 
n° d ATI Editora Ltda, 



D DISCO 950,00 



Nome: 

Endere^o: 
Cidade: _ 



D FITA 860.00 



UF: 



Equipamento: 

Data: / / Assinatura: 

Assinants ( I Sim ( ) N3o 



Bairro: 



,00 em cheque nominal 



Cep: 



Telefone: 



DESCONTO PARA 
> ASSINANTE ' 



Av. Presidente Wilson, 165/gf. 1201 20230 Centra RJ Tel. 1021) 262-6306 



4- 






trs-color trs-color trs-color trs-col 



Ademir Garcia Mota 



Igualetra 



Desenvolvido para equipamentos da 
linha TRS-Color, na linguagem BASIC, 
Igualetra i um jogo de casamento de le- 
tras auto-explicativo, onde depois de 
teclarmos RUN surge na lela detalhes de 
como utUizar este programa. 

Para isso, basta apenas um pouco de 
reflexo e rapidez no uso das setas hori- 
zontals do teclado de seu equipamento. 
No entanto, caso o jogador queira au- 



APPIE 
SOFP 

Arespostae.. 

MAGK 
WORl 
CUI 




Que oferece para voce o 
maior acervo do Brasil em 



progranpos pora II + , He e 
lie. Possui sempre as 



ultimas nov idodes em 
utilitdrios e jog os. Escreva 
poro conhecer-nos melhor. 



Coixa Postal 62521 



Soo Paulo - 01295 - SP. 



r 

L 



mentar o tempo, de dura9ao do jogo, € 
necess^io apenas modificar as linhas 19, 
20 e 23 da listagem (responsaveis pelo 
valor de T). 

Ac Hnal da partida, ao inv^s de des- 
cerem letras, descem si'mbolos grificos 
que nSo marcam pontos. Assim, conti- 
nue pressionando uma das duas teclas 
(setas) ax€ passar pelo ini'cio do alfabe- 
to, pois micro perguntari se quer jogar 



outra vez; caso a resposta seja positiva, 
aperte qualquer tecla e o jogo se iniciard 
novamente. 

A cada letra acertada, Igualetra tor- 
na-se-4 mais rdpido, necessitando dessa 
maneira muito mais reflexo. Eboasorte! 

Ademir Garcia Mota programa jogos, rta lin- 
guagem BASIC, em um CP 400, modelo I, de 
64Kb. 



G0SUB36 

1 REM «»tttttt«tttttttt*««ttttttttttM««««»«« 

2 REM tt IGUALETRA tt 

3 REM tt BY ADEMIR GARCIA MOTA i 

4 REM tt CAIXA POSTAL-527 tf 

5 REM # GOVERNADOR VALADARES-MSIt 
t, REM tt PARA CP-400 S- SIMILARES* 
7 REM « EM 21.03.87 tt 
a REM «tl«««ttlltttttttlttlttl««tt»tttt««««tttt 

9 K=45:ki=49:x=65:P'«99:l-128:b«- 
chr«(x) :c«=chr«<143) : plavt255" : 
play"l24s":t1mer=0:cls 

10 FORR-45T0366STEP32:PRINT«R,CH 
RUL) ] :PRINT9R+4,CHR«(L) ( :next 

11 PRINTe3B4.STRlNG«(13. 12S) CPR 
INTe402, STRING* (14. 128) I :PRINT94 
80, STRING* <31. 129> I : POKE 1535, 129 
:PRINT@0,STRING*(32, 129)t IPRINTO 
448, STRING* (32. 130) I ;F0RR-429T04 
33:PRINTeR.CHR«(L) ( :NEXT 

12 A«-CHR*(RNDC26)'^64> 

13 PRlNTe418, "PLACAR"ISt 

14 B=RND(5) 

16 F0RR-79TD399STEP32:T«INT(TIHE 
R/60) :PRINTIS43B, "TEMPO"! TI 

17 PRINTER, A»I :PRlNTeR-32, ■' "| 
IB FORFail TO P: NEXTF 

19 IF PEEK(344)=247 THEN PRINTe4 
0I,-'>'-;:PRINTa397," "CX-X + i: IF 
X>90 THEN X-6S:1F T=>100 THEN GO 
BUB29 

20 IF PEEK(343)«247 THEN PRINTe3 
97, "<"j :PRINT9401, " "J ;X=X-i: IF 
X<6S THEN X=90:IF T->100 THEN GO 
SUB29 

21 B»=CHR*(X) :PRINTa399,B*t :NEXT 

22 IF B*-A» THEN SOUND200, 2: S-S+ 
i: P-P-5:PRINT9418, "pl*car"jSl 

23 IF T->100 AND T<130 THEN GOSU 
B26:ELSE IF T;i30 THEN SOUND200, 
3: RUN 

24 F0RJ"lT06:PRINTe47.CHR*(RND( 1 
0)+&4) { :PLAY"6EC":PLAY"0"+5TR*<B 



) :nextj 

25 GOTO 12 

26 PRINTei95, "<4«i»m>"» 

27 D-RND(14)+I27:A«=CHR»(0) 
2B GOTO 16 

29 PRINTei4Q. "OUALQUER"t :PRINT92 
14, "TECLA-I :PRINT9a3, "OUTRO JOGO 
"■'I 

30 PRINTei95, "<F I M>"; 

31 FORF=ITO500:NEXT 

32 PRINTe322, "bY*ademir"l 

33 EXEC44539:PLAY"L1T2G":EXEC445 
39 

34 FORF-lTai0:PRINTa340, "PONTOS" 
;SJ :F0RJ=lTD5:PRINTe347, " "| :N 
EXTJ : NEXTF: PR1NT9340. "pontos" IS; 

35 F0RR=416T0437:PRINTaR, ■' " I : PL 
AY"T200FG":NEXT:FORR-437TO416STE 
P- i:PLAY"T123EC": PRINTER. CHR* (LI 
I :PRINTe43B. "t»inpo"| :NEXT:EXEC44 
539: RUN 

36 CLSRNDtB) :L"73 

37 PRINTe75, "IGUALETRA"; :PRINT»0 
.STRING»(32, "tt") I 

3B PRINTei29, "USE AS SETAS H0RI2 
ONTAIS PARA"! 

39 PRINTaiil, "SELECIONAR A LETRA 
DUE VAI ES"1 

40 PRINT9193, "PERAR A OUTRA QUE 
DESCE, SE"( 

41 PR1NT9225,"F0REM IGUAIS, SERA 
MARCADQ UM"| 

42 PRINTe257."PONT0 NO PLACAR. E 
M CASO CDN-"; 

43 PRINTe2e9, "TRARIO NAO FAZ PON 
TO, MAS PER" I 

44 PRINT9321, "DE TEMPO. QUE VAI 
ATEH <CEM>. '*| 

43 PRINT9392, "BY ADEMIR GARCIA"! 
46 PRINTa460, "<1 9 8 7>"!:EXEC44 
539: RETURN 



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Documentapdo e Oepura^io de 
programas DBase ficou mais fd- 
cil com OS utilitdrios DB2/DB3REF 
que permitem a listagem de fontes 
DBase mostrando as varidveis utili- 
zadas e suas ocorrdncias. 

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Acesso sequencial Indexado 
(ISAM) para MBasic. QuickBasic, 
Turbo Basic. Conjunto BISAM Su- 
brotinas fonts Basic para criapSo e 
manutenpSo de arquivos de indi- 
ces, utilizando drvore bindria. Recu- 
perapdo de registros em menos de4 
segundos. 

Na Documentapio e DepurapSo 
de fontes Basic, os utilitdrios 
BASR8/16, que listam varidveis e li- 
nhas ou r6tulos referenciados, fa- 
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SCREEN 2 com 40 co/unas 

Transforme com esta sub-rotina as 32 colunas da 
SCREEN 2, em 40: 

10 5CREEN 2:C0L0R 15. 1 , 1 : CLS: DEFINT ft-Z 

20 OPEN-'ERF-:" FDR OUTPUT AS 1 

?0 PRESET(60.B0) :PRINT ttl, "MICRO SISTEMA 

s":rem formato normal 

40 a»'="m1cr0 si5temas-':rem string a ser 

escrita em 40 colunas 

50 c=10:l=i2:rem substitui locate 

60 nOSUB 1000 

70 A«="NDT0U a DIFERENCA ?" 

80 C=10:L=14 

90 GOSUB 1000 

100 LINE(50,70)-(1B2, 128) , 10,B 

1 10 GOTO 110 

1000 REM ROTINA 40 COLUNAS 

: 10 FOR P=l TO LEN(A») 

: 'J0 B»=MID« (A«,P, 1) 

1030 PRESET <C»6.L»0>: PRINT #1.B* 

1040 C=C+i:IF C>4^i THEN C=0:L=L + 1 

1050 NEXT P 

1060 RETURN 

Introduza a rotina da linha 1000 em seu programa, 
alterando as variSveis A$ (texto), C (coluna) e L (li- 
nha). Como exemplo, voce pode utilizar o programa a 
partir da linha 10. 

Darci Marcondes Filho — SP. 



Linha TRS-80 



Novo BREAK 

Esta dica permite desativar, parcialmente, a tecia 
BREAK. Ela estar^ ativa quando pressionada juntamente 
com SHIFT/SETA (•»-) ^ esquerda. 

10 REM - RESPONDA A (Mem. usAda ?) COM : 65526 

20 FDR A»0 TO B:READ B:PDKE -9+A.B:NEXT 

30 DATA 58,128.56,230,1,202.141,2,201 

40 POKE 16396, 195: POKE 16397, 247: POKE 16398,255 

50 NEW 

Adauto Delmlro d» Silva — DF. 



Linha ZX Spectrum 



Taga colorida 



programa 
abaixo desenha 
uma ta^a que 
muda de cor 
continuamente. 



50 



1 REM TfiCfl COLORIDR 
la CLS FOR T.0 TO 6 
20 INK T FOR 1*1 TO 14 STEP , 

30 i-ET ««10 + I LET y»2a«52N I* 
> 
40 PLOT X,y DRRU Y-X,X-Y 

50 NCT I NEXT T 



Leandfo Rabello Barbosa — RS. 



Linha APPLE 



Desenhos com 
ROT e SCALE 

Este pequeno programa produz 
interessantes efeitos na tela do Ap- 
ple, usando os pode roses ROT e 
SCALE: 

5 onerr goto 70 

10 hbr2:homi£:hcolor=3 

20 FOR A=l TO 200 

30 ROT=A 

40 SCALE=9 

50 DRAW 1 AT A, A 

60 NEXT A 

70 END 

Substitua as seguintes linhas para 
obter outre interessante efeito: 
30 R0T=64 
40 SCALE^A 

ou, a partir de programa original: 

40 SCALE-^20 

50 DRAW 1 AT A*2 , A 

Edson Zangiacomi Martinez - MG, 



T 



Linha TRS-COLOR 



Entrada formatada 

Utilize esta dica para controlar a entrada de dados via teclado, limitando a 
introdu^So de caracteres conforme a necessidade. 



50 DIM K»(20) 

100 CLS:PRINTe96,"N0ME : " : POKE 1146,l22;Z-l 

110 K«{Z1-INKE¥«:P0KE 1 130*Z, 12B:P0KE I 130*Z, 143: IF K«(Z>-' 

120 IF K»(Z)>-CHR»(a) THEN K» (Z) -" ": Z-=Z-1 :GOSUB 500:K»(Z)-'" 

130 IF K«<Z)-CHR»(13) THEN K« <Z ) -"" : GOTO 170 

140 PRINT ei06-»-Z.K»(Z) 1 

150 Z = Z*l:IF ZM6 THEN 170 

160 GOTO 1 10 

170 FOR Y=I TO Z J , 

180 N«-N«+K»(Y) :K$(Y)-"" - "' 

190 NEXT Y 

200 • . 

210 • . 

220 • . . . '- 

499 END 

500 IF Z-0 Th«N Z-l 
510 RETURN 



■ THEN 110 
IGQTO 110 



Bob Willem A. Anthonijsz - DF . 



Linha APPLE 



LINHA ZX81 



Destrava software 

Destrave programas fechados. pas- 
sando-os para a velocidade de high- 
speed (3200 bauds) com a seguinte 
instru^ao: RAND USR 836. Grave-os 
com RAND USR 8405 e copie-os 
com RAND USR 8630. Verifique a 
grava^ao com RAND USR 8539. 

Manuel Fidalgo Neto - MG. 



Protege linhas 

O comando a seguir protege o numero de linhas indicado pelo programa- 
dor ap6s a virgula contra HOME: 

POKE 34, (num. de linhas a serem protegidas) 

Para desatjva-lo. basta digitar: ' 

POKE 34,0 
ou pressionar o RESET. i ~ - 

Alexandre Lemes Mestriner — SP. 



cIIdO! 





Envie suas dicas para a Redap§o de MICRO 

SISTEMAS na Av. Presidente Wilson, 165 

— grupo 1210. Centro, Rio de Janeiro, RJ. 

CEP 20030 



Linha TRS-COLOR 



POKES uteis 

Os POKEs a seguir auxiiiarao os usuirios da linha 
TRS-Color: 

1) Carrega um programa gravado em fita cassete 
com o POKE acelerador: 

POKE M3,13:P0KE I45.6:P0KE 65495.0: CLDAD (M> 

2) Carrega um programa gravado em alta velocida- 
de sem alterar a velocidade do microproccssador: 

POKE 145.9:P0KE 145.4:CLDAD IM) 

3) Valores normals: 

POKE 143,18:PDKE 145.10:POKE 65494,0 

4) Caiisa um coldstart se algum espertinho tentar 
listar um programa em BASIC (apaga todo o progra- 
ma): 

POKE 3B3,62:PDKE 113.0 



Fdbio Massami Yamamoio - SP 



Linha ZX 



Spectrum 



Multisom 

Esta dica produz um belo efeito 
sonoro no seu ZX Spectrum, po- 
dendo ser utilizada em jogos: 

10 ^OP f = mii>Z TO 3Ca£5 REfiD 
C pilhC F O nE«T F 

£0 FOP F-350a0 TO 35027 REOC 

A COKE F ft NEXT F 

30 FDP F =4.0000 TO 400301 READ 
« POKE F .ft NEXT F 

4.0 PRINT OT 0,0,"|li -■■a 

50 LET I»xINKEy» IF I| = "'' THE 
tj GOTO 50 

60 IF IS>"1" THEN RRND USR 300 



70 IF IJ='2" THEN RfiND U5R 350 
) 
30 IF I«-"3' THEN RfiND U3R 4.00 



20 



00 

90 IF I«3"4." THEN RfiND USR 400 
00 RfiND USR 30000 RfiND USP 350 

00 
:00 GOTO 40 

:i0 DfiTfi 6,10,107,33,0,3,17,1,0 

.29-205 . 181,3,235.17.16.0,167.2 

37.52.32.240,133,16.233.301. 17.5 

3.100,33,50 56,75.92,31,31,31,14 

154 236. le .237 ,121,67, 16,254 ,37 

:i 144 26.21.32,232.201 

_..- zara 58,72,92.31,31.31,6,24 

: -- i54 -37,32.6.238.16,237,121, 

:.: =--z 45 32 244 .233 . 16.237. 121 . 

it £54 16 236 201 

Observifio: para aumentar a dura^ao 
da opi;3o niimero 1 , i so dar um POKE 
30001, duraijSo. 

Jos* SerrSo de OlivBira Filho - PB, 



Linha MSX 



Trava listagem 

Esie POKE trava a listagem de 
programas BASIC. 

POKE ?<HFF89,S(HC1 

Este destrava: 

POKE *HFFB9,?<HCei 

Fernarxjo Moraet - PR. 



LINHA ZX81 



Formato financeiro 



Coloque esta rotina (142 bytes) em 
qualquer parte da RAM e utilize-a em 
programas que exigem sai'da de valores 
na forma financeira usual (exemplo: 
85704063.555 se tornari 85.704.063. 

^' 2fl je 40 n 10 »» 19 36 
IC 2B ES 36 IC 2B 36 1ft 
2B E5 01 64 00 CD 20 15 
EF 20 A2 01 A0 34 ED 5B 
IC 40 IB 2A 14 40 2B 2B 
01 05 00 ED BS EF 04 0F 
24 01 05 2A IB 34 CD fi7 
0E 79 Dl 2A IC 40 2B 2B 
ED 66 13 EB 4F 5F 3E IB 
ED Bl 79 A7 28 15 7B Dl 
E5 C5 ED B0 CI 0C Dl IB 
IB 2B 91 4F EB ED B8 13 
EB le 06 CI 7B 43 2B 10 
FD E5 2A 10 40 23 23 4F 
3E 0B 91 47 23 36 00 10 
FB Dl EB 79 D6 03 DB A7 
CB 4F D5 D5 ED B0 28 36 
IB El Dl IB le EE 



Supondo que a rotina tenha sido 
armazenada em uma linha REM, use 
a parte em BASIC para teste: 

REM ( rotin*. . . ) 

10 PRINT "FORHfi NORMAL", "FORMA F 

INANCEIRA", .. , 

20 LET W»-"1234567B901234" 

30 FOR X-1 TO 10 

40 PR1NT"7 "I 

50 INPUT M * 

60 PRINT U. 

70 RAND USR 16514 

B0 PRINT M« 

90 NEXT t 

Entre com valores menores que 
999999994.4 e maiores que 0.1 e con- 
fira OS resultados. 



Franciicode Aguiar - PI 



Linha 



APPLE 



ANTI-BREAK 



REM ■:■. TESTE DO BREAK > > 
REn DEPOIS DE (RUN) TENTE 
KEM DftR (CTf»L*«EBET) E VOCE 
REM VERA DUE ACONTECE 

POKE IB10,224: POKE 1011. B3: T'OKE 
lfll2,6*' 

Rtn fROTEJA-SE CONTRA 

REh OB p»I»fi»fl«T»A«S 



IvanSouza Guorra Lime - BA. 



Linha 



TRS-80 



Relogio 

Com esta dica, pode-se ativar 
e desativar o rel6gio intemo no 
canto superior direito do seu 
monitor. 

Para ativar use POKE 1 691 2, 
1 e para desativar. POKE 16912, 
0. 



MarcBlo Gevaara da SHva 



-SC. I 



VJ 



DE VONEY, C. S/srems 
Operacionai MS-DOS. EBRAS 
Editora Brasileira. 

Tfaduzido por Jos^ Dumas Re- 
sende, "Sistema Operacional MS- 
DOS" * recomendado para umA- 
nos profissionais da linha IBM-PC 
e comF>atfvei5. 

Ao longo dos 13 caphulos e 
um Guia de Referdncia. o l>vro 
possibilita a utiliza^cTo do sistema 
operacional MS-DOS sem a neces- 
sidade de consultas frequentes ao 
manual de instrupSes. 

AI6m disso, podemos ainda 
encontrar dicas prdtrcas. t^cnicas 
avancadas, mtroducSo ao sistema, 
redirecionamento de E/S, diretd- 
rios hierdrquicos. manipula^to de 
discos/disquetes, arquivos em 
lote, comandos de configura^io, 
comandos em lote etc, 

BHANCO FILHO, Q., Locksmith 
- Dicas & Macetes, Editora 
CidncJa Moderna ComputacSo, 

Visando fornecer aos usudrios 
da linha Apple e compatfveis 
maiores informapOes sobre o utili- 
tino LOCKSMITH, o autor bus- 
ca, ao longo das 1 52 p^inas, re- 
duzlr as duvidas existentes em sua 
uTilizacSo, fornecendo tamb^m a 
possibilidade de se obter o mdxi- 



mo da performance deste progra- 
ma. 

Dividido em trds partes (Intro- 
duc^o; Disquetes. Drives e Cdpias; 
e Tunicas Avan^adas), o livro 
pode auxiliar na produ?Io de me- 
Ihores resultados ao duplicarmos 
OS disquetes, entendendo rrtelhor 
o DOS do Apple. 

CHAVES, E. O. C, • SETZER, V. 

W. , O Uso de Computadores em 
Escolas; BARROS, J. P. D. ■ 
D'AMBROSIO, U., 

Computadores, Escola e 
Sociedada, Sdrie Informdtica & 
Educa^So, Editora Scipione. 

Introduzir a utrtizaQ^o de 
meios informatizados no processo 
de ensino-aprendizagem e facititar 
o acesso a subsidioc que funda- 
mentem esta questSo sSo os obje- 
tivos da S6rie Informdtica &Edu- 
ca^So, que serve ainda como 
apoio i forma^So de professores e 
de alunos, alim de outros profis- 
sionais Irgados nessa drea. 

Organizados em dois ensaios. 
OS livros mostram posi^des que se 
contrapfiem em relacSo d utiliza- 
cSo do microcomputador como 
recurso did^tico no ensino do pri- 
meiro e segundo graus. O Uso de 
Computadores na Escola apresen- 



la um breve hist6rico da informd- 
tica na educa^cEo do Brasil, abor- 
dando questOes metodolbgicas 
etc., enquanto ^m Computadores 
na Escola discute riscos relatives d 
criatividade, et mecanizac^o e ou- 
tras conseqiJAncias no uso do mi- 
cro. 

CASARI, N., MSXcom Disk 
Drive. Editora McGraw-Hill. 

Feiio para usudrio, hobbysta 
ou mesmo profissional na drea, 
"MSX com Disk Drive" facJIita a 
aquisigSo de nogOes bdsicas rndis- 
pensdveis ao conhecimento e & 
compreensSo dos sistemas opera- 
cinais MSX Disc BASIC, MSX 
DOSe HB-MCP. 

Assim, esses irds sistemas (e 
seus comandos e recursosi sSo 
descritos com Todas as particulari- 
dades. tendo sido os comandos de 



cada um aprasentados em ordem 
alfab^tica, para facilitar consultas. 
Dessa forma, o livro aborda de 
manejra objetiva, clara e tunica a 
utilizagflo do Disk Drive not mi- 
cros MSX, 



LIVROS RECEBIDOS 

• Editora McGraw-Hill - Rede de 
Microcomputadores I BM-PC a 
Compatfveis; Processsrrwnto d« 
Texto; 

• Editora Ateph - PEEK, POKE 
& CALL; Informdtica na Escola; 

• Editora Campus - Usando Me- 
Ihores Aplicativos; 

• Editora Guanabara - BASIC 
EstruturadO; 

• CiCncia Modema - Turbo Pas- 
cal - Manual B^sico de ReferSn- 
cia 



ENDEREQOS DAS EDITORAS 



CiCncia Moderns ComputagSo ~ 

Av, Rio Branco, 156/127 - Cen- 
tfo, Rio de Janeiro, RJ - CEP 
20043, tel,: (0211262-5772; 
Editora McGraw-Hill - Rua Taba- 
pu5. 1105 - Itaim-Bibi, SSo Pau- 
lo. SP - CEP 04533. tel : (Oil) 
881 -8604. 



EBRAS - Rua Borges Lagoa, 
1044 - Vila Mariana, SSo Paulo, 
SP - CEP 04038, tel.: (Oil) 
549-8633; 

Scipione Autorss Editores — Rua 
Fagundes, 61. SSo Paulo, SP — 
CEP 01508. tel.: (0111 270-5933 



CIENCIA MODERNA PROGRAMAS PARA MSX 

(HOT BIT E EXPERT) EM PITA CASSETE 



317 XMi NiH Sm TH^Dt OmtnM oa wimnw na Mu Avd. I^MI 

■> aa Muntnt . TOn • 

IMIMa* f wdBinl h>^ vMl ■• IvtaM M •«•••■>« ■» 

■01 * BM WW—II H WiW * 

m(«ia'iMT*ra tii> ponuaiAi 1NM* 

no X^nt TrBKaKM Mb tt ta^m a* • Mtm #*■<■• . WK * 

ni ng^ »)#<■• Iw n cmi eoni* m FtnnM I tni S rnntonm 

atw—« MJ» 

jxtrmet " i "ti'i-f- ■---' Irdnimi m ■■■ifiiH XOfa 

ntCoMrOMM 

Comrfl** P MM tDqm ■»< 100 mm PQ* HBH^ja ...180.00 

iBMIriiMl liiji iH T.rtiii mm n ttti 10,00* 

Jofkia ri»*liin rvm pf*a>o msHico f^W «» msit- 

ra eam d«i lafw. trnfm' JOJO • 

AMiSBSlKMtiKMia.aiHtmlala KM' 

MfM Fwr'nni cOfTi m (mite ou csm ■ nocia . . . MiM * 

Oitin* rtntt Ot iHm wi nc m m nxo * 

B«ii>* iiw.ticav mffi 

Ouvri IvKM «m 3 ^Tmi^m. MuM Bvn. »■■« 

•D ds f IIMWKa JOjOO* 

LBa-B m 7 G on*w tmtm v tm /tn m ... - iOJ3D 

S«KWnwl«t>« VoiacDtiaMcie H0>* 

NVJ* « qaOMfe do Fanb. P>—ii ^m* - - . SOjaO * 
ConBBt* iw ■MM'w. D m II at r<m-Avitei. tem- 
(lalt ■ lin*. MviCwMk* ■ trmim oin*»a itrH cam 
m Cav mmtfoa. O inBiO' JOOD )• ■•'Da par* o MB- 

mtUSI IXIJW* 

CotrBata ^na anu* a F-10 * oa tMftM WaKHaafc 

Cot "upaa • •>■; Opm! iOJlO* 

io^M *U1H(^ aam a iWCffl eu 90m tfa PultD 00,00 * 

9ana>ce<i«0'>**mnv cB dtaiknaiiaxianaM MjN* 
io^M Mr^ja Duvn it# qua a Mui Chapah vn aa* 
{iravama aata irainar N 00 * 

4|uda 4 Vpapnp a daaVuH a Maduia do UK IpfOfrima 

M^«ii i»'i' I 111 r -11 i-ii ■fimi Mjoo* 

■■apt a— I ^t> * "■PPa' «>" oxaoa MHiiairaa - 10.00 * 

LuV«aOai*aDfl«aa«rtci«au wfAantlfe . - K^ * 

liaiui iH tamgae mma "llanH" •>* »liniai 

iMwia mjn* 

Tl— Zmbw aanmirtap —li aiad^b tOja 

MalMBHraaWHiiaaiaM IftflO* 

jat^rtonn CtMaicia a» l»nw i. itum bb«b tOJXt 

2U Jw u tm Oalandaia doa m .Mnaa. Tin Km^tmn . , . . . WAl * 

1»1 SaBiunB> 



nai MM 

100 OMMaf Daiti 



HOTanw 
lULaiTJgnaa 

MaiiHan 

MiunaOwa 
H» OiHiiflM' 
XH*tf*na^ 

at TMOKMaa 
MI VaM>-««i 

JMKIlV VIMt 

MTNVnOMi 



mroona*! 
MidMaf 0«w 



MOThaWnaf 

ThaTltai 



IMIeHHinW 



301 Tana Cult 
ax lawiBia Faa 

nOIMnaa 



III PIMAp^ha 



Wampafa aa dIamaiiBi aa mm* liMnwaa <-'«Mta- 

«» MkiiB laipinaaiiia 00.00 ' 

Panldpa a uai Hallf (earrWa da mas aiii dhanga 

KiMrwTBa WOO ' 

l aiM L l u nal |p>i 1ipo»iaf.Wir. l iiiB[liim WO)' 

Vart « >fli MianK Wdado gua biwa «MFVk a baaa 

daa lanquaa <iil>«iaa f'Otmn MOO ■ 

Ja^ di luB da iwaM an> 1 alia* (um pwywaa 
(vno •• toaaa 3 an 1 ) o rnanw pw> da Hila |1 Mm 
paialNI 1HM' 

Cacaa.UanaSaaiMaauarfaMu'iaiM IXJK' 

UH>*i*«QuadtWBvn4«>aalBt HIjOO 

TVo^Bm •OflO" 

OaaDuaa'apnaaiiianitapiwtHidaaiMiCaM 130.00 ■ 

SaiM a inMMa Ai ihwimb MjOO ' 

nunwnatKsCaiatMairutaanaiUOBa IM.OO* 

niiiiaiiliii ■ fim dattripPMcai lOO.OO ' 

Trantlpm** aa lainwi a laiva • ntttn do baiadii 

^ipulni , lOOjm* 

Lina da (am* aanHna^aoaTkaHat ai TtiaTlpflOOJia* 

Vaa* wt «>• Mr da um labvaita ^>acM pan Mb 
•rl qua imt toda a wa MB-iMaM Oa pMia. laMp. 

tMW! ,...l»00' 

Vaa* iirt • laalgF eacaoar da iBataiH de mmM. 

paidm art qua aacanr s aiirarHi WnoiUa^a .. WM' 

Vaat lai* am um ra ii t iomQ da wr" nviaiu w na ftMdo 

a lua iraida a iMcaDnr a ma^ cwa a akidail .... 1M00 * 

^■nicipt da tfn dH iw tarviaaot lomataa m Luia 

iwa IIOBO* 

varf I i«n raiMa awva lb Kan* pvtKW di mh 



3l»KunKpai«i 
31*Cain«gt 
WafTUua 

IITtMrlMtlaf 



ni.n »on»i jai.oo 

Oaaaaadi Qrwai«iieaaeaf^daCpmpW.PiP»ama 

■oaASIMT 'T^MfiW liiliii aiTIT IW.IB 

Oa*«nda a rarra ^■a*ando ama'ifaATiaTUriaiiaaa*' 
■"■alPaille SanBOanH lOuanlMM nirna Btl) .IWjOO 
Daf^ida a [Janata ZKer pdaunda urrw rwpa da fuar^ 
ra iwpai a4u<pada <om arfaaa podar a iai. Ollmol 

IQualiaada turtKiaini laO.OO 

(Mla.a a •ardada.ra nanSa paniclpanM • vn •*> 
pa* ivri Brriiaoo miKiifa. Eaatana? IQuarii^di 

miMiani igo.OO 

PiHw a >Mic««ipra rfva oedaraao |l dawimh-aa 
no iTit^dQ O «u objaliva a corn ata raipa t ar aa I k)a- 



nv itnu 

rai p)varr«nwr»urt. daa vandal potaiHciai am ando 

praa« num daiprrfanada pa« da amdrKa latna. 
OiMe! lOuatnkda fti-twl ItOOO 

mOPWoiM Hamoi iDVi |1 dnanuBMda an> wnnoa * aomS S 

F6rnxila I ParT»ii« d> wr** Tfalrw paas rrmcnm. i* 
baffM tau D>40»a orcvUo. S ^ i v lt w rtim a nwhor 
(Oidldaaa tuilHiani .... IBOOT 

jn TraPblaiar CaniroH am vta dlmanabi a ball "an maluca *■ 
votf ta vtv- Jay) (prt raouar coardaaacda moaofa a 
mWdlncV as maima krnpa. HultD bam' lOuall* 
daiiiitioai«tl ■ .1M00 

as FuTuia Kia*>i Vocd 4 <im brave •larrat's a una inwdDda ■■•ar 
jma "Ada pnncaaa «a ^rraa dt um la'Ticar'a Haat'i 
t-jiliiiw' >30iM 

IM SuiBr Padimv i(uai aaindK-arW^aarKan. cmtem iCO.M * 

m ConniB Mlpiai Sanaaoonai duals axna oa asa nwaw la<tica««a da 

laii IturtxiMfii >M.0O 

no Lutadv N-PPO" Anioa a nMriHa HAia • r»™para. a padra pmla^o- 
■. viTrariianda 0* irwHioraa luBdttdl da anariia. 
liu<«a«oMl '60," 

STOarican ttriaacwnai ia«B da Oaa^ i i Mm pi m i cw aai 

dDmuKM Multabom 100 ^ * 

MO tai-Cnmniand dalaiha da SM «a npua mW nimt I iWlilaiPBI . IWiX) 

a* ■■a-daacopa 

Ipadai [>ainiaalMaiMiM(aa<smaii>>ao«iHaa<iaagdi 

yiarra Mu-Bbsm IIDjOO 

]30Cvtaru> PartiKia dWB ■■itlaa^ tpWia aipatlll ambaaea 
da padaroK c'-atal da Cita BlllB •!•«•■■ a "la" 
podBoaa ■rdDU>iHpnd«w*»ap'tl 'lOOO 

311 Zaxac EHimaa na iMula NXV <•«• a aemaxdaMi da uma 
poiknHa firr* • isnttaia oa rapaidat da Vja Ld 
lOuMidada wrbo-aaflj 1WM 

CT TliKaar A|uda aa rabai nwIaoB l>aa uarptprmwl t^tr a 
caanau MatMrarH dea rsbsa nragiaa >aual>aadl 
tirrbOM'tl 'M.OO 

XU Star Fdto PiioB a maaiar rvt de uniaano a iMmia ea paalaa 
r^aldn au* amaacam a Bpirranta « ana Mua'-da- 
aiartwaatll IflO.OO 

JHCnoplinar Wva a> Hbrananlai <■ uma (uarra « iBaria torn 

am nalKdPlara Hualrckdt brbsian) IWjM 

130 Ai^iaOiKBr npo inxdar. la «ia 300 lOB nanai cpm por •»* 

da <aBi Murw bam .10000 

OK: ■ JOOOCDIVONIVEItlMOKKtTTI: 

1 JOOO NUM OIICO - MOOD 

Iz JOGOt Muu Duco - wno 

SOLICiri CK*TU1'»W*«TE >IWA UfIT* COMfl"* ™ «!IOnUF f 
COXHfC* T»Mllf« O M*IO" *Cfn^rt) fltl iCr.H** ICO IK) »»rs 



DesBjo feceber os programas abaixo relacionados pelo(sl qual(is) estou remeiendo anexo ufd cheque nominal d Ciencia Moderna Com 
puiacaoLtda. Av. Rio Branco, 156- Loja 127 Centro - HJ - CEP 20043 no valor deCzS 

PflOGRAMAS N" , 

NOME . 

END . 

CIDAOE UF CEP 



VOCENAODEVE 

COMPRAR UM MICRO 
DE 16 BITS 



QUENAOTENHA 






mictotec 

aquicomega a evohtgBa 



RAM e a sigla que identifica a Rede de Assistencia 
Microtec. 

Quando voce compra um micro de 16 bits da marca 
Microtec, ela vem junto. E esta sempre a postos para 
atender seu chamado, em qualquer regiao do pais. 
Porque o supone que o fabricante oferece e tao 
importante quanto o equipamento que voce adquire. 
E quern ja ficou com uma maquina parada dias e dias 
a espera de um tecnico sabe disso. 
Na verdade, a Rede de Assistencia Microtec faz parte 
de uma filosofia de trabalho mais ampla: a de assistir 
usuario desde a pre-compra ate a instalagao e 
operagao do equipamento. Porque seria uma pena a 
Microtec produzir micros tao avangados, 
tecnologicamente, e a sua empresa nao tirar deles 
tudo que eles podem oferecer 
Alias, a preocupagao constante nao so com o produto, 
mas tambem com o usuario, valeu a Microtec a 
lideranga entre os micros de 16 bits. Ela tem hoje o 
maior parque de computadores dessa categoria 
instalado no pais. Em empresas lideres de todos os 
setores da economia. 

E sabe por que? Porque antes de escolher a marca, 
elas quiseram saber o que vinha junto. 



Rua do* Tihi Irmaos. 121 - Sao Paulo - SP - CEP 05615 ■ Tel.: (Oil) 813 8477 ■ Telex: (Oil) 80206 - MTXT 



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10/14/16/20/26/34 
4050 e 60 vies 



Are32V!AS 



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(Vista em corte)